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	<title>LINO RESENDE &#187; menor</title>
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		<title>UM NOVO MEIO DE LEITURA</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Sou daqueles que gostam de ter sempre um livro ao lado. Só que se isso é possível em casa, no dia a dia é quase que impossível tê-los à mão, aproveitando uma espera ou o intervalo entre um e outro compromisso para dar uma &#8220;lidinha&#8221;, avançando no que se está lendo. E como a vida [...]


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/um-novo-meio-de-ser-infiel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: UM NOVO MEIO DE SER INFIEL'>UM NOVO MEIO DE SER INFIEL</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/um-novo-meio-de-leitura/" title="Permanent link to UM NOVO MEIO DE LEITURA"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/iphone.jpg" width="300" height="450" alt="Post image for UM NOVO MEIO DE LEITURA" /></a>
</p><p>Sou daqueles que gostam de ter sempre um livro ao lado. Só que se isso é possível em casa, no dia a dia é quase que impossível tê-los à mão, aproveitando uma espera ou o intervalo entre um e outro compromisso para dar uma &#8220;lidinha&#8221;, avançando no que se está lendo. E como a vida é feita de espera, a gente acaba perdendo ótimas oportunidades de colocar a leitura em dia, avançar no assunto que nos chama a atenção ou, mesmo, &#8220;matar&#8221; o tempo, ocupando-o em percorrer mais algums páginas. E isso, se possível, nos livraria das revistas velhas e fora de época que parecem ser a tônica das recepções.</p>
<p>Bom, as coisas eram assim, mas estão mudando. E o responsável pela mudança é o telefone. Não o fixo, mas o celular. Hoje, ele em tantas coisas que, como muito bem lembra um amigo, você pode até usaá-lo para falar. Pois o celular, pelo menos os mais modernos, está nos proporcionando um novo meio de leitura. Tome-se, por exemplo, o caso do iPhone. Quem frequenta a App Store, a loja virtual voltada para o aparelho e com milhares de pequenos programas, acha aplicativos gratuitos que permitem baixar um ebook &#8211; livro eletrônico &#8211; e lê-lo na tela. Eu estou usando o<a title="Stanza" href="http://www.lexcycle.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.lexcycle.com/?referer=');"> Stanza</a>, um desses programas gratuitos, que além de permitir a leitura, facilita a procura do livro desejado.</p>
<p>Com este novo tipo de leitura &#8211; que está se tornando um hábito &#8211; acabei por descobrir que, mesmo que o ebook que você quer não esteja preparado para o seu telefone existem outros programas que o convertem, permitindo que sejam lidos neste novo meio. É o caso <a title="Calibre" href="http://calibre.kovidgoyal.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/calibre.kovidgoyal.net/?referer=');">Calibre</a>, que também é grátis. Ele pega os livros em PDF ou em formato texto e o transforma, no caso do iPhone, no formato EPUB, permitindo que seja copiado do computador para o telefone. E lido. Existem outros e o Google está aí mesmo para ajudar a encontrá-los. E o melhor é que, normalmente, são de código livre, o que significa que poderá usá-los sem gastar um centavo. Afinal, já basta o preço do telefone, não é?</p>
<p>Ah, mas como fazer para encontrar os livros? Um dos primeiros lugares a se recorrer é o Projeto Gutemberg, que tem milhares e milhares de obras, inclusive uma boa seleção em português. Ele tem duas versões, uma em <a title="Gutemberg Project" href="http://www.gutenberg.org/wiki/Main_Page" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gutenberg.org/wiki/Main_Page?referer=');">inglês</a> e outra em <a title="Projeto Gutemberg" href="http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal?referer=');">português</a>, o que facilita para quem não domina o idioma do Tio Sam. O Gutemberg, por trabalhar estritamente dentro da lei, só tem livros não mais submetidos aos direitos autorais ou, então, que tenham sido publicados com direitos abertos, como o Creative Commons. Mas nele, por exemplo, pode-se encontrar praticamente todos os clássicos, inclusive os brasileiros &#8211; neste caso em português.</p>
<p>Um outro repositório bem interessante é o <a title="Manybooks" href="http://manybooks.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/manybooks.net/?referer=');">Manybooks</a>. A desvantagem é que, neste caso, o idioma é o inglês. Uma busca no Google sobre ebooks indicará uma série de site, inclusive aqueles em que é possível comprar os últimos lançamentos, pelo menos dos que são feitos nos Estados Unidos e em língua inglesa. É o caso do <a title="Fictionwise" href="http://www.fictionwise.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fictionwise.com/?referer=');">Fictionwise</a>. Nela, O Símbolo Perdido (The Lost Symbol), o próximo livro de Dan Brown, que será lançado no dia 15 de setembro, já está sendo vendido a 9,99 dólares. Seguramente um preço menor do que o livro em papel, cuja edição inicial é encadernada e, por isso, bem mais caro. Você pode aproveitar &#8211; e eu já fiz isso &#8211; de livros cedidos pelas grandes editoras. Uma delas, a Harlequin, quem um bom número de livros grátis na sua versão em inglês.</p>
<p>Outra forma de ler bons livros de graça é procurando autores que os tenham liberado. E existem vários na rede. Um deles é especializado em livros de ficção científica, o Scifimatter. Nele, estão relacionados vários autores. Se você gosta do assunto e sabe inglês, experimente <span><a title="Eternity´s End" href="http://www.starrigger.net/Downloads.htm#Eternity" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.starrigger.net/Downloads.htm_Eternity?referer=');">Eternity&#8217;s End</a>, de Jeffrey Carver, que é um belo livro. Bem, aí estão algumas dicas, coletadas a partir do meu interesse em encontrar leitura para carregar no iPhone. No caso dos ebooks outros telefones, sobretudo os mais avançados, também oferecem a facilidade de se ler neles. E isso tem sido facilitado pelas telas maiores. Se quiserem tomar como base minha experiência, posso garantir que experimentei e gostei.<br />
</span></p>


