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	<title>LINO RESENDE &#187; pesquisas</title>
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		<title>Olhando o nada importante</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 13:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ciência e as pesquisas que ela nos proporciona são muito importantes, certo? Errado. Depende do que se pesquisa. Se é o canto dos grilos, para os identificar, ou a constatação de que baleias emitem sons diferentes à vista de objetos diferentes, não creio que sejam assim tão fundamentais. Como notícia, são engraçadas, não há dúvida, e nos chama a atenção, mas é puro desperdício de dinheiro. Aliás, como na constatação do nascimento de um tubarão de uma mãe virgem ou no fato de para as aranhas o tamanho do órgão genital importar na hora do acasalamento. O fato é que a ciência está cheia de fatos e de pesquisas estranhas, indo do desenvolvimento de um peixe transparente, passando pelas flexões dos lagartos na hora do namoro e chegando aos cães que sentem quando estão sendo injustiçados. Nada disso é importante, mas nós as lemos. Com isso, mesmo olhando para o que não é importante, nossa atenção é chamada para ela. Então, o que você acha? Sabe de alguma pesquisa sem importância?


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Imagine se alguém vai ler o que se escreve começando com um título desses? Se hoje não lemos o que é importante, então não há muita chance de que o nada importante seja lido. Apesar disso, é do que vou falar, começando por uma pesquisa a que um especialista tem dedicado anos e anos: identificar os grilos pelo som que emitem. A propósito, qual é o som que os grilos fazem e como ele se chama? Se você souber, por favor, me diga. Mas, na verdade, isso não é importante,  tampouco o é a pesquisa, feita por um professor de Taiwan, que tem a maior coleção do mundo de, adivinhem, grilos. O que me aconteceria se não tivesse lido esta notícia?</p>
<p>A propósito ainda de grilos, uma coisa que você talvez não saiba é que, na China, eles são uma iguaria, vendidos fritos inclusive nas feiras populares. E são, também, personagens de renhidas lutas, que atraem muita gente, daí o fato de serem criados e treinados para as &#8220;arenas&#8221; chinesas. E o que você deve saber é que, em bandos, eles podem ser, se não mortais, pelo menos devastadores. Mas chega de grilos. Vamos falar de peixe e, mais especificamente, de tubarão. Pois não é que um cientista descobriu que um deles havia nascido de uma mãe virgem. É isso mesmo. Ela não tinha tido sexo com um macho, mas ficou grávida e dessa gravidez nasceu um tubarãozinho. A prova? Um exame de DNA feito no bicho. Que surpresa, não? Notícia muito importante.</p>
<p>Saiamos um pouco do mar e voltemos à terra e a duas notícias nada importantes. A primeira é que os cães &#8211; dizem que são os melhores amigos do homem &#8211; sabem quando seus donos estão sendo injustos com eles. E a comprovação vem de uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos. Tais como as crianças e os macacos, eles sentem quando estão sendo injustiçados. Impressionante e capaz de nos fazer refletir seriamente sobre como nos comportamos em relação aos cães. E a segunda? É sobre aranhas &#8211; lembram-se do filme Aracnídeos? &#8211; para quem o tamanho é muito importante na hora do sexo. E quem descobriu isso? Advinhou se disse que mais uma pesquisa científica.</p>
<p>E como o assunto é sexo, que tal falarmos dos lagartos, ainda continuando na terra? Sobre eles, o que as últimas pesquisas descobriram é que são uns exibidos e que fazem flexões para chamar a atenção das fêmeas, principalmente se estão em lugares com muito barulho. Então, fica decidido que, a partir de agora, quando você ver um lagarto fazendo flexões é porque ele está interessado. Não, não é em você, mas em uma fêmea da sua (dele) espécie.</p>
<p>Voltemos ao mar e falemos das baleias. No Japão, cientistas descobriram que uma baleia beluga faz diferentes sons, dependendo dos objetos que lhe são mostrados. O que eles não descobriram, ainda, é o que o som quer dizer. Provalmente, ela deve estar entediada de toda hora ficarem mostrando coisas diferentes. E que tal um traje a prova de água para um pinguim? Mas, espera aí, os pinguins já são impermeáveis. Pelo menos é o que o Discovery Channel nos diz. Mas neste caso, o bicho estava ficando careca e, para sua proteção, os cientistas desenvolveram um traje que vai impedir que se molhe. O que dirão os seus (dele) colegas? Certamente, pela importância do fato, ele vai ser muito gozado. Mas, peraí, pinguim não é gente.</p>
<p>E para finalizar uma outra pergunta: Qual é a melhor forma de você ver uma doença? Cientistas estão respondendo a esta pergunta desenvolvendo um peixe que é transparente. Como podem ver todo o seu interior, podem, também, ver como determinada doença nele se desenvolve. Se vão conseguir curá-la é outra questão, mas podem documentar, direitinho, o que ocorre. Bom, imaginemos que dê certo. Será que o próximo passo será criar um ser humano transparente. E não é, aqui, no sentido figurado, não. É transparente mesmo.</p>
<p>Vêem como a ciência e as pesquisas que ela desenvolve são importantes? E tal importânci se reflete nas notícias sobre o que os pesquisadores estão fazendo, informando-nos do maravilho desenvolvimento que a ciência tem conseguido em todo o mundo. Agora, falando um pouco mais sério: Nos casos aqui relatados &#8211; talvez com exceção do peixe transparente &#8211; a ciência não está fazendo bom uso do dinheiro destinado às pesquisas. Certamente há coisas muito mais importantes para ser pesquisadas. Você concorda? A propósito, como deve ser um filé de peixe transparente?</p>


