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	<title>LINO RESENDE &#187; mudança</title>
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		<title>DE ZERO A 10 E DE VOLTA AO ZERO</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 13:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Daqui a pouco mais de dois meses, no dia 13 de abril,  este blog faz mais um aniversário, o quarto. E com a proximidade dele, olhei um pouco atrás para ver como é que as coisas andaram desde o seu início, começando pela lembrança da afirmação de que estava entrando na modernidade. Como todo início, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/de-zero-a-10-e-de-volta-ao-zero/" title="Permanent link to DE ZERO A 10 E DE VOLTA AO ZERO"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/blogani.jpg" width="300" height="450" alt="Post image for DE ZERO A 10 E DE VOLTA AO ZERO" /></a>
</p><p>Daqui a pouco mais de dois meses, no dia 13 de abril,  este blog faz mais um aniversário, o quarto. E com a proximidade dele, olhei um pouco atrás para ver como é que as coisas andaram desde o seu início, começando pela lembrança da afirmação de que estava entrando na modernidade. Como todo início, ele partiu do zero. Primeiro, com considerações sobre o que seria feito e como isso seria feito, escolhendo-se plataforma de publicação, tema e definindo que tipo de conteúdo teria. Feitas as definições, a <a title="Iniciando um blog" href="http://linoresende.jor.br/iniciando-um-blog/" target="_blank">jornada começou</a>. Mas como anda ela, agora?</p>
<p>Há algum tempo, por sobrecarga de trabalho e falta de tempo &#8211; afinal, o tempo é uma coisa escassa hoje em dia &#8211; o blog foi perdendo ritmo. O engajamento inicial, com blogagens coletivas, com chamamento à ação, com participação constante nas conversas da blogosfera, com o contato mais pessoal, foram ficando de lado. Os posts, que eram diários, foram sendo feitos em intervalos, mas às vezes, nem isso era possível. O que aconteceu, então, é que toda a movimentação do blog foi diminuindo.</p>
<p>Se fizermos um comparativo da trajetória do blog com um gráfico poderíamos dizer que ele saiu do zero, chegou ao 10 e, graças à inação, está retornando ao zero, ao seu início. Será que isso significa hora de mudança? Tenho pensado nisso. E acho que sim. Não falo de mudança física, no modelo, por exemplo. Como disse no post em que <a title="(Quase) uma volta ao início" href="http://linoresende.jor.br/quase-uma-volta-ao-inicio/" target="_blank">anunciei a sua adoção</a>, considero o tema muito bom, pois une o texto do post principal com vários outros assuntos publicados. Também não acho que o conteúdo deva mudar, afinal, ele já é variado e, desde o início, tem uma característica marcante, que é a minha visão pessoal sobre vários temas, sejam eles importantes ou simples divertimento.</p>
<p>Então, o que fazer? Acho que ao decidir ter um blog e mantê-lo por quatro anos, comprometi-me, de certa forma, com aqueles que o frequentam, que participa(ra)m. O blog criou &#8211; como tem de acontecer com este tipo de publicação &#8211; uma comunidade. E eu a deixei de lado. Isso explica a chegada a um pico e, depois, o movimento descendente. Na verdade, não foi a comunidade que mudou, mas eu e, com isso, o próprio blog. E isso tem me incomodado, ao ponto de estar fazendo este texto.</p>
<p>Mas por que tudo isso? A resposta é que, novamente e aos poucos, vou retomar o contato com a comunidade, participar das conversas, sugerir campanhas, liderá-las, se for o caso. E dar maior atenção às participações, aqui e alhures. O tempo dos post, por enquanto, não muda, mas vou procurar manter a regularidade de pelo menos três vezes por semana. Fica aqui, e de público, a promessa e, como meu pai dizia, promessa á dívida. De momento, estou caminhando para umas férias, o que significa que o blog irá ficar ao Deus dará durante pelo menos 15 dias. Na volta, no entanto, ele passará por alguns pequenos ajustes e, ao mesmo tempo, se engajará, buscando uma maior participação nas conversas, no que acontece com a comunidade que criou e com a própria blogosfera.</p>
<p>Não sei se isso é uma boia coisa, ou não. De qualquer forma, como venho pensando na questão, decidi compartilhá-la e reiniciar um caminho que não tem o objetivo de levar o blog ao ponto 10, novamente, mas sim de incrementar a participação, a conversa, a interatividade, a discussão de assuntos que julgue merecedor de atenção. E para começar, já chamo a atenção para a eleição deste ano e, com ela, o nosso engajamento para que nãos sejam eleitos candidatos com ficha suja. Vou produzir um banner e disponibilizá-lo no blog para quem o quiser adotar. Acho que é um bom começo, mas isso irá acontecer só em março.</p>
<p>Então, desejem-me boas férias. Em março estarei de volta e, prometo, com ações diferentes.</p>


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		<title>INTERNET COMO AGENTE DE MUDANÇA</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 13:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Você se lembra de quando não tínhamos a Internet? À primeira vista a pergunta parece descabida, uma vez que a chamada grande rede está hoje presente em nosso trabalho, no nosso dia a dia e em nossas vidas. Mas ollhando em perspectiva, a expansão da internet e o seu uso intensivo é muito recente. Na [...]


