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	<title>LINO RESENDE &#187; planeta</title>
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		<title>PRECISAMOS DE TELEFONES FIXOS?</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/precisamos-de-telefones-fixos/" title="Permanent link to PRECISAMOS DE TELEFONES FIXOS?"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/fixo.jpg" width="300" height="437" alt="Post image for PRECISAMOS DE TELEFONES FIXOS?" /></a>
</p><p>O telefone e, com ele, a possibilidade de duas pessoas se falarem representou um revolução  na vida do mundo. Ligados, podíamos resolver questões que, antes, levava senão dias, pelo menos horas. Além de impulsionar negócios, facilitar a comunicação, tornar os contatos mais fáceis, a nova invenção &#8211; como todas as que ocorrem &#8211; levou a outras, ajudando na mudança da sociedade, dos correios a cavalo e do telégrafo para um novo meio. No caso do Brasil, se fizermos uma pequena pesquisa, veremos que o telefone foi, durante algum tempo, considerado investimento e era comprado a prestações, pago antecipadamente e, quando recebido, transformava-se em um bem precioso.</p>
<p>Mas ao que vem isso? Duas coisas diferentes acabaram provocando este assunto. A primeira, uma <a title="Celular, números" href="http://www.itu.int/newsroom/press_releases/2009/39.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.itu.int/newsroom/press_releases/2009/39.html?referer=');">notícia</a> baseada em dados da <a title="ITU" href="http://www.itu.int" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.itu.int?referer=');">ITU</a>-União Internacional de Telecomunicações sobre o mercado de celular. E a segunda, um artigo na <a title="Web Work Daily" href="http://webworkerdaily.com/2009/09/24/do-you-need-a-landline/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/webworkerdaily.com/2009/09/24/do-you-need-a-landline/?referer=');">Web Work Daily</a> sobre o uso do celular como único telefone de contato. No primeiro caso, veio a informação de que teremos, até o final deste ano, 4,6 bilhões de telefones celulares em todo o mundo, nos aproximando quase de um aparelho por habitante do planeta, indo do recém nascido ao adulto já de idade avançada. No segundo, o questionamento, a partir do título do artigo, se precisamos, mesmo, de um telefone fixo.</p>
<p>Se os números da ITU me deixaram espantado, pois não achava que já tínhamos chegado a este volume de celulares, o artigo me fez refletir e pensar, a partir da minha própria situação. Hoje, sou muito mais encontrado no telefone celular &#8211; o número é o mesmo, desde que adquiri uma linha, baseada em um Motorola que mais parecia um tijolo &#8211; do que nos telefones fixos. No mais das vezes, a pessoa me liga no celular e, em alguns casos, peço que me liguem no fixo, evitando, por exemplo, que a ligação caia ou que a recepção fique ruim. O telefone fixo, neste caso, acaba ficando em absoluto segundo plano, subutilizado.</p>
<p>O avanço da telefonia celular, que a cada dia agrega mais coisa, o uso dos notebooks, a mobilidade, principalmente em algumas profissões, estão fazendo com que o telefone fixo caminhe para a obsolescência, se é que já não está nela. Hoje, estamos a cada dia mais ligados. E para que consigamos isso o celular transformou-se em uma ferramenta importante. Quem fica muito fora de um escritório, então, depende deste novo tipo de comunicação, o que é, pelo menos em parte, o meu caso. Não sei se já disse aqui, mas não gosto de celular e me descartaria dele se pudesse. Não posso e não tenho como fazer o que faço sem que ele esteja ligado.</p>
<p>Levando tudo isso em consideração &#8211; e mais ainda, as conexões via Skype ou outra ferramenta, a telefone sobre IP, etc. &#8211; podemos perguntar: Eu preciso de um telefone fixo? Pode ser que algumas pessoas, organizações e profissionais ainda baseiem suas comunicações no telefone fixo, mas isso está se tornando cada vez menor. Como mostram os números da ITU o celular transformou-se em padrão, atingindo um número muito maior do que o de telefones fixos, ligando-nos em todos os lugares &#8211; veja-se a quase onipresença das antenas de celulares &#8211; e permitindo que nos comuniquemos, trabalhemos, fechemos negócios, atendamos nossos clientes, falemos com nossos amigos, solicitemos informações.</p>
