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	<title>LINO RESENDE &#187; infecção</title>
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		<title>UMA AMEAÇA MUITO PRESENTE</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Não sei se você leu ou viu, mas fiquei espantado com os novos números sobre segurança de computadores, publicados pela mídia a partir de um relatório da Symantec, empresa especializada em segurança da internet. Em seu Relatório sobre Ameaças de Segurança na Internet a empresa mostra que as ameaças à nossa segurança virtual só fazem [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/uma-ameaca-muito-presente/" title="Permanent link to UMA AMEAÇA MUITO PRESENTE"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/infecta1.jpg" width="300" height="585" alt="Post image for UMA AMEAÇA MUITO PRESENTE" /></a>
</p><p>Não sei se você leu ou viu, mas fiquei espantado com os novos números sobre segurança de computadores, publicados pela mídia a partir de um relatório da Symantec, empresa especializada em segurança da internet. Em seu <a title="Ameaças na internet" href="http://www.symantec.com/pt/br/business/theme.jsp?themeid=gin&amp;ptid=tab3" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.symantec.com/pt/br/business/theme.jsp?themeid=gin_amp_ptid=tab3&amp;referer=');">Relatório sobre Ameaças de Segurança na Internet</a> a empresa mostra que as ameaças à nossa segurança virtual só fazem aumentar e que, no caso da América Latina, o Brasil é, disparado, o primeiro gerador do que ela chama de códigos maliciosos<span style="color: #000000;">.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em números globais, e os dados são de 2008, foram detetados mais de 1,6 milhão de novos códigos maliciosos. Sim, são o que nós chamamos comumente de vírus e que estão, a cada dia, mais difíceis de barrar.  Para se ter uma idéia do que representa este volume de novas pragas, ele sozinho representa 60% de tudo o que havia sido identificado pela empresa nos anos anteriores. Então, pense: em um ano, só nele, foram criados 60% de todos os vírus conhecidos e detetatos na internet. Impressionante, não? Mas também assustador para todos nós que estamos na rede e que podemos ser atingidos por estes &#8220;pequenos seres&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Uma outra informação importante &#8211; e que contribui para assustar um pouco mais  &#8211; é que do total de ameaças identificadas, mais de 90% tinham uma única finalidade: roubar dados do seu &#8211; e do meu &#8211; computador, usando-os depois. Desse total, 76% destinavam-se à obtenção de dados financeiros, sobretudo de contas bancárias, inclusive com a &#8220;leitura&#8221; do teclado para identificar senhas utilizadas. O relatório, na verdade, serve sobretudo como um alerta, nos dizendo que devemos ficar mais e mais cuidadosos, escolhendo os programas certos de deteção de &#8220;códigos maliciosos&#8221; e procurando adotar medidas preventivas de segurança, impedindo a infecção.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O maior cuidado deve ser tomado por quem trabalha em ambiente Windows. É para ele que se concentra a maior parte &#8211; na verdade, quase a totalidade &#8211; dos vírus e outras pragas que assolam nossos computadores. Os outros sistemas operacionais, sobretudo Mac OS e Linux, têm muito menos ameaças, mas elas, mesmo assim, existem. Os cuidados devem envolver, ainda, o spam. Ainda segundo a Symantec, 80% de todos os emails enviados no mundo são spams. Deles, o campeão absoluto continua sendo os Estados Unidos, embora nos últimos anos tenha diminuído o número deste tipo de email lá gerado. O Brasil é o responsável por cerca de 5% a 7% do total de spams gerados no mundo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Olhar de perto os spams é importante, também, porque são eles, muitas vezes, que trazem embutido os vírus e os chamados códigos maliciosos. Seja oferecendo uma foto &#8211; de quem, alilás, você nunca viu &#8211; ou seja pedindo dados que alguns incautos dão, os spams acabam resultando para quem os produz. Existe até uma estatística mostrando que, entre os milhões de emails enviados, sempre há algum retorno. E são eles, também, que acabam contribuindo para uma economia clandestina, permitindo que bandidos de todas as partes do mundo se aproveitem do que não é seu.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A propósito desse assunto, a <a title="Click Online" href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/8073841.stm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/8073841.stm?referer=');">BBC</a> mostrou, nesta semana, que os spammers estão conseguindo passar pelos vários tipos de controles estabelecidos, como a obrigatoriedade de se digitar uma palavra ou uma combinação de letras e números. A TV britânica mostrou anúncios de jornais buscando especialistas em furar este tipo de controle. O que querem, na verdade, é fazer com que o spam fique mais eficiente. No final, juntando as ameaças de um lado, os spams do outro e unindo-os, chegamos onde chegamos, de elevação do nível de ameaça que sofremos quando ligamos nossos computadores à Internet ou recebemos um email.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O que os números nos indica é que, em se tratando de segurança, vale o velho ditado: Todo cuidado é pouco.<br />
</span></p>


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		<title>PERIGOS VIRTUAIS DE TODO DIA</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Um dos problemas recorrentes que todos nós que usamos computadores &#8211; e eles estão se tornando realmente indispensáveis &#8211; é a segurança. A cada dia o número de ações maliciosas aumenta, com hackers, phisers e outros que tais tentando ganhar acesso aos nossos dados, utilizando-os em seu proveito e nos causando problemas.