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		<title>Fortões, cérebro, comida e libido</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 14:07:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exerícios físicos e ganho de musculatura estimulam o cérebro, que passa a funcionar melhor, dizem os cientistas. E eles também afirmam que devemos deixar a feijoada de lado, comendo saladas, abolindo a carne vermelha e tornando os alimentos funcionais, comendo-os com o intuito de melhorar nossa saúde. E para completar, informam que a subnutrição diminui a libido. Acho que esqueceram de olhar nas áreas pobres. Nelas, a teroria é outra e a prova é o número de filhos. Será que alguém faz filhos sem libido? É que talvez quem o faça não saiba o que é libido, afinal.


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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Os jornais do final de semana não são um mundo de novidades e quase todos eles investem no que no jargão do jornalismo chama-se de matérias especiais. São reportagens pré-programadas durante a semana que servem ao leitor os mais variados assuntos, indo de um receituário de como obter emprego até a melhor forma de conquistar a simpatia de alguém.</p>
<p>Confesso que isso, geralmente, não me interessa. Uma das matérias publicada neste final de semana, no entanto, chamou minha atenção. A razão foi a afirmação que fazia, dizendo que os fortões &#8211; sim, estas pessos que gostam de exibir os músculos &#8211; estão, na verdade, estimulando o cérebro. Pelas práticas que adotam, eu pensava que era o contrário. Estava errado e a ciência prova que ganhar músculos faz bem ao cérebro, estimulando-o.</p>
<p>Que o exercício faz bem, todos nós sabemos. Que um corpo mais magro, em bom estado físico, é mais saudável do que um obeso, também. Mas daí dizer que os fortões estimulam o cérebro vai um longo caminho. O pior é que, para minha surpresa, a ciência prova isso. E eu creio na ciência, mesmo que o resultado da pesquiça contrarie minha crença. Ou será preconceito.</p>
<p>A notícia não parava por aí. Emendava dizendo que os especialistas estão, hoje, recomendando o que chamam de alimentação funcional, o que quer dizer que passaríamos a comer o que o nosso corpo precisa. Acho que é uma boa medida. Afinal, o alimento deve ser saudável e quando ingerido deve se destinar não só a nos satsifazer, mas a ajudar que nos tornemos ou nos mantenhamos saudáveis. Sim, tudo bem. Mas convença um carnívoro de que ele deve comer verduras e legumes e deixar a carne vermelha de lado?</p>
<p>Nós, humanos, somos racionais, é verdade. Mas quanto se trata de alimentação, nem tanto. Normalmente, nos alimentamos com o que gostamos e deixamos de lado, por melhor que seja para a saúde, os alimentos que não nos agradam. Se fôssemos racionais, ninguém comeria, por exemplo, uma feijoada. Com certeza, ela não faz bem à saúde. Mas a maioria não consegue resistir. Mas os cientistas continuam insistindo, e provam com pesquisas, que devemos comer de forma funcional. Será que eles fazem isso?</p>
<p>Bom, mas a notícia não parou por aí e trouxe, ao seu final, uma afirmação ainda mais surpreendente: quem não se nutre de forma adequada, perde a libido. Como? O que? De quem? Acho que há algum equívoco aqui. E acho que isso é fácil de mostrar. Basta ver no Brasil as áreas mais pobres e o número de filhos que cada família tem. Em várias áreas falta comida, mas os filhos abundam. Quem é que perdeu a libido?</p>
<p>Tá certo, eu acredito que os fortões estimulam o cérebro, que a comida deve ser funcional e no que a ciência diz. Mas acho que no caso da subnutrição, que é um problema sério em todo o mundo &#8211; com exceção de alguns poucos países &#8211; as coisas não funcionam como os cientistas dizem, não. Se funcionasse, o número de filhos e de crianças seria bem menor.</p>
<p>A sensação que fique, no final, é de que a ciência &#8211; e isso é certo &#8211; busca resposta para tudo. Mas quanto mais ela se aprofunda, mais questões surgem. E os cientistas também podem errar, principalmente quando querem confrontar a realidade e tirar exemplos do primeiro mundo ou de áreas mais ricas para as mais pobres. Acho, até, que entre os mais pobres, incluindo os subnutridos, ninguém sabe o que é libido. Então, continuam a vida.</p>