<p>Enfim, o telefone fixo foi colocado em segundo plano. Pense bem e me diga com toda sinceridade: Você conseguiria viver sem um telefone celular? Aposto que a maioria dirá que não. Enquanto isso, faça a mesma pergunta em relação ao telefone fixo. Neste caso, acho que a maioria das respostas será positiva, ressaltando-se desde que se tenha um celular. Tudo isso não significa que o fixo irá morrer. Acho que ele subsistirá, pelo menos por mais alguns anos. Agora, uma coisa é certa: os celulares tomaram conta de nossas comunicações e hoje são muito mais do que simples telefones, transformando-se em computadores pessoais. Este, acho, é o caminho: o da integração, com um aparelho fazendo tudo.</p>
<p>A única dúvida é quando isso irá acontecer. Que irá, não tenham dúvida, irá.</p>


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		<title>PAGANDO PARA DESPERDIÇAR</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 15:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/pagando-para-desperdicar/" title="Permanent link to PAGANDO PARA DESPERDIÇAR"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/comida.jpg" width="300" height="497" alt="Post image for PAGANDO PARA DESPERDIÇAR" /></a>
</p><p>Há algum tempo, principalmente devido às atividades exercidas, fiz a opção por comer fora de casa. O tempo de deslocamento do trabalho para casa e de volta ao trabalho, além de consumir tempo, acaba por representar um custo que, somando-se prós e contras, fizeram com que a opção de almoçar fora fosse a adotada. Assim, sou dos que adotaram a rotina de almoçar fora de casa e isso, no dia a dia, nos permite observar formas, hábitos e maneiras de quem está próximo de nós, nutrindo-se para enfrentar o dia.</p>
<p>Um dos aspectos que tem me chamado a atenção nos últimos tempos é a quantidade de comida que cada um se serve. Antes, vale uma explanação: com o self-service tornando-se quase padrão, cada um pega o que quer. E no final, acaba pegando, como se pode notar observando-se os pratos, bem mais do que come ou comeria em circunstâncias normais. Então, voltando: o primeiro ponto é o prato cheio. Nada contra ele, mas o que se vê, ao lado disso, é que no final, ao término da refeição, sobrou comida.</p>
<p>Acho estranho que alguém pague por uma coisa, principalmente comida, se não a vai usar. O problema, no meu entender, é ainda maior porque quem está desperdiçando pagou pelo que desperdiça. É como se estivesse &#8211; e na verdade está &#8211; jogando dinheiro fora. Mas isso vai muito além do simples fato monetário e reflete uma cultura do despedício, em que não se dá atenção para as coisas, criando-se sobras &#8211; e lixo &#8211; que nos criam novos problemas, incluindo o recolhimento e tratamento do lixo.</p>
<p>Comida é um dos mais preciosos bens da humanidade, principalmente porque enquanto uma parte come, a outra passa fome. E não é preciso ir muito longe, na África, por exemplo, para se ver isso. Basta visitar a periferia de qualquer cidade brasileira para se constatar isso. Se o desperdício é criticável, pagar por ele é, acho, inominável, principalmente quando se trata de comida. Mas ele reflete, também, uma postura cultural que não nos ensina a economizar, a poupar, a evitar o desperdício.</p>
<p>Gastamos &#8211; ou desperdiçamos &#8211; comida, água, energia elétrica, papel, etc. etc. Falamos sobre meio ambiente e sobre atitudes resposáveis, mas se olharmos para o lado veremos que as atitudes são tudo, menos responsáveis. O desperdício de comida, que pode ser presenciado todos os dias em uma praça de alimentação de qualquer shopping no Brasil ou no mundo, é apenas uma das facetas de uma cultura que nunca se importou com o planeta, que sempre achou que seus recursos eram infindáveis.</p>
<p>Chegou a hora de mudar. Precisamos adotar um novo critério de vida, economizando os escassos recursos que a Terra nos proporciona, até como meio de melher dividi-los. Será que alguém que desperdiça aprova que outros estejam passando fome? Não creio. Mas o hábito está tão arraigado que não percebe o que está fazendo. Precisamos mudar. O problema que se nos apresenta é como fazê-lo. Pessoalmente, acho que a mudança é individual. Cada um precisa se conscientizar de sua necessidade.</p>
<p>Quando isso acontecer teremos um mundo diferente. Até que ocorra, vamos ver, de um lado, o desperdício, e do outro a carência, seja no caso da comida, da água ou de qualquer outro recurso à disposição do homem. Hoje, refletindo uma cultura milenar, poucos têm muito. E muitos têm muito pouco. Quando isso irá mudar?</p>