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<li><a href='http://linoresende.jor.br/multimidia-no-seu-pulso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Multimídia no seu pulso'>Multimídia no seu pulso</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/perigos-virtuais-de-todo-dia/" title="Permanent link to PERIGOS VIRTUAIS DE TODO DIA"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/virus.jpg" width="400" height="281" alt="Post image for PERIGOS VIRTUAIS DE TODO DIA" /></a>
</p><p>Um dos problemas recorrentes que todos nós que usamos computadores &#8211; e eles estão se tornando realmente indispensáveis &#8211; é a segurança. A cada dia o número de ações maliciosas aumenta, com hackers, phisers e outros que tais tentando ganhar acesso aos nossos dados, utilizando-os em seu proveito e nos causando problemas.</p>
<p>Se de um lado há a ameaça pessoal, de outro convivemos com o crescente número de virus. Precisamos ter todos os cuidados, evitando a infecção. Mas tudo o que fazemos não é suficiente e sempre há a possibilidade de um desses organismos virtuais penetrarem em uma máquina, causando problema. Eu mesmo vi isso acontecer do meu lado. O resultado foi a necessidade de troca de computador.</p>
<p>Hoje, para cada medida de defesa há uma infinidade de ataques. E tanto é assim que as empresas dedicadas à segurança estão sempre um passo atrás de quem, do outro lado, cuida do desenvolvimento deste tipo de ação, seja em relação a virus ou a outros programas mal intencionados.</p>
<p>Se você acha que as coisas não podem piorar, se enganou. Há uma semana pesquisadores divulgaram que é possível infectar a placa mãe de um computador e que também existe um virus cujo alvo são os modens de alta velocidade. Isso é o hoje, mas como foi o ontem?</p>
<ul>
<li>1989: PC Cyborg Trojan &#8211; O virus, depois de instalado no computador, impedia o acesso aos arquivos, o que só era possível com uma contribuição financeira para o seu desenvolvedor.</li>
<li>1990: Chameleon &#8211; A família Chameleon modificava a si mesma, assim que se instalava, dificultando sua detecção, começando uma história de virus polimórficos.</li>
<li>1995: Concept &#8211; Mudou o conceito de infecção, passando-o dos arquivos executáveis, isto é, programas, para outros arquivos, como os documentos de texto e foi através dele que se espalhou.</li>
<li>1998: Back Orifice &#8211;  O primeiro virus que permitiu que alguém, de forma remota, controlasse a máquina em que estava instalado.</li>
<li>2000: I Love You &#8211; Um dos que se espalharam mais rapidamente, obrigando a constante atualização dos anti-vírus. Com ele, começou a surgir o conceito de praga virtual.</li>
<li>2001: Nimda &#8211; Tirando proveito de duas falhas de segurança, o Nimda conseguia infectar servidores de páginas web e ainda se espalhar por e-mail sem que fosse necessária a execução do anexo. Além disso, tinha a capacidade de infectar pastas na rede local e programas armazenados no disco rígido.</li>
<li> 2001: Zmist &#8211; Talvez tenha sido a técnica de infecção mais avançada e mais complicada criada, gerando dificuldades de detecção e de extirpação, após a infecção.</li>
<li>2003: Hacker Defender &#8211; O objetivo era o de defender o virus que já havia contaminado o computador. Ele esconadia pastas de arquivo e, de acordo com seu criador, quis mostrar as fragilidades dos anti-vírus.</li>
<li>2003: Blaster e Welchia &#8211; A primeira infecção feita diretamente da internet usando, neste caso, falhas do Windows.</li>
<li>2003: Agobot &#8211; A primeira infecção tipo bot, com a criação de redes zumbis utilizando, de novo, brechas no sistema Windows.</li>
<li>2003: Spy Wiper / Spy Deleter &#8211; O início dos falsos softwares de segurança, que se apresenta como algo destinado a dar segurança ao computador, mas na verdade faz o contrario.</li>
