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	<title>LINO RESENDE &#187; sexo</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 13:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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O sexo, todos nós sabemos, sempre envolve uma parte física, de contato, de estimulação. Começa, como muitos gostam de lembrar, pelos preparativos que funcionam como estímulo ao que vem depois, concretizando-se o ato. O que não sabíamos e que os cientistas comecam a revelar é que é no cérebro que o sexo se desenvolve, pelo [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/cerebro-estimulo-e-sexualidade/" title="Permanent link to CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/cerebro.jpg" width="300" height="547" alt="Post image for CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE" /></a>
</p><p>O sexo, todos nós sabemos, sempre envolve uma parte física, de contato, de estimulação. Começa, como muitos gostam de lembrar, pelos preparativos que funcionam como estímulo ao que vem depois, concretizando-se o ato. O que não sabíamos e que os cientistas comecam a revelar é que é no cérebro que o sexo se desenvolve, pelo menos no que se refere ao seu resultado, que é o prazer a que chegam os dois parceiros. A questão posta é que, ao contrário da crença generalizada, não há o tal do Ponto G, zonas erógenas que tocadas estimulariam o sexo, tornando-o ainda mais prazeiroso.</p>
<p>Se não há Ponto G, o que fazer? Dizem os cientistas que o prazer conquistado por homens e mulheres na prática do sexo não ocorre em razão de zonas erógenas, mas no cérebro. E exemplificam o fato com a capacidade humana de ter um orgasmo &#8211; tanto homens quanto mulheres &#8211; sem qualquer tipo de estimulação física. Neste caso, quem está no controle é o cérebro e é nele que, de forma efetivam, o sexo ocorre, proporcionando prazer ou desapontamento.</p>
<p>O curioso dessa nova abordagem é que, de imediato, ela provocou reações dos machistas de plantão. A partir do anúncio dos pesquisadores, de ser o cérebro também um órgão sexual, os jornais impressos correram para ouvir os tais &#8220;amantes&#8221; superlativos ou pretensamente superlativos. E o que eles disseram? Que a ciência está errada e que o Ponto G existe. O treinador e ex-jogador de futebol Renato Gaúcho foi mais longe e se dispôs a mostrar aos cientistas onde se encontram não um, mas vários pontos G nas mulheres.</p>
<p>Para os jornais foi uma matéria de oportunidade que revela o conhecimento especializados &#8211; pelo menos eles acham que sim &#8211; que alguns homens julgam ter sobre sexo e forma de estimulá-lo. Pelo que li, em nenhum momento os cientistas disseram que o estímulo físico não funciona, mas observaram que ele não é essencial para o sexo, já que, como tantas outras, esta é, também, uma atividde cerebral. O prazer, quando existe, é físico sim, mas ele pode vir até sem nenhum contato corporal. E citam os exemplos dos sonhos eróticos.</p>
<p>Latin lover, o brasileiro &#8211; e talvez outros latinos &#8211; acha que é, na cama e em relação ao sexo, o suprassumo do conhecimento. Desconhecem, por causa deste convencimento, que muitas mulheres fingem orgasmo, deixando ao homem a impressão de que são o máximo, quando na verdade estão participando de um ato que tem uma só via. Eles são, neste caso, o máximo. Ou pelo menos se acham assim. E as mulheres, o que acham deles? Com a palavra o sexo feminino.</p>
<p>O que os cientistas estão descobrindo é que também em relação ao sexo o cérebro exerce um importante papel, tomando o controle dos estímulos e trazendo o prazer buscado no contato corporal. Este é mais um passo nas várias descobertas sobre as funções do cérebro humano. Sabemos, pelo que a ciência nos diz, que ele é uma maravilha. Mas ainda estamos longe de descobrir tudo o que ele faz, do que é capaz. O que virá em seguida? Temos de esperar para saber.</p>


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		<title>EXPOSTOS EM TODOS OS LUGARES</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Condenado em algumas épocas, exaltados em outras, o sexo sempre esteve presente ao longo da história humana. Graças a ele, alianças e guerras foram feitas, mas ele sempre esteve mais restrito ao privado que ao público. O seu exercício sempre ficava do lado privado, com as pessoas adotando o que, há algum tempo, se chamava [...]