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		<title>Comida como fator de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 13:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora vivamos preocupados com a saúde e em viver uma vida saudável, a publicidade nos estimula a consumir tudo o que não deveríamos, dos sanduíches saturados ao onipresente refrigerante. E isso sem falar nos doces, muitos doces. Comer uma salada, procurar uma carne grelhada parecem sacrilégios e nos deixam com a sensação que estamos vivendo em outro mundo. O desejo de uma vida mais saudável é real, mas sua prática não. E nisso temos uma bela contribuição da indução feita pela publicidade.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Nos últimos anos uma das questões que sempre levo em consideração é a possibilidade de viver uma vida mais saudável, menos submetida aos problemas que todos enfrentamos, começando pelo estresse provocado pelas inúmeras atividades que desenvolvemos. Esta é uma coisa bem difícil, reconheço, mas acho que podemos tomar precauções que melhorem o nosso índice de bem estar. E confesso que, no meu caso, deixei de fazer algumas coisas e passei a fazer outras, tudo no intuito de buscar este ambiente mais saudável.</p>
<p>Neste final de semana, pensando sobre a questão, acabei me despertando para um aspecto que, antes, não tinha considerado, que é a publicidade e a indução que ela nos faz para comprar e consumir determinados produtos. Liguem a TV, por exemplo. De repente, você vai se deparar com uma reportagem ou matéria mostrando como é bom fazer ginástica, comer uma salada ou evitar alimentos saturados. Uma coisa que, aliás, já sabemos.</p>
<p>Mas você vai ver, na mesma TV, propaganda dos mais variados produtos, que vão do sanduíche servido por famosas redes de fast-food ao mais delicioso sorvete, todos eles impregnados de ingredientes que, se quisermos ser saudáveis, deveriam ficar bem longe de nossa dieta. E tudo isso vem acompanhado de um irresistível refrigerante, bem gelado e com bastante gelo. Sem contar na sobremesa que se tornou obrigatória e que está, como os sanduíches, impregnados de tudo o que não deveríamos comer.</p>
<p>Ora, como posso comer uma salada se o objeto de desejo é um sanduíche? Se o fizer, vou me sentir um pária. Afinal, todos os outros estarão comendo deliciosos sandubas, com abundância de batatas fritas, um refrigerante enorme, algum doce bem doce e eu, no meu canto, comendo uma salada? Devo ser um anormal, alguém que chegou de outro planeta e que não está integrado à cultura terráquea.</p>
<p>E depois, se quero comer algo entre as refeições, as frutas não são &#8211; pelo menos a ser crer na TV &#8211; nada recomendáveis. Teria de comer algo parecido com isopor colorido e que tem um leve gosto de qualquer coisa, mas que todo mundo acha delicioso. A doutrinação começa em criança, com pais premiando os filhos com sanduíches, quando têm bom comportamento. E distribuindo batatas fritas e refrigerantes à vontade.</p>
<p>Como ser saudável e ter uma vida saudável se todos os apelos vai no sentido contrário? Quem opta uma salada, procura uma carne grelhada, não toma refrigerante e come moderadamente não faz parte da maioria, não está enquadrado no padrão de consumo, está na contramão do consumo. Hábitos saudáveis são recomendados pelos jornais, revistas, rádio e TV, mas não são objeto de propaganda.</p>
<p>O que preside o mundo, no final, e isso é válido para a alimentação, é o que as grandes empresas determinam. Então, não interessa ao McDonalds, ao BurgerKing e ao Bob´s que comamos uma salada. Temos, mesmo, de comer o sanduíche com carnes cheias de ingredientes químicos, gordura saturada e tratá-lo como se fora a melhor refeição do mundo. Vejo isso no dia a dia, mas sempre me surpreendo com o que as pessoas comem e o que comem.</p>
<p>O mais curioso é que ao mesmo tempo em que estão submetidas a um consumo nada saudável, as pessoas falam sobre saúde, discutem o que fazer, falam da necessidade de terem menos estresse. Não olham, neste caso, o lado da alimentação, fundamental para a saúde de qualquer um. Já disse alguém que você é o que come. E talvez seja exatamente por isso que a população mundial está se tornando obesa, com esta obsidade começando já na infância.</p>
<p>Acho que neste caso virei antiquado. Tento no dia a dia manter uma alimentação mais balanceada, mas estou, também, submetido ao industrial, já que como fora. Mas confesso que, principalmente nas áreas de alimentação de shoppings, acabo me sentindo meio estranho. Afinal, nunca estou com um enorme sanduíche na minha frente, muito menos com fritas e com um refrigerante.</p>
<p>Pensando bem, acho que os outros devem me olhar e se perguntarem: De onde saiu esta criatura? Não se sinto estranho, mas acho que os meus hábitos alimentares e de vida estão, cada vez mais, gerando estranheza. E ela ocorre por não ser igual, mas diferente. Sei que existem muitos iguais a mim, mas infelizmente, ainda somos minoria.</p>


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