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	<title>LINO RESENDE &#187; jornal</title>
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		<title>MANIFESTO DOS 40 AOS 60</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 14:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/manifesto-dos-40-aos-60/" title="Permanent link to MANIFESTO DOS 40 AOS 60"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/05/carteira.jpg" width="300" height="365" alt="Post image for MANIFESTO DOS 40 AOS 60" /></a>
</p><p>Nesta semana, procurando um documento que precisava consultar, acabei me deparando com uma velha carteira de trabalho &#8211; algo que está meio em desuso hoje &#8211; e acabei me surpreendendo ao vê-la. Curioso, fui olhar as anotações e, numa delas, constatei algo que achava que ia acontecer mas que, na verdade, já aconteceu. A data foi 01 de fevereiro, portanto há três meses.</p>
<p>O que a data diz? Que neste dia, no distante ano de 1969, eu comecei o meu primeiro emprego com carteira assinada. São, portanto, mais de 40 anos de trabalho ininterruptos, passando de um pequeno período de experiência para um trabalho mais permanente, na área administrativa e até chegar, nos anos 70, a uma redação de jornal, onde fiquei por longos anos até começar, em 1999, uma outra atividade, agora não mais como empregado.</p>
<p>O curioso disso tudo, olhando para trás, é que nunca planejei fazer o que fiz. Tomemos, por exemplo, a profissão de jornalista. Ela chegou quase que por um acaso. Na época, eu estava desempregado e um jornal de Vitória, A Gazeta, estava recrutando novos repórteres. Decidi fazer o teste e um mês depois tinha virado jornalista &#8211; na época o curso e, como consequência, o diploma em jornalismo não eram exigidos.</p>
<p>Só em uma redação foram quase que 30 anos, passando por vários setores, mas a maior parte do tempo na área de Política, local e internacional. Fui da área de Economia, de Cidades, do Caderno Dois, fiz crítica de restaurantes, criei a primeira coluna sobre informática no jornal e fiz várias outras coisas, inclusive sair para o concorrente, o jornal A Tribuna, onde fiquei pouco tempo, retornando a A Gazeta.</p>
<p>O que descobri é que tenho de trabalho e de profissão mais tempo do que muita gente tem de vida. Afinal, 40 anos, como diria minha saudosa mãe, não são 40 dias. Acrescendo a isso o fato de que, exatamente devido ao tempo de trabalho, também a idade avança, posso dizer que, se fosse fazer um manifesto sobre isso seria, certamente, o que diz o título, um manifesto dos 40 aos 60. O primeiro número, pelo trabalho. O segundo, pela idade, que estou chegando bem próximo.</p>
<p>Não costumo, neste espaço, falar muito de mim mesmo. Na barra lateral tem um pequeno resumo do que sou e do que fiz. Não acho que o que faço deva ser objeto de discussão, de conversas. Mas 40 anos de trabalho, do que me orgulho muito, é um bom tempo e queria contar para vocês. Olhando em perspectiva, sou o que sou graças ao que fiz. E tenho, de novo, muito orgulho de tudo o que foi feito, das escolhas que fiz. Se tivesse de começar, asseguro que faria tudo de novo, evitando alguns erros, é claro.</p>
<p>A vida, graças a um trabalho duro, me deu muito. E hoje o trabalho está incorporado ao que sou. Faço o que gosto e gosto do que faço, o que, sem dúvida, é uma grande vantagem. Afinal, muita gente nem faz o que gosta, nem gosta do que faz. E, neste momento, se há alguma coisa para ser dita, ela deve olhar o futuro e, nele, vejo mais trabalho, que vou continuar fazendo, talvez em ritmo menos intenso, mas sem dúvida, não pensei, não penso e acho que não vou pensar em parar, me aposentar, deixar de ter uma atividade produtiva.</p>
<p>E você,  quandos anos de trabalho tem? Gosta do que faz? Faz o que gosta? Vamos conversar sobre isso, trocando experiências e falando de nossas atividades. Se revelei um pouco do que sou, quero, em troca, saber um pouco de vocês. E então, vamos conversar?</p>