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		<title>No ar, mas ainda com bugs</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Digamos que isso é um update do que vai acontecendo com o blog. Se vocês deram uma olhada &#8211; e espero que tenham dado &#8211; verão que quase tudo está certo. Os artigos estão publicados e o conteúdo do antigo blog, replicado, sem que nada se perdesse.
Este é o lado bom de tudo. O que [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Digamos que isso é um update do que vai acontecendo com o blog. Se vocês deram uma olhada &#8211; e espero que tenham dado &#8211; verão que quase tudo está certo. Os artigos estão publicados e o conteúdo do antigo blog, replicado, sem que nada se perdesse.</p>
<p>Este é o lado bom de tudo. O que não é tão bom é que ainda existem alguns bugs. Um deles, que não consegui resolver e estou buscando ajuda do desenvolvedor do tema é para a repetição dos textos (excertos) na parte em que é mostrado um primeiro artigo da categoria e, ao lado dele, os títulos de mais alguns outros. Embora o texto esteja repetido o link está certo e ao se clicar no Leia Mais&#8230; abre-se o artigo correto. Ainda bem, não?</p>
<p>Ao lado dos problemas, existem novidades. Uma delas é a colocação do gravatar na barra lateral, mostrando a imagem adotada por quem comenta. Achei que ficaria mais interessante. Para quem não tem um gravatar, aparece um bonequinho. Eu gostei do resultado, mas para que ele cumpra seu objetivo é preciso que os comentaristas tenham um gravatar. Não tem? O que está esperando para fazer o seu?</p>
<p>Outra novidade não está na capa ou primeira página do blog, mas nos comentários. Embaixo de cada um deles tem um Responda e Quote. No primeiro caso, você pode comentar o comentário, ampliando a conversação do blog e falando diretamente com quem está participando. E no segundo caso, pode citar o que alguém disse nos comentários. Nos dois casos, o que você disser irá aparecer como na listagem dos comentaristas do blog, tornando-o, de verdade, uma conversação.</p>
<p>Aos poucos, e como já havia comentado, outras novidades irão surgir. É o caso das pesquisas, que já teve um ensaio, mas que saiu do ar. Elas irão voltar abordando sempre assuntos da atualidade. Conto, neste caso, com a participação de todos. Diferentemente do que aconteceu no blog anterior, elas não irão virar artigos. Mas seus resultados ficarão disponíveis para todos.</p>
<p>A mudança, no final, acabou sendo dolorosa e muito mais problemática do que imaginava. E tem dado bastante trabalho, desde a mudança do tema, sua tradução e adaptação, até a transferência para o novo endereço, com problemas no servidor. No final, no entanto, o que conta é que o blog voltou ao ar. E que, on line, poderei, como fiz no antigo, ir trabalhando nele, acrescentando coisas, mudando, arranjando-o de modo a que fique mais atrativo.</p>
<p>A cara, como todos já viram, mudou bastante. O conteúdo, no entanto, pode até sofrer algumas variações, mas a idéia é manter o foco anterior, falando de tudo, mas sempre na minha visão das coisas, sejam elas do cotidiano, sejam da blogosfera ou da ciência.</p>


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		<title>Dando a volta por cima</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/militar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1463" title="Brasileiros confiam nos militares" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/militar.jpg" alt="" width="232" height="454" /></a>As pesquisas de opinião pública são ótimas para indicar o retrato de uma situação de momento. Com elas podemos saber, por exemplo, a preferência do brasileiro, indo da postura sexual à política. Podemos, também, saber quem é favorito para uma eleição e o que os eleitores mais desejam para os seus municípios.</p>
<p>Se estas pesquisas são públicas e publicadas, existem vários outros casos em que elas servem para indicar tendências e permitir que empresas e governos se antecipem, tomando iniciativas e iniciando ações que irão atender ao desejo da população, do público, do eleitor ou de um determinado segmento social. Podemos, ainda, ter um retrato do que o cidadão pensa de suas várias instituições.</p>
<p>E foi para saber o que o brasileiro pensa de algumas instituições que o Ibope, um dos mais reconhecidos institutos de pesquisa brasileiros, foi às ruas e ouviu os brasileiros. No final, um resultado que, pelo menos para mim, foi surpreendente. A instituição em que o brasileiro mais confia é nos militares. Fiquei surpreso por ter vivido na época em que os militares estavam à frente do país e da péssima imagem que tinham e que mantiveram por muito tempo.</p>
<p>A democracia, neste caso, parece que fez bem a eles. E os militares voltaram a ser admirados. Deram, assim, a volta por cima, recuperando a imagem. E conseguindo, nesta recuperação, ficar à frente de instituições como a mídia &#8211; meios de comunicação &#8211; e Igreja Católica. Um dado interessante, e que mostra o interesse que o tema desperta, é a confiança nos ambientalistas. Eles ocupam o quarto lugar, depois dos militares, da mídia e da Igreja.</p>
<p>Aparentemente, para as gerações mais novas, os militares não mais carregam a mancha de terem derrubado um Governo legítimo, o de João Goulart, e de terem, em alguns momentos, imposto o terror e a censura a todo o Brasil. O regime militar, a ditadura, ficou para trás. Tornou-se, na verdade, história. E ela acabou apagando o papel que os militares exerceram.</p>
<p>Em 20 anos, saíram da estigma para a estima. Sem dúvida, uma bela mudança, fruto, certamente, da mudança da mentalidade dos brasileiros. E do fato de termos toda uma geração que não viveu o regime militar, não viveu a censura, não viveu o medo. Fica, neste caso, o papel institucional dos militares. O que eles fizeram &#8211; e, faça-se justiça, não foram todos &#8211; virou história.</p>


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