<li>2005: Aurora &#8211; Uma espécie de programa espião que monitorava os anúncios nas páginas de internet vista de um determinado computador. E ainda tentava eliminar os concorrentes. Acabou virando um caso de Justiça e sua criadora foi fechada.</li>
<li>2008: Conficker &#8211;  Infectou milhões de computadores, inclusive através de pen drives e obrigou a Microsoft a mudar o sistema de inicialização do Windows. De difícil desativação.</li>
<li>2009: Psyb0t &#8211; Explora senhas fracas e softwares antigos para infectar modens ADSL e roteadores. É a mais nova praga na praça.</li>
</ul>
<p>E então, qual é a sua experiência com virus? Já teve sua máquina infectada? Qual o problema que lhe causou? Eu já tive vários problemas com virus e, no ultimo, ele acabou obrigando a troca de uma máquina usada em casa. Foi bom, pois saímos do PC para o Mac, que é bem mais seguro. (Com base em dados do portal <a title="Portal G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/g1.globo.com/Noticias/Tecnologia?referer=');">G1</a>, da coluna de <a title="Altieres Rohr" href="http://www.linhadefensiva.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.linhadefensiva.org/?referer=');">Altieres Rohr</a>)</p>
<p><strong>UM POUCO MAIS DE INFORMAÇÃO</strong></p>
<p>Promessa, dizia meu pai, é dívida. E como prometi acrescentar informações ao blog, estou fazendo isso. Primeiro, foi o artigo do Clay Shirky sobre o futuro da mídia impressa, já disponibilizado há algum tempo e cujo link está na barra lateral. Agora, são mais dois trabalhos. O primeiro é a minha dissertação de mestrado em História Social das Relações Políticas, feito na Universidade Federal do Espírito Santo, em que falei da ação de um jornal &#8220;nanico&#8221; no Espírito Santo, passeando pelo clima reinante durante a ditadura e o que acontecia na imprensa, de um modo geral. Se você se interessar, o link para o trabalho está na barra lateral e ele se chama <strong>Mídia, Ditadura e Contra Hegemonia</strong>. Se o ler, me diga o que achou. Sua opinião é importante.</p>
<p>Um segundo trabalho &#8211; cujo link também está na barra lateral &#8211; é a monografia de conclusãod e curso das jornalistas Marina Laviola e Manu Drumond. Nele, elas falam sobre o blog, tomando-o como exemplo de exercício de jornalismo e dizendo que, sim, os blogs são meios jornalísticos, também. Como o trabalho mostra o universo dos blogs, achei interessante disponibilizá-lo aqui, com a devida autorização de suas autoras.</p>
<p>Espero que aproveitem os dois.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O mal que faz um beijo</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 12:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beijar é bom, não? Mas você já pensou que um simples beijo pode transmitir uma série de doenças? E que quanto mais íntimo ele for, maiores a possibilidade de infecção? Não, não estou brincado. É sério. E este é o outro lado do beijo, para o qual nunca nos atentamos. Uma matéria na imprensa capixaba me chamou a atenção para isso e fiquei surpreso ao não ter pensado antes no assunto que, à primeira vista, pode assustar. Mas como convivemos com possibilidades de infecção toda hora, todo dia, vamos relaxar. E aproveitar o final de semana, que está chegando, para fazer o que a maioria gosta, que é beijar.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Quantas vezes você já observou um casal dando um longo beijo, mostrando sua paixão? Certamente, muitas. O beijo, no rosto, como amigo, ou na boca, fruto de um relacionamento amoroso, é uma presença constante no nosso dia a dia. Nós próprios o praticamos e vemos amigos, conhecidos e desconhecidos praticá-los, o que torna o beijar uma coisa muito natural, pelo menos no Brasil e nas cidades.</p>
