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	<title>LINO RESENDE &#187; piada</title>
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		<title>SINAIS EXTERIORES DE POBREZA</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 14:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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O brasileiro, todos dizem, tem a incrível capacidade de rir de si mesmo. Em qualquer circunstância é capaz de fazer ou de contar uma piada, sair com uma tirada bem humorada. E faz isso indo das piores às melhores situações, não deixando de lado o comportamento das pessoas, suas crenças, trabalho, paixões, enfim, é capaz [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/sinais-exteriores-de-pobreza/" title="Permanent link to SINAIS EXTERIORES DE POBREZA"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/12/pobre.jpg" width="300" height="449" alt="Post image for SINAIS EXTERIORES DE POBREZA" /></a>
</p><p>O brasileiro, todos dizem, tem a incrível capacidade de rir de si mesmo. Em qualquer circunstância é capaz de fazer ou de contar uma piada, sair com uma tirada bem humorada. E faz isso indo das piores às melhores situações, não deixando de lado o comportamento das pessoas, suas crenças, trabalho, paixões, enfim, é capaz de resumir tudo em uma frase engraçadas, que faça rir e que descontraia o ambiente.</p>
<p>Se é algo marcante do brasileiro &#8211; e acho que é &#8211; isso não significa que todos não tenhamos alguns momentos de mau humor. Alguns, é certo, mais que os outros. Até existem aqueles que costumeiramente são ranzinzas, mas isso, pelo que dizem os entendidos, não é a norma, mas a exceção que a confirma. Um bom exemplo de humor cáustico ou não são os milhares de emails que circulam pela internet. Acho que já disse aqui que tenho um amigo que os recebe todos e, por isso, cuida de me abastecer com o que circula.</p>
<p>Nestes dias recebi dele um email que mostra, no comportamento das pessoas, o que determina o que poderíamos chamar de sinais exteriores de pobreza. Ou dizendo as coisas de maneira mais crua: comportamento de pobre. Talvez você já os tenha visto, mas como achei interessante resolvi reproduzi-los aqui, no blog. E nisso não vai nenhum desrespeito a quem é menos aquinhoado ou para usar uma expressão norte-americana, quem é menos rico. Olhem bem e verão que, ricos ou não, já cometemos algumas delas. Então, não se direcionam efetivamente a quem é pobre, mas a quem tem determinado tipo de comportamento. Confira os sinais exteriores de pobreza:</p>
<ul>
<li><strong>Degustação em supermercad</strong>o</li>
<li>Sabe aqueles balcõezinhos que de vez em quando aparecem no supermercado sempre com uma mocinha simpática e sorridente oferecendo alguma tranqueira pra você experimentar?  Pois é, pobre adora isso. Quem é pobre adora comer qualquer coisa de graça. Uma tristeza&#8230;</li>
<li><strong>Comprar iPhone no MercadoLivre</strong></li>
<li>Fala sério&#8230; Isso é caso pra internar. Você acha que um iPhone de verdade custa R$ 299,00??? Em qual planeta você vive? Além de pobre, é retardado.</li>
<li><strong>Telha e tijolo</strong></li>
<li>A combinação é perfeita. Pobre atrai telha e tijolo feito ímã. Todo pobre que se preza tem que ter uma pilha de tijolo e telha no quintal.</li>
<li><strong>Inclusão digital!</strong></li>
<li>Inclusão digital é nada mais, nada menos do que um bando de pessoas pobres tendo acesso de alguma forma (como Lan Houses de R$:1,00 a hora, escolas públicas e etc.) a computadores com internet. Isso pode parecer bom, mas&#8230; Veja o que fizeram com o Orkut. Transformaram um site legal em um verdadeiro depósito de cyberlixo.</li>
<li><strong>Grudar o sabonete velho que está acabando no novo que acabou de abrir</strong></li>