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/quase-tudo-na-internet/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Quase tudo na internet'>Quase tudo na internet</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/internet-como-agente-de-mudanca/" title="Permanent link to INTERNET COMO AGENTE DE MUDANÇA"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/impac.jpg" width="300" height="475" alt="Post image for INTERNET COMO AGENTE DE MUDANÇA" /></a>
</p><p>Você se lembra de quando não tínhamos a Internet? À primeira vista a pergunta parece descabida, uma vez que a chamada grande rede está hoje presente em nosso trabalho, no nosso dia a dia e em nossas vidas. Mas ollhando em perspectiva, a expansão da internet e o seu uso intensivo é muito recente. Na verdade, embora o princípio tenha sido desenvolvido há mais tempo, a Internet como a conhecemos hoje tem menos de 10 anos. E mesmo em uma escala humana isso não é muito tempo, o que não significa que lembremos de como era antes ou de que façamos o caminho de volta, abrindo mão dela e do que nos trouxe.</p>
<p>Se é tão recente, qual a influência da internet? Será que ela mudou a maneira de pensar das pessoas? As perguntas foram colocadas pela Edge, uma fundação que se preocupa com este tipo de questão. Ela reuniu cabeças coroadas nos Estados Unidos e lhes pediu para dizer se a prevalência da grande rede havia contribuído para a mudança no pensamento das pessoas. De tudo o que foi dito &#8211; <a title="World Question Center" href="http://edge.org/q2010/q10_1.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/edge.org/q2010/q10_1.html?referer=');">são vários textos, em inglês, que podem ser encontrados aqui</a> &#8211; o <a title="Gabi e Croc" href="http://blogs.estadao.com.br/gabi-e-groc/2010/01/15/como-a-internet-mudou-a-sua-maneira-de-pensar/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blogs.estadao.com.br/gabi-e-groc/2010/01/15/como-a-internet-mudou-a-sua-maneira-de-pensar/?referer=');">Gabi e Croc</a>, do <a title="Estadao" href="http://www.estadao.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br?referer=');">Estadão</a>, fez um apanhado geral, destacando os principais pontos do que esses bambambãs acham e que tipo de mudança a Internet nos trouxe. O resultado, pensando bem, não chega a ser surpreendente, embora não pensemos nas consequências e mudanças que a internet nos trouxe.</p>
<p>Do apanhado geral, o que mais se destaca é a possibilidade de conexão com outros, da criação de comunidades. A internet é capaz de juntar e conectar as mais distantes pessoas, possibilitando-lhes a criação de comunidades de um determinado interesse. Como já lembrou muito bem <a title="Chris Anderson" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson_%28writer%29" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson_28writer_29?referer=');">Chris Anderson</a> no seu <a title="A cauda longa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa?referer=');">A cauda longa</a>, a internet abriu a oportunidade dos nichos. Se, de um lado, dispersa, fugindo do mainstream, do outro, ajunta, possibilitando a existência de grupos que, fisicamente, não conseguiriam se juntar. Pela rede, isso é possível, como mostram as várias comunidades virtuais das quais todos nós, em um ou outro momento, participamos.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a extensão das funções cerebrais, a melhoria da memória e a criação do que os autores chamaram de consciência coletiva. No primeiro caso, aprendemos a ver várias coisas ao mesmo tempo, transformando-nos em multitarefas. No segundo, mesmo que de forma inconsciente, acabamos participando da formação de um novo tipo de consciência que chamaria de mais aberta e mais universal devido a possibilidade de unir pessoas de vários idiomas e locais. Não sei exatamente se é esse o caminho apontado pelos que responderam à questão da Edge. Mas esta é a minha percepção.</p>
<p>Por fim, dentre os maiores destaques, estão a velocidade e a quase eterna presença da internet e, talvez porisso, traga o tópico seguinte, que é a fragmentação da informação, a distração, o impulso. No caso da velocidade, pergunte-se em quantos minutos você descobre uma informação que procura. Agora, compare este tempo com uma busca física, em jornais, revistas, livros, bibliotecas. A diferença é imensa, além da fantástica diversidade que o <a title="Google" href="http://www.google.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.google.com.br?referer=');">Google</a> nos traz ao digitarmos uma simples palavra. Tudo ficou muito mais veloz, quase instantâneo, mesmo. E o que buscamos está sempre presente, próximo do nosso computador. No caso da fragmentação, ela é a marca da internet, o que nos obriga a juntar pedaços da informação que buscamos, completando-a, o que gera distração, mas também o impulso de saber mais.</p>
<p>As reflexões foram feitas em vários artigos, abrangendo os mais variados aspectos da internet e das mudanças que ela nos trouxe. Ao destacar apenas alguns, quis chamar a atenção para um assunto que não está na nossa reflexão diária e mostrar como uma tecnologia bem recente provocou uma substancial mudança não só na maneira como pensamos, mas também no modo como agimos, interagimos e trabalhamos. Imagine um mundo sem internet, desconectado? Sinceramente, não dá mais para pensar nisso. A grande rede tornou-se não só parte integrante das nossas vidas, mas essencial a ela, ao nosso trabalho, ao entretenimento, ao lazer e a informação. Transformou-se e continua sendo, sem dúvida, um agente de mudança.</p>