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</p><p>Condenado em algumas épocas, exaltados em outras, o sexo sempre esteve presente ao longo da história humana. Graças a ele, alianças e guerras foram feitas, mas ele sempre esteve mais restrito ao privado que ao público. O seu exercício sempre ficava do lado privado, com as pessoas adotando o que, há algum tempo, se chamava recato. Encarado de forma natural ou não, ele era muito mais praticado que discutido, pelo menos até agora.</p>
<p>A partir dos anos 60 do século passado, com a revolução cultural havida, as coisas começaram a mudar e o sexo, aos poucos, foi se tornando um assunto mais e mais público, explorado sobretudo pela propaganda que, aos poucos, foi erotizando os anúncios e transformando-o em meio de vender mais. A nudez, neste caso, foi apenas consequência, chamando a atenção para o corpo, sobretudo o feminino, exposto em cartazes, anúncios, outdoors, etc.</p>
<p>Hoje, esta exposição é mais evidente, indo da música, com as &#8220;musas&#8221; mostranso ou sugerindo cada vez mais, aos alimentos e aos chamados supérfluos. Neste novo mercado, o nu feminino ganhou mais e mais espaço, inclusive com os ensaios sensuais publicados em revistas físicas e virtuais, aqui no Brasil e lá fora. O fato é o que o nu apenas sugerido tornou-se explícito, inclusive com posições que até há alguns anos eram impensáveis.</p>
<p>Parece, pelo que li em A Tribuna, um jornal de Vitória, no Espírito Santo, que estamos chegando a um novo estágio e, nele, a moda é que pessoas comuns imitem as &#8220;estrelas&#8221; e façam ensaios sensuais. É de certa forma a repetição do &#8220;book&#8221; feito por adolescentes, que apareciam em poses sempre bonitas, bem produzidas e que as deixava e aos seus pais, cheios de orgulho.</p>
<p>O &#8220;book&#8221; agora e diferente. Nele, cenas eróticas, lingerie diáfana e corpos à mostra são a tônica, pelo menos a se crer no que afirmou o jornal. E pelo que disse, tudo feito para a própria apreciação, dentro da lógica de que Narciso acha feio o que não é espelho. Só que isso não se prende mais às adolescentes, não. Jovens mulheres também estão se expondo, mesmo que seja apenas para a apreciação de quem é mais próximo, mais íntimo.</p>
<p>O que me pergunto é, se não é para mostrar, para que serve? Fico imaginando que, dentro da evolução natural das coisas, dentro de pouco tempo teremos um novo meio de apresentação. Sempre que uma menina começar a ficar com um menino, pode lhe apresentar o seu &#8220;book&#8221;, mostrando-se &#8220;quase&#8221; inteira e antecipando o que ele poderá ter se o relacionamento ficar mais sério. É como colocar-se na vitrine, expondo-se e, a partir desta exposição, conseguindo atrair atenção.</p>
<p>Será que é isso mesmo? Esta é minha interpretação. E a sua, qual é? O que pode levar a uma jovem &#8211; uma mulher &#8211; a expor-se deste jeito? Acho que a mídia e a divulgação das chamada estrelas exercem um certo fascínio. Sem contar na glorificação do corpo, exposto em todos os lugares.</p>


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		<title>AS IDÉIAS QUE MUDARAM O MUNDO</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 13:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Éramos jovens, cabeludos, usávamos roupas coliridas e tínhamos a esperança de, com novas idéias, pregando a paz e o amor, mudar o mundo.  Este é, de forma bem rápida, o perfil da minha geração, jovens que viram o ajuntamento de Woodstock para celebrar muito mais do que a nova música que já havia tomado conta [...]