<li>Esse comportamento, na verdade, não precisa explicação. Ou precisa?</li>
<li><strong>Sandália Havaiana!</strong></li>
<li>Meu amigo, presta atencão: só pode passear no shopping de sandália havaiana quem é rico. É fashion! Já o pobre passeando de havaiana é mulambento.</li>
<li><strong>Usar terno no fim de semana!</strong></li>
<li>Ou é pobre ou é evangélico&#8230; Cruz credo! Rico só usa terno no escritório ou em casamento.</li>
<li><strong>Tapete na parede!</strong></li>
<li>Compra na 25 de março um legítimo tapete persa made in paraguay e põe na parede, para ninguém pisar.</li>
<li><strong>Festa no McDonalds!</strong></li>
<li>Só pobre acha que festa naquela porcaria de lanchonete é chique. O cara comemora o aniversário dos filhos no Mc Donald&#8217;s fica controlando o que a pirralhada come e depois soma os presentes recebidos para ver se a festa não deu prejuízo.</li>
<li><strong>Lavar carro no fim de semana!</strong></li>
<li>Santa pobreza! Voce já viu alguém da Barra da Tijuca ou Leblon lavando o carro? Em qualquer dia da semana que seja? Quem tem grana, manda lavar.</li>
<li><strong>Tá zerinho-zerinho!</strong></li>
<li>A criatura desorientada mantém por 15 anos colado no pára-brisa do automóvel aqueles selos de controle de qualidade, para fingir que comprou o carro &#8220;zero quilômetro&#8221;.</li>
<li><strong>Viajando de avião!</strong></li>
<li>Quando viaja de avião, pela Gol, com passagem financiada em 15 vezes sem juros, põe no bolso aquelas pavorosas barrinhas de cereais pra dar pros filhos.</li>
<li><strong>Strogonoff!</strong></li>
<li>Se você perguntar a alguém qual é o prato favorito e responder &#8220;istrogonofi&#8221; pode ter certeza é pobre!</li>
<li><strong>Crediário na C&amp;A!</strong></li>
<li>Fala sério! Só por que a Gisele Bünchem e a Daniela Sarahiba aparecem na TV, você acha que é roupa de rico? É roupa de pobre! Quase o fundo do poço, pois o fundo fica na Sulanca, lá em Pernambuco.</li>
<li><strong>Usar camisa de time na segunda-feira!</strong></li>
<li>Putz&#8230; Que nojeira! Usar a camisa do Corinthians ou Flamengo, na segunda-feira, só pra zoar a galera do trabalho, é típico de quem mora na Freguesia do Ó ou em Rocha Miranda !</li>
<li><strong>Vou de Mercedes para o trabalho!</strong></li>
<li>Com certeza, o canastrão que solta essa pérola está se referindo ao ônibus&#8230; Quem tem Mercedes, não fala que tem. Tem Classe A, tem A 160, CLK, e por aí vai&#8230; Quem tem Mercedes, tem até medo de falar que tem&#8230;</li>
<li><strong>Laje!</strong></li>
<li>Tem palavra que mais denota a pobreza do que&#8230; laje??! Por favor, se sua casa ainda não está pronta, seja mais refinado e diga: &#8220;Meu imóvel está na estrutura básica&#8230;&#8221; ou, simplesmente: &#8220;Ainda não está pronta&#8221;&#8230; Jamais diga: &#8220;Só tem a laje!&#8221;.</li>
<li><strong>Samantha, Melanie, Jenniffer, Camille, Grace!</strong></li>
<li>Sacanagem com a criança! Botar esses nomes é muito pobre e brega! Coloca um nome simples de todo mundo falar! O que há de errado com os nomes mais simples como: Maria, Ana, etc?</li>
<li><strong>Pobrema ou ploblema, iorgute, táuba, resistro, impim, mortandela, mendingo, tóchico, chalchicha, berruga, imbigo, framengo, curíntcha, fruzão, menas (esse é o pior), largatixa&#8230;</strong></li>
<li>Palavras mais utilizadas e daí vemos&#8230;é pobre! Se não é pobre, é pobre e ignorante, porque todo mundo pode aprender que não é menas, é menos; que não é resistro, é registro; que não é impim, é aipim; que você vai saltar no próximo ponto, não &#8220;soltar&#8221;!!! Pedir para essas pessoas falarem palavras simples como paralelepípedo, helicóptero é uma afronta. Até porque não repetem a última sílaba mesmo. Fica qualquer coisa como helicópi, paralelepípo e por aí vai&#8230; Sem contar que nomes como Wellington, Washington, Wilson e Milton se tranformam em Uélitu, Uóchintu, Uílso, e Miltu&#8230;   Camões se revira no túmulo a cada vez que ouve&#8230;</li>