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		<title>Pensando o impensável</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Todos sabem da minha ligação com o jornalismo, de um modo particular, e com a comunicação, de uma maneira geral. Passei boa parte da minha vida dentro de uma redação exercendo diversas tarefas e contribuindo, durante este período, para transformar o jornal A Gazeta, de Vitória, no Espírito Santo, em uma referência e no mais importante veículo de comunicação do Estado, o que, infelizmente, já não é mais.</p>
<p>Como jornalista &#8211; que é o que efetivamente sou &#8211; o exercício da informação e do jornalismo sempre tem minha atenção. E ela foi chamada para um artigo publicado por Clay Shirky, um especialista dos Estados Unidos no que podemos chamar de novos meios, ou seja, a internet. O que Shirky discute é a possibilidade de os jornais fazerem uma transição e sobrevivem a esta mudança.</p>
<p>Vivemos, acha ele, uma revolução. E como em todas as revoluções, nem os revolucionários podem prever o que vai acontecer. E é este o cenário para os jornais, o que Shirky chama de &#8220;cenário impensável&#8221;, traçando um paralelo com a mudança provocada pela invenção do tipo móvel por Gutenberg. Depois dele, o mundo não foi mais o mesmo, apesar das afirmações que as coisas não eram como pareciam ser.</p>
<p>Clay Shirky, especificamente em relação aos jornais, chama a atenção para esta transição que mudou o mundo e lembra que uma pequena invenção, o de tipos menores, possibilitando que os livros se tornassem portáteis, provocou uma revolução. Em relação à mídia impressa, ela não tem como concorer com a internet, o que leva à quebra do seu modelo de negócio, que é muito caro, exigindo grandes investimentos e tendo custos elevados.</p>
<p>É esta discussão, que acho importante e que Shirky conduz muito bem que está no seu artigo. Como o achei importante e pensei que o assunto poderia interessar a outras pessoas, jornalistas ou não &#8211; afinal, todos nós estamos sendo atingidos por esta revolução &#8211; é que solicitei e obtive autorização de Clay Shirky para traduzir o seu texto e colocá-lo à disposição dos que o queiram ler. Na barra lateral você verá um link que leva a um PDF do artigo &#8211; <a title="Jornais e pensando o impensável" href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/jornais-pensando.pdf" target="_blank"><em><strong>Jornais e pensando o impensável</strong></em></a> -, podendo lê-lo diretamente no navegador ou baixando-o para o imprimir e ler com toda calma.</p>
<p>Leiam o artigo. Acho que ele vai surpreender e permitir uma reflexão sobre as mudanças que estão ocorrendo nos negócios e no mundo a partir da criação de um novo meio de baixo custo e alta utilização. O que será dos jornais e da mídia impressa? Leia o artigo e conclua e, de quebra, veja o que Shirky diz a respeito do jornalismo e dos jornalistas.</p>
<p>Ao término do texto, antes de traduzi-lo, fiquei pensando se ele terá ou não razão. Reconheço, no entanto, que o que diz está efetivamente acontecendo. O que acontecerá? Eu, sinceramente, não sei. E se alguém souber, por favor, me conte. Acho, de outro lado, que os novos meios oferecem ótimas oportunidades &#8211; como é o caso dos blogs.</p>
<p>Leia o artigo. Na minha opinião ele é indispensável para entender o que está acontecendo à mídia impressa, de uma maneira geral, e aos jornais em particular. Vale a pena. Garanto.</p>
<p><strong>MAIS UM ANIVERSÁRIO</strong></p>
<p>Dentro de mais alguns dias este blog estará completando três anos de publicação. São, durante este tempo, quase que 800 artigos diferentes, com quase 13 mil comentários. Tanto em um quanto em outro caso &#8211; artigos e comentários &#8211; eles falam &#8211; o que é a proposta do blog &#8211; dos mais variados assuntos. Aniversário é tempo de presente, não é? E que vai ganhá-los são os frequentadores deste espaço.</p>
<p>O primeiro é o artigo do Clay Shirky sobre mídia impressa, jornais, jornalismo e internet. Vem por aí, também, uma mudança na página Academia. Nela, todos os textos serão disponibilizados em PDF e o espaço vai ganhar um reforço com a publicação do livro <strong>Mídia, Ditadura e Contra Hegemonia</strong>, resultado da minha dissertação de Mestrado em História Política.</p>
<p>Tem mais, mas ainda não vou contar.</p>