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</p><p>Éramos jovens, cabeludos, usávamos roupas coliridas e tínhamos a esperança de, com novas idéias, pregando a paz e o amor, mudar o mundo.  Este é, de forma bem rápida, o perfil da minha geração, jovens que viram o ajuntamento de Woodstock para celebrar muito mais do que a nova música que já havia tomado conta do mundo, o rock. Queríamos a liberdade que nossos pais não tiveram. Queríamos ser ouvidos, fazer com que as coisas fossem diferentes. E queríamos, também, liberdades pessoais, de poder contestar os mais velhos, colocando de lado o casamento e defendendo o amor livre, a liberdade sexual e até o direito de tomar a sua droga em paz.</p>
<p>Anos loucos, dirão alguns. Outros, os relembrarão com saudade. O fato é que a partir das idéias surgidas na década o mundo mudou. A paz e o amor pregados então podem não ter prosperado do jeito que se pretendia, mas na certa hoje o mundo é outro, muito mais diverso, muito mais tolerante. E isso, não resta dúvida, advem da pregação de uma geração que queria mais liberdade, que desejava pensar por ela própria e adotar caminhos diferentes dos feios por seus pais. Woodstock, neste contexto, foi um símbolo, algo que externou o que toda uma geração &#8211; ou a maioria dela &#8211; sentia, pensava e queria. O rock, a festa, acabaram sendo pretextos para mostrar uma posição política, claramente a favor de um novo meio de vida, de uma nova postura e de um novo meio de encarar a vida e as coisas a ela relacionadas.</p>
<p>Sexo, drogas e rock and roll, o epíteto mais comum para classificar Woodstock, é verdadeiro. Houve sexo, havia drogas, sim, e muito rock. Se olharmos bem veremos que os três componentes do festival &#8211; além da própria liberdade de quem dele participou &#8211; não é estranha aos humanos, já que os dois primeiros e mais a música nos acompanha desde há muito. Juntá-los não chegou a ser uma grande novidade. O que era novo foi a maneira como foi feito, que fugia de todos os padrões de espetáculos até então realizados e baseava-se na filosofia do &#8220;paz e amor&#8221;, cunhada pela geração dos anos 60. Ela queria amor, pregava a paz, o entendimento, mas queria, acima de tudo, liberdade, respeito aos outros, a convivência pacífica entre as pessoas.</p>
<p>Mas isto foi conseguido? Ainda gemos guerra, vemos a intolerância em várias partes do mundo, o desrespeito à pessoa humana e o ódio sendo a marca de regiões, de etnias que se matam apenas pelo fato de serem diferentes. Olhando assim, parece que nada mudou. Mas não é verdade. Houve mudança e ela foi muito grande, como o avanço dos direitos humanos, o respeito pelos direitos pessoais, liberdade de crença, convivência mais pacífica entre as pessoas, enfim, mudamos de verdade, pelo menos em comparação com a sociedade que tínhamos antes. E essa mudança decorreu em grande parte do que uma geração pregou e praticou, influenciando pessoas, criando uma nova consciência.</p>
<p>Hoje, vivemos novamente uma encruzilhada. Temos a oportunidade de influenciar o futuro, fazê-lo diferente, caminhando no sentido de um maior entendimento entre as pessoas, de conseguirmos a paz. E as condições que se nos apresentam são muito melhores do que as havidas em Woodstock e nos anos 60, a começar por um planeta realmente interligado, vivendo o mundo da informação. Se a crença de Woodstock, dos hippies e dos anos 60 não mais persiste inteiramente, o que lá foi pregado acabou sobrevivendo na forma de um novo comportamento. Quarenta anos depois do festival que se transformou em símbolo é hora de, novamente, pensarmos: o que queremos mudar?</p>
<p>Na certa, como os jovens que se reuniram em Woodstock, queremos um mundo melhor, com mais liberdade, com entendimento, com paz. Queremos construir o futuro. Como? Tomando, como eles, atitudes, mostrando que queremos mudança, indo contra o conformismo quase geral que nos assola. Rebeldia, o símbolo de uma geração, precisa ganhar um novo significado. E todos nós, rebeldes antigos ou novos, podemos dar nossa contribuição para a mudança. Fazendo-o, talves daqui a 40 anos, quando se olhar a história, poder-se-á dizer que os anos iniciais do século XXI foram marcos de mudança e graças a isso nossos filhos e netos viverão em um mundo melhor.</p>


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