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	<title>LINO RESENDE &#187; terra</title>
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		<title>AÇÃO PARA MUDAR O CLIMA</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Amanhã blogueiros de todo o mundo estarão participando do Blog Action Day, uma ação anual que tem se sucedido e que chama a atenção para problemas mundiais. Neste ano, o tema é a mudança de clima, com todas as implicações que ela nos traz, do aquecimento global ao derretimento dos pólos, aumento do nível do [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/acao-para-mudar-o-clima/" title="Permanent link to AÇÃO PARA MUDAR O CLIMA"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/clima.jpg" width="300" height="486" alt="Post image for AÇÃO PARA MUDAR O CLIMA" /></a>
</p><p>Amanhã blogueiros de todo o mundo estarão participando do <a title="Blog Action Day" href="http://www.blogactionday.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.blogactionday.org/?referer=');">Blog Action Day</a>, uma ação anual que tem se sucedido e que chama a atenção para problemas mundiais. Neste ano, o tema é a mudança de clima, com todas as implicações que ela nos traz, do aquecimento global ao derretimento dos pólos, aumento do nível do mar e dos estragos que isso tem provocado ao longo de todo o mundo. Nos anos anteriores, tenho participado e, neste, não será diferente. Só que estou me antecipando e, ao invés de publicar o post amanhã, estou fazendo isso hoje. Nele, quero chamar a atenção para a importância da participação.</p>
<p>Como o próprio Blog Action Day informa, um dos seus objetivos é chamar a atenção para o problema e já que isso envole mais de 5 mil blogs e mais de 10 milhões de leitores, certamente este objetivo será alcançado. Isso pode nos deixar satisfeitos, afinal estamos integrando uma grande corrente. Mas será suficiente? Particularmente, acredito que não. Além de participar, temos de agir. E no caso da mudança de clima, a ação começa mesmo em casa, com atitudes que podem poupar o meio ambiente, evitar o efeito estufa e garantir que teremos uma Terra habitável. Como? Economizando água e energia, evitando desperdício, inclusive e principalmente de comida, separando lixo, permitindo sua reciclagem, enfim, dando um pequeno passo que, junto com muitos outros, podem, no final, fazer a diferença.</p>
<p>As mudanças, de um modo geral, não ocorrem devido a grandes ações, mas às pequenas, que se espalham, se repetem e acabam fazendo com que as pessoas mudem. E o que precisamos hoje é que as atitudes e comportamentos mudem, fazendo com que a sociedade caminhe em outro sentido, o da economia, o da contenção, o do respeito ao meio ambiente, de sua preservação. Como a sociedade é feita de indivíduos, são eles que projetam a sua mudançe e ela é tão mais rápida quanto mais pessoas aderirem aos novos hábitos. Por isso é que precismos de ação, não só de participação. Chamar a atenção para o problema é apenas um começo. Mas a mudança só ocorrerá quando a ação começar. E não precisa ser nada espetacular. Um simples gesto ajuda.</p>
<p>Além das atitudes pessoais, você pode fazer mais, juntando-se a movimentos ao longo de todo o mundo que defendem o meio ambiente. Não sabe como? Veja 11 ações abaixo e junte-se a elas:</p>
<ol>
<li>Participe da campanha  &#8220;I am ready&#8221; que suporta um acordo ambicioso e justo sobre o clima na reunião deste outono em Copenhague: <a title="I am ready" href="http://tcktcktck.org/people/i-am-ready" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/tcktcktck.org/people/i-am-ready?referer=');">tcktcktck.org/people/i-am-ready</a></li>
<li>Registre-se no  350.org para o International Day of Climate Action, em 24 de outubro: <a title="350 org" href="http://www.350.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.350.org/?referer=');">www.350.org</a></li>