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		<title>Mais duro do que o aço</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine um papel, idêntico ao de embrulho, que pode conter vários litros de leite sem se romper. E isso sem nenhum tratamento adicional, como as embalagens atuais, que levam metal e plástico e servem para empacotar quase tudo o que consumimos. Se isso acontecer, imagine o ganho ambiental, a economia de papel e a economia [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/papel.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1472" title="Papel mais duro do que o aço" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/papel.jpg" alt="" width="215" height="414" /></a>Imagine um papel, idêntico ao de embrulho, que pode conter vários litros de leite sem se romper. E isso sem nenhum tratamento adicional, como as embalagens atuais, que levam metal e plástico e servem para empacotar quase tudo o que consumimos. Se isso acontecer, imagine o ganho ambiental, a economia de papel e a economia que todos faremos.</p>
<p>Um sonho, não é? Pois é exatamente a este sonho que estamos nos aproximando. E isso se deve a uma pesquisa desenvolvida no Instituto Real de Tecnologia, de Estocolmo, na Suécia. O professor Lars Berglund, que está a frente da pesquisa, afirma que o &#8220;nanopapel&#8221; é mais forte do que o aço. Ele explica que os papéis convencionais, feitos de celulose, são baseados em um polímero cristalino da glucose, que revestem as plantas.</p>
<p>Em uma escala microscópica, explica, esse polímero pode ser extremamente forte, com fibras que podem suportar mais peso e estresse do que um fio de aço, por exemplo. O que os pesquisadores estão fazendo é um novo tipo de processamento das fibras da celulose, que são tratadas em nível molecular. E este tratamento a torna até mil vezes mais forte do que uma fibra convencional.</p>
<p>Submetidas a um tratamento químico, o papel resultante do processo é capaz de suportar estresse de 214 megapascals, uma medida de resistência dos materiais. No caso do aço, esta resistência é de 130 megapascals. Os pesquisadores afirmam que, ao lado de criar um novo e resistente papel, a nova fibra resultante do processo que desenvolveram pode ser combinada com outros materiais, tornando-o mais forte e mais barato, como é o caso do plástico.</p>
<p>Um outro aspecto do que os pesquisadores estão chamando de &#8220;nanopaper&#8221; é que suas fibras têm poros &#8211; espaços &#8211; maiores, o que facilita sua secagem e a torna mais barata. Nestes dois processos há, também, uma redução de custo de produção. Mais uma vez, há reflexo no custo final do produto. Como a celulose é um dos materiais mais abundantes do planeta, o nanopaper tem potencial de se transformar em um produto barato, capaz de substituir outros materiais.</p>
<p>E no final, há, ainda, um ganho extra, por se tratar de um material orgânico e totalmente degradável. E como a celulose, hoje, é retirada de florestas plantadas, podemos ajudar na preservação de florestas naturais. (Via <a title="Science" href="http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2008/609/1" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2008/609/1?referer=');">Science</a>, em inglês)</p>


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