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		<title>SINAIS DE FUTURAS MUDANÇAS</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Sempre que se fala sobre política, principalmente envolvendo o seu lado eleitoral, costuma-se ouvir que o brasileiro é alienado, não participante e, por ter em média baixa educação, facilmente manipulável por aqueles que usam o clientelismo como atrativo eleitoral. Aqui mesmo, no blog, estes assuntos já foram discutidos e, com base em pesquisa de fundo, [...]


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</p><p>Sempre que se fala sobre política, principalmente envolvendo o seu lado eleitoral, costuma-se ouvir que o brasileiro é alienado, não participante e, por ter em média baixa educação, facilmente manipulável por aqueles que usam o clientelismo como atrativo eleitoral. Aqui mesmo, no blog, estes assuntos já foram discutidos e, com base em pesquisa de fundo, muito séria, de certa formal, demolidos, notadamente no que ser refere ao clientelismo, que é uma via de mão dupla, com o eleitor exigindo-o para eleger alguém.</p>
<p>Este, contudo, não é o foco de hoje. A política e o comportamento do brasileiro, sim, continuam focado. E isso decorre de uma ampla pesquisa feita pelo <a title="Datafolha" href="http://datafolha.folha.uol.com.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/datafolha.folha.uol.com.br/?referer=');">Datafolha</a>, de que tomei conhecimento através da <a title="Rádio CBN" href="http://cbn.globoradio.globo.com" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cbn.globoradio.globo.com?referer=');">Rádio CBN</a> em um comentário do <a title="Gilberto Dimenstein" href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/gilberto-dimenstein/GILBERTO-DIMENSTEIN.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/gilberto-dimenstein/GILBERTO-DIMENSTEIN.htm?referer=');">Gilberto Dimenstein</a>. Nele, o jornalista faz uma apreciação sobre os números da pesquisa e chama a atenção para dois pontos. No primeiro, a maior preocupação do brasileiro, que é com a saúde. E no segundo, o que mais aprovam no Governo Lula, que é a educação, que ganha dos programas sociais, tipo bolsa família.</p>
<p>Fiquei surpreso com o resultado. Mas concordo com o Gilberto que isso significa uma mudança de postura do brasileiro. Se há, genuinamente, uma maior preocupação com a saúde, isso significa que o assunto irá entrar na ordem do dia. Afinal, no próximo ano teremos eleições e os políticos irão ao encontro do que quer o eleitor. Com isso, a saúde pode ganhar maior atenção. No caso da educação, a percepção de que as coisas vão bem, também é muito interessante, pois mostra a preocupação com o futuro. O cidadão &#8211; ou pelo menos uma parcela significativa deles &#8211; sabem que a educação é fundamental para garantir o futuro.</p>
<p>De um lado e do outro, na preocupação e na aprovação, estes são dois sinais claros de mudanças futuras, com o brasileiro médio valorizando mais os investimentos em infra-estrutura e em atendimento à saúde, direcionando os programas governamentais para esta finalidade, através da percepção dos próprios políticos. E no caso da educação, quando mais ela avançar, melhores eleitores teremos. Tanto em um, quanto no outro caso, teremos eleições mais qualificadas e, com isso, poderemos melhorar a representação política.</p>
<p>A pesquisa mostra sinais claros de mudanças futuras. Isso, no entanto, não quer dizer &#8211; e não acredito nisso &#8211; que acabaremos com o clientelismo. Não, isso não ocorrerá. Alguns políticos continuarão nesta linha, exatamente por encontrarem acolhida no eleitor. A mudança só se dará, mesmo, em um futuro próximo, quando a educação estiver universalizada e funcionar como meio de inclusão, incluindo nela as camadas mais pobres da população. Temos, aqui, um longo caminho, mas pelo que dizem os números da pesquisa, a mudança já começou.</p>
<p>E nós, que somos formadores de opinião, podemos contribuir para esta mudança. Uma forma é esta, de chamar a atenção para a questão, divulgando-a e fazendo com que mais e mais pessoas entendam que a política é feita para a maioria e, nela, está antes de tudo o bem estar da comunidade. Atender a comunidade, então, é prover assistência à saúde, mas também cuidar de prevenir problemas, com investimentos em água, esgotos, calçamento de ruas, melhores moradias, etc. E ganhará mais importância na medida em que as pessoas forem informadas, o que depende, basicamente, da educação.</p>


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