<li>Junte ao Governo britânico no Ato de Copenhague, um esforço para promver um acordo sobre mudança de clima: <a title="Ato de Copenhague" href="http://www.actoncopenhagen.decc.gov.uk/en" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.actoncopenhagen.decc.gov.uk/en?referer=');">www.actoncopenhagen.decc.gov.uk/en</a></li>
<li>Aprenda e aja com o site  The Nature Conservancy&#8217;s Planet Change: <a title="Nature.org" href="http://change.nature.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/change.nature.org/?referer=');">change.nature.org</a></li>
<li>Assista e ajude a promover a TV Current, cuja temática é o vídeojornalismo verde: <a title="Current" href="http://current.com/green/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/current.com/green/?referer=');">current.com/green</a></li>
<li>Suporte uma legislação forte para o clima nos EUA telefonando aos Senadores através do 1Sky: <a title="Legislação verde" href="http://tools.advomatic.com/13/calls" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/tools.advomatic.com/13/calls?referer=');">tools.advomatic.com/13/calls</a></li>
<li>Colque-se no mapa do Vote Earth e  upload suas fotos e weblinks para mostrar o futuro que você quer para o mundo: <a title="Earth Hour" href="http://www.earthhour.org/home" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.earthhour.org/home?referer=');">www.earthhour.org/hom</a></li>
<li>Junte-se ao  Greenpeace na campanha IT challenge para fazer da indústria de tecnologia a líder em soluções para o clima: <a title="Greenpeace" href="http://www.greenpeace.org/international/campaigns/climate-change/cool-it-challenge" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.greenpeace.org/international/campaigns/climate-change/cool-it-challenge?referer=');">www.greenpeace.org/international/campaigns/climate-change/cool-it-challenge</a></li>
<li>Conte sua história pessoal e diga ao mundo o que você perderia com a mudança do clima através da United Nations Foundation Climate Board: <a title="United Nation - Its Getting Personaal" href="http://www.unfoundation.org/global-issues/climate-and-energy/its-getting-personal/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.unfoundation.org/global-issues/climate-and-energy/its-getting-personal/?referer=');">www.unfoundation.org/global-issues/climate-and-energy/its-getting-personal</a></li>
<li>Ache as últimas e mais populares ações mundiais contra a mudança de clima: <a title="Global Warming" href="http://globalwarming.change.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/globalwarming.change.org/?referer=');">globalwarming.change.org</a></li>
<li>Junte à comunidade Causecast e encontre novos meios de se envolver com organizações que lutam para pôr fim à mudança climática: <a title="Causecast" href="http://www.causecast.org/environment" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.causecast.org/environment?referer=');">www.causecast.org/environment</a></li>
</ol>
<p>Unindo nossos esforços, vamos provocar a mudança na sociedade e, com ela, faremos com que a mudança climática diminua e reverta, garantindo que nossos filhos e netos ainda terão um planeta habitável à sua disposição. Então, o que está esperando: vamos começar agora, apoiando o Blog Action Day, falando sobre mudança climática e, ainda melhor, tomando atitudes que efetivamente contribuam para as melhorias que estamos pregando. Comece por falar no assunto, aja e leve outros a agir. Juntos, vamos conseguir!</p>


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		<title>SONHANDO COM AS ESTRELAS</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Será que somos os únicos? Será que um dia conseguiremos deixar este mundo natal e chegar em outros corpos celestes? Será que a humanidade está fadada a conquistar as estrelas?