</ul>
<p>Sim, é puro preconceito, dirá você. E está certo. Toda as afirmações embutem, é verdade, preconceito. Mas que tipo de brincadeira, piada ou jogo não tem uma determinada dose de preconceito. E é destacando este tipo de comportamento, gerando o estranhamento, que se faz humor. Não rimos das gafes do Presidente Lula? Não vivemos apontando as besteiras que os narradores de futebol dizem na televisão? Neste caso, os pobres &#8211; e muitos que não o são &#8211; têm comportamentos assemelhados. Quem já não colou os sabonetes que atire a primeira pedra? Ou quem não sucumbiu e levou os filhos para uma festa no McDonalds?</p>
<p>Na verdade, são comportamentos comuns adotados, em algum momento, por todos nós, seja torcendo para um time, seja querendo construir sua casa, que é o sonho de quem não a tem, ou mesmo pronunciando as palavras. Devemos nos lembrar que a fala é diferente da escrita e que a língua formal difere da língua usada no dia a dia, que é mais solta, não se prendendo a tantas regras. Enfim, embora embutam um forte preconceito, não deixam de ser engraçadas. Ou não?</p>


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		<title>Educação, interpretação e as adjacências</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nível educacional das pessoas, o pouco conhecimento e a má qualidade da educação têm sido temas deste blog. Já listei, por exemplo, as bobagens que os estudantes escreveram na avaliação feita pelo Enem e também já critiquei o nível de educação no Brasil, pois acho que o Estado não dá a ela a devida [...]


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/educacao-como-produto/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Educação como produto'>Educação como produto</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O nível educacional das pessoas, o pouco conhecimento e a má qualidade da educação têm sido temas deste blog. Já listei, por exemplo, as bobagens que os estudantes escreveram na avaliação feita pelo Enem e também já critiquei o nível de educação no Brasil, pois acho que o Estado não dá a ela a devida importância.</p>
<p>Se as pessoas não sabem é porquê, muitas vezes, não tiveram a oportunidade de aprender. Então, não devíamos criticá-las, mas entendê-las. Só que, como bons brasileiros, podemos perder um amigo, mas jamais perdemos a piada. E digo isso a partir da conversa com um amigo, recentemente.</p>
<p>Casualmente, disse-lhe que precisava passar em uma farmácia para comprar um xampu específico, receitado por uma dermatologista e que tenho de usar, pelo menos por algum tempo, duas vezes por semana. O que estava usando, havia acabado e precisava comprar um outro. E neste caso o específico era por não ser um xampu, digamos assim, normal, mas medicinal.</p>
<p>Meu amigo riu. E eu fiquei meio sem entender o porquê. Perguntei, então. E ele explicou: Teve uma empregada que, ressaltou, era ótima, mas nada estudada e embora inteligente, não se podia dizer que ela dominava as palavras, falando errado e se o vocabulário era mais apurado, não o entendendo.</p>
<p>Um dia, contava o meu amigo, ela estava ouvindo rádio enquanto trabalhava e ouviu um aviso da empresa local de energia avisando que, em um determinado dia, o fornecimento iria ser suspenso em determinados bairros e em suas adjacências. Interessada, ela começou a prestar atenção no aviso querendo saber se o bairro onde morava iria ou não ser afetado.</p>