<p>Pode se afirmar, sem medo de errar, que beijar é bom. E nem cabe perguntar: Quem não gosta de um beijo? Mas, como tudo na vida, o beijo também tem o seu outro lado, para o qual nunca olhamos ou não prestamos a atenção. Se é uma manifestação de amor, de carinho e de camaradagem, ele pode, também, ser o veículo de uma infecção, da transmissão de uma doença, enfim, pode dar causa a um problema.</p>
<p>Promovendo o contato, mais rápido em alguns casos, mais prolongados ou íntimos, em outros, o beijo pode ser um ótimo meio para a transmissão de uma série de doenças. A cárie, por exemplo, é uma delas. Se alguém a tem e beija outra pessoa, pode transmiti-la, transferindo as bactérias responsáveis por comerem parte dos nossos dentes, furando-os e causando-nos problemas.</p>
<p>Em relação às doenças bucais, há toda uma série delas que podem ser transmitidas via beijo. É o caso da gengivite, uma inflamação da gengiva que pode provocar a perda dos dentes. Através dele podemos ser infectados pela tuberculose ou, simplesmente, por uma gripe. O vírus das duas são transmitidos via oral e o contato dos lábio pode fazê-lo passar de uma para outra boca.</p>
<p>Tem mais: faringite, laringite, amigdalite e meningite &#8211; todas inflamações &#8211; também podem ser transmitidas pelo beijo. E o mesmo acontece com o vírus da hepatite do tipo H e B. Crescendo o grau de periculosidade, outra infecção que o beijo pode causar é da sífilis, um dos males mais difíceis de controlar. Ou, então, uma uretite. Não sei se você sabe, mas a terminação ite nestas palavras, com exceção da hepatite, significa que a doença provoca uma inflação. Laringite é uma inflamação da laringe, pois.</p>
<p>Todas as doenças que são infecto-contagiosas, isto é, são transmitidas pelo contato direto entre as pessoas, podem, em princípio, ser repassadas de uma para outra pessoa através do beijo. Dá prá pensar, não? Afinal, se olharmos bem &#8211; e talvez sem que o saibamos &#8211; um gesto de carinho, a demonstração de amor pode, no final, significar uma doença e um problema para quem amamos.</p>
<p>O fato &#8211; e tiro por mim &#8211; é que não pensamos neste outro lado do beijo. E foi isso que me chamou a atenção para uma matéria publicada na imprensa capixaba. Nela, especialistas indicavam que tipo de infecção poderia ser transmitida com o ato de beijar. A maioria das indicações são as aqui relatadas. Ah, e um detalhe: quando mais íntimo e apaixonado o beijo, maiores chances de transmissão de doenças.</p>
<p>Bem, parece assustador, não? Talvez não seja tanto assim. Afinal, tudo é capaz de nos infectar. Pense no teclado do computador onde estou digitando este texto. Ele é imundo, contendo vários tipos de bactérias. Nem por isso vou ficar doente ao usá-lo. O mesmo se dá com o beijo. Beijar não significa ser infectado. Mas é bom sempre ter presente que pode acontecer. Aliás, como qualquer outra ação na vida ela sempre traz algum tipo de consequência. Então, é melhor saber o que pode acontecer.</p>
<p>Uma coisa a mais: Se quiser saber um pouco mais sobre o beijo, como beijar, técnicas de beijo, etc. dê uma pesquisada no <a title="Google" href="http://www.google.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.google.com.br?referer=');">Google</a>. Eu fiz isso e o resultado foi mais de 4,5 milhões de páginas que falam do assunto. Tem muita bobagem. Mas tem ótimas informações.</p>
<p>E encerrando: O final de semana está chegando. Então, aproveite-o bem, inclusive para beijar a pessoa amada. Um beijo é sempre uma recompensa.</p>


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/de-onde-vem-o-mal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: De onde vem o mal'>De onde vem o mal</a></li>
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