Estas são algumas das perguntas que nós, humanos, nos temos feito ao longo dos tempos. Aos poucos, fomos descobrindo algumas das respostas e uma delas nos [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/sonhando-com-as-estrelas/" title="Permanent link to SONHANDO COM AS ESTRELAS"><img class="post_image alignleft remove_bottom_margin" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/07/lua.jpg" width="300" height="534" alt="Post image for SONHANDO COM AS ESTRELAS" /></a>
</p><p>Será que somos os únicos? Será que um dia conseguiremos deixar este mundo natal e chegar em outros corpos celestes? Será que a humanidade está fadada a conquistar as estrelas?</p>
<p>Estas são algumas das perguntas que nós, humanos, nos temos feito ao longo dos tempos. Aos poucos, fomos descobrindo algumas das respostas e uma delas nos foi dada há 40 anos quando o astronauta Neil Armstrong pôs o seu pé na lua. Como ele próprio disse, foi um grande passo para a humanidade. Pela primeira vez o homem colocava os pés em um outro corpo celeste, mostrando que era possível, sim, deixar a terra e caminhar em direção ao sonho maior, de chegar às estrelas.</p>
<p>Ainda hoje descreditada por alguns &#8211; uma pequena minoria, é verdade &#8211; o pouso na lua serviu, mais, a propósito políticos, na disputa entre os Estados Unidos e a então União Soviética. Do lado científico, provou que era possível deixar a Terra, ir a um outro corpo celeste e voltar à nossa casa, o que nos punha a possibilidade de, um dia, podermos migrar deste planeta azul em que vivemos, no caso de uma necessidade. O pouco na lua incendiou a imaginação de todos, tornando ainda mais presente o sonho com as estrelas.</p>
<p>Hoje, dia 20 de julho, fazem 40 anos que Neil Armstrong deu os primeiros passos no satélite da Terra, fincou a bandeira do seu país, fez uma pequena caminhada, colheu material para análise, retornou ao módulo lunar e à sua origem. O passo, do ponto de vista científico, foi gigante, principalmente se considerarmos os recursos técnicos da época, como os computadores. O da Apolo, que levou os astronautas à lua, não tinha memória, de verdade, já que se comparado com os dias atuais sua capacidade de armazenamento era idêntica a dos atuais relógios de pulso.</p>
<p>Neste ponto de vista foi uma aventura incrível, impulsionada por uma disputa política que colocou duas partes do mundo em uma corrida espacial. O feito, um orgulho para o Ocidente que, no final, tinha batido os comunistas, levou a novos planos, de enviar uma nave tripulada a Marte e a de fazer novos pousos na lua, já pensando em estabelecer lá uma colônia de humanos. E depois da lua, viria Marte e, depois, as estrelas, chegando a outros locais da Via Láctea.</p>
<p>No final, o sonho foi só um sonho. O programa espacial, de um e de outro lado, acabou implodido pelo seu alto custo e, com a queda da União Soviética e dominância do capitalismo, ele não mais surtia o efeito de propaganda de antes. Os custos acabaram com os pousos lunares e com os projetos de irmos adiante. Os vôos espaciais ainda persistem, mas estão restritos à órbita da Terra, não voltados para as estrelas, como eram na época da corrida espacial.,</p>
<p>Ao celebrar os 40 anos do primeiro pouso lunar, podemos reconhecer que foi, efetivamente, um grande feito, um passo gigante da ciência que contribuiu para incendiar a imaginação humana, tornando mais próximo e mais real a possibilidade de chegarmos às estrelas. O marco ficou, mas o caminho do espaço, mesmo com uma volta à lua ou a chegada a Marte parece mais distante. Afinal, o mundo criou novas necessidades e é preciso atendê-las antes de nos aventurarmos no espaço.</p>
<p>Os programas espaciais caminham a passos bem mais lentos do que na época da chegada à lua. Temos mais possibilidades, melhores técnicas, equipamentos mais modernos, mas falta, sobretudo, recursos, que são demandados em grande volume. Os vôos espaciais continuam, mas falta algo de espetacular, como a chegada do homem à lua para, de novo, incendiar a nossa imaginação. E de novo nos colocar, não só no sonho, mas realmente no caminho das estrelas.</p>
<p>Até que isso acontece, o sonho persiste. Aliás, ele é tão velho quando a própria humanidade e, não tenho dúvida, irá continuar.</p>


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		<title>O IMPORTANTE É A PERGUNTA</title>
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		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Jovem ainda, tive um professor que, diante de um questionamento, me disse: O importante não é a resposta, mas, sim, a pergunta. O que ele disse não chegou a virar um máxima, mas me acompanha desde então e quando vejo alguém falar em respostas, que está tudo respondido, penso no que o meu professor disse. [...]