<p>Como estes avisos são repetidos várias vezes e são feitos para vários bairros, ela ouviu, mais de uma vez, o adjacências. Sem entender, virou-se para a mulher do meu amigo e perguntou: Dona Maria, onde é que fica esse tal de adjacências? Nunca ouvi falar neste bairro não e olha que lá vai faltar energia muitas vezes.</p>
<p>Meu amigo, que não pode ser classificado como discreto, caiu na gargalhada, o que foi acompanhado de um olhar reprovador da mulher. Divertido, então, ele explicou à empregada que adjacências, afinal, não era um bairro, fornecendo o seu significado.</p>
<p>Ao ouvir, a empregada emendou: Seu João, se é assim por que eles não falam direito e dizem que irá faltar a energia nos bairros e perto deles? É. Ela tem razão. Às vezes, achamos que estamos sendo claros e acabamos complicando as coisas.</p>
<p>Apesar de rir do desconhecimento de sua empregada, meu amigo lamentou muito quando ela deixou sua casa e reclamou que, além de demorar para arranjar uma outra, ela teve de aprender tudo, inclusive as comidas que ele mais gosta. A Joana, neste caso, fez falta.</p>
<p>Depois dessa, só resta desejar um ótimo final de semana a todos.</p>


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		<title>Razões para (não) se exercitar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1474" title="Razões para (não) se exercitar" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg" alt="" width="215" height="431" /></a>No Brasil, a piada de português é comum. Nelas, nossos patrícios são, sempre, menos inteligentes. Dizem que em Portugal é inverso e nós, brasileiros, é que somos motivo de piadas. De um e de outro lado, o humor é usado e, embora às vezes possa ser pesado, acaba não prejudicando o bom relacionamento entre brasileiros e portuguêses.</p>
<p>Não envolvendo humor, uma das coisas que todos sabemos é que exercício faz bem. Uma caminhada diária, uma corrida moderada, frequentar a academia e se exercitar só faz bem. E isso é tão verdade aqui, no Brasil, como em Portugal. Também o é em outros países. Daí a recomendação de que nos exercitemos, evitando a obesidade, considerada uma epidemia mundial.</p>
<p>Mas o que tem a ver os portugueses com tudo isso? É simples. Vem de lá, da terrinha, algumas observações muito bem humoradas sobre exercícios físicos. Nelas, há no mínimo criatividade. Confira-as:</p>
<ul>
<li>Está provado que por minuto de exercício, aumenta-se o nosso tempo de vida em um minuto. Isso permite-nos que aos 85 anos possamos ficar mais 5 meses num lar de terceira idade pagando 200 contos por mês.</li>
<li>A minha avó começou a andar cinco quilômetros por dia quando tinha 60 anos. Agora tem 97 anos e não fazemos a menor idéia onde é que ela está.</li>
<li>A única razão por que voltei a fazer exercício, foi para voltar a ouvir respiração ofegante<br />
Inscrevi-me num ginásio o ano passado, gastei cerca de 40 contos. Não perdi nem um quilo. Parece que é preciso ir lá.</li>
<li>Eu tenho que me exercitar logo de manhã, antes que o meu cérebro perceba o que eu estou a fazer.</li>
<li>Gosto de longos passeios, especialmente quando são dados por pessoas que me chateiam.</li>
<li>Tenho ancas flácidas, mas felizmente o meu estômago esconde-as.</li>
<li>A vantagem de nos exercitarmos diariamente é que se morre mais saudável.</li>
<li>Se vai percorrer um país a pé, escolha um país pequeno.</li>
<li>Eu não me exercito porque faz o gelo saltar do meu copo.</li>
</ul>
<p>E então, o que achou? Eu as achei interessante e, por isso, é que as estou publicando. Ri bastante delas e espero que aconteça o mesmo com vocês. Mas que elas sirvam de inspiração para que, todos nós, continuemos com os exercícios físicos.</p>
<p>Afinal, todos nós precisamos de boa saúde.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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