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		<title>Será que é mesmo assim?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 22:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maioria das mulheres, segundo pesquisa publicada no Espírito Santo, admitem que já foram ou são amantes, portanto, têm um relacionamento extra, fora do oficial. Os números me surpreenderam e os contrapus aos publicados pelo cientista Alberto Almeida, que apontam o brasileiro como conservador, mostrando que, quando se fala de sexo, ele não adota este tipo de comportamento. Quem está certo? Acho que o cientista, mas admito que a partir do século XX muita coisa mudou e que as mulheres estão, a cada dia, mais iguais que os homens.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O século XX, como sabemos e como registra a história, foi marcado por uma revolução nos costumes e pelo avanço da mulher na vida diária, saindo de casa e ocupando, cada vez mais, o seu espaço, seja no mundo do trabalho, sejam nos outros mundos criados, mantidos e frequentados durante muito tempo só pelos homens. As mulheres conquistaram o seu espaço, se impuseram e passaram, em muitas circunstâncias, disputar de igual para igual com os homens.</p>
<p>Esta mudança indispôs alguns homens, ainda dominados pelo espírito machista. Mas gostando ou não, todos temos de conviver com esta mudança, que levou à mudança de hábitos e de comportamentos. Uma delas, a se crer na pesquisa publicada pelo jornal <a title="A Tribuna" href="http://www.redetribuna.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.redetribuna.com.br?referer=');">A Tribuna</a>, de Vitória, foi no relacionamento entre dois e destes com terceiros.</p>
<p>A questão posta era do relacionamento, digamos, extraconjugal. A pergunta direta era se, das entrevistadas, tinham sido ou eram amantes, significando, neste caso, um segundo relacionamento, fora do &#8220;oficial&#8221;. Fiquei surpreso com as 67% das mulheres respondendo que, sim, já foram ou são amantes, um índice, confesso, que achei muito alto. E me perguntei: será que é mesmo assim?</p>
<p>A julgar pelas pessoas com quem convivo, a resposta é não. O jornal, no entanto, não deu detalhe do perfil da pesquisa, apenas reproduzindo o seu número e, sequer, informou onde ela foi feita. Como tem credibilidade, acredito que seja séria e, por acreditar nisso é que fiquei mais surpreso. Das 67% que dizem ter sido ou que são amantes, 50% confessaram que não querem ser a &#8220;oficial&#8221;, preferindo o relacionamento paralelo.</p>
<p>Cai por terra, ainda a se crer na pesquisa, aquela imagem de a mulher enganada, que não sabia ser a outra, pois 52% confessaram que sabem da existência da oficial e que não se importam com isso. Olhando a situação a partir de um extenso levantamento feito pelo cientista político Alberto Carlos de Almeida, publicado em <a title="Somos o que pensamos" href="http://linoresende.jor.br/somos-o-que-pensamos/" target="_blank">A cabeça do brasileiro</a>, as brasileiras não são assim, não.</p>
<p>O que o levantamento mostra, tanto do lado masculino, quanto do feminino, é que somos, na maioria, conservadores e isso significa que não tomaríamos, homens e mulheres, comportamentos como estes relatados na pesquisa publicada pelo jornal. O conservadorismo se aprofunda quando se fala em sexo e em relacionamento afetivo. O que predomina é o conceito de fidelidade, tanto do lado masculino, quanto do feminino.</p>
<p>Temos, então, duas posições. De um lado, o levantamento feito pelo cientista político e, de outro, o do jornal. Eles se desmentem e o segundo põe as mulheres muito, mas muito mais liberais do que aponta o primeiro. Acho que relacionamentos começam, terminam e até podem ocorrer &#8211; como efetivamente ocorrem &#8211; fora do oficial. Mas daí a extrapolar e afirmar que este é o comportamento da maioria, é diferente. Sinceramente, não creio que seja assim.</p>
<p>E você, o que acha? Pensa que a traição e o relacionamento fora do &#8220;oficial&#8221; é a norma, como aponta a pesquisa? Ou acredita que homens e mulheres são mais fiéis do que o apontado, concordando com o que afirma o cientista Alberto Almeida? Ah, e o que acha que está mudando no relacionamento entre homens e mulheres? Vamos discutir o assunto.</p>


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