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</ol>]]></description>
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</p><p>Jovem ainda, tive um professor que, diante de um questionamento, me disse: O importante não é a resposta, mas, sim, a pergunta. O que ele disse não chegou a virar um máxima, mas me acompanha desde então e quando vejo alguém falar em respostas, que está tudo respondido, penso no que o meu professor disse. Acho que foi por este espírito que acabei escolhendo o jornalismo como profissão. Afinal, nele, temos de fazer perguntas. Sem elas, não existem estórias a serem contadas, não existem reportagens, não existem informações.</p>
<p>Mas por que tudo isso? Há uma razão e ela decorre, basicamente, da leitura de um artigo de <a title="Brian Greene" href="http://www.wired.com/culture/culturereviews/magazine/17-05/st_essay" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.wired.com/culture/culturereviews/magazine/17-05/st_essay?referer=');">Brian Greene</a>, escrito para a <a title="Wired" href="http://www.wired.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.wired.com?referer=');">Wired</a>, uma revista sobre tecnologia. Ele parte da possibilidade de um dia algum alienígena chegar à Terra e ter as respostas para todas as perguntas, explicando &#8211; não no sentido do Monty Phiton &#8211; o sentido da vida, do universo ou sei lá mais o que. Imagine tudo explicado! Inicialmente, lembra Greene, poderíamos ficar excitados pelas descobertas que faríamos, adquirindo novos conhecimentos, sobretudo por ver esclarecidas questões sobre as quais nossos cientistas se debruçam há anos.</p>
<p>E passado o excitamento, como seria? Lembre-se que não teríamos mais mistérios, não mais teríamos perguntas sem respostas. Você consegue imaginar? Teríamos, certamente, um mundo muito, muito chato. Se olharmos ao longo da história de toda a evolução humana há dois fatores decisivos para que ele siga em frente. Um deles é a necessidade. Elas nos move mesmo que não nos queiramos mover. Um outro fator importante é a curiosidade. Sem ela não teríamos Colombo, não teríamos vôos espaciais e não teríamos inúmeros avanços das ciências. Você já tinha pensado nisso? Volta-me, então, a memória do meu professor, que estava certo.</p>
<p>Brian Greene lembra que tem levado esta questão a palestras que faz, sobretudo para estudantes. E neles vê a surpresa de constatarem que são as perguntas que movem o mundo, que o fazem andar para a frente, não necessariamente as respostas. Lembrem-se que o mundo já foi plano e a Terra já foi o centro do universo. Fazendo novas perguntas &#8211; e aventurando-se para comprová-las &#8211; os navegadores tornaram o mundo quase redondo. E os cientistas acabaram provando que a Terra é apenas mais um planeta e um vastíssimo universo. Como observa Greene, a ciência é uma jornada e o modo de percorrê-la é fazendo perguntas e buscando respostas que as satisfaçam.</p>
<p>Não é diferente com o aprendizado, nem com a vida. Ao longo de um e de outro estamos sempre fazendo perguntas e buscando respostas. As vezes as duas coisas acontecem juntos, ensinando-nos novas lições e permitindo que possamos dar um passo à frente. O artigo de Greene volta-se para a ciência, o que ela é e como se tornar um cientista. Mas, por analogia, podemos usar o que diz para o cotidiano, para a vida diária, no trabalho, em casa, com os amigos. Desde a fase dos porquês, na infância, estamos sempre perguntando. E só paramos de questionar quando a vida finda.</p>
<p>Nós, humanos, somos movidos a curiosidade. E se somos assim, um mundo sem questões, com todas as respostas dadas seria extremamente chatos. Não haveria o que descobrir, não haveria o que aperfeiçoar, não haveria evolução, mas estagnação. Estava certo o meu velho professor. As perguntas é que são importantes. E as respostas só se tornam importantes se a pergunta for bem feita, buscar uma nova explicação, uma nova abordagem. Elas são fundamentais para a vida e para o aprendizado. Você tem alguma dúvida?</p>


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