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	<title>LINO RESENDE &#187; idade</title>
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		<title>INICIANDO UMA NOVA DÉCADA</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/iniciando-uma-nova-decada/" title="Permanent link to INICIANDO UMA NOVA DÉCADA"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/11/avos.jpg" width="300" height="560" alt="Post image for INICIANDO UMA NOVA DÉCADA" /></a>
</p><p>Meu avô materno criou duas famílias. Primeiro, a sua própria, com mais de 10 filhos. Depois, ajudou a criar a de um filho, também farta. Nessa tarefa dedicou a maior parte de sua vida, só deixando-a quando, nos dois casos, todos estavam adultos e encaminhados. Na época, ele já tinha netos e fez a opção de, liberto dos afazeres familiares, viajar. &#8220;Padrinho&#8221;, como eu o chamava &#8211; pois era, na verdade, meu padrinho de batismo &#8211; aproveitou a vida, viajou muito, conheceu lugares e pessoas, mas sempre voltava à origem.</p>
<p>Ele era, também, um bom contador de histórias, talvez até por tê-las contado infinitas vezes, primeiro para os filhos e, depois, para os netos que também foram seus filhos. Eu gostava de ouvi-lo e isto já foi <a title="O retrato do meu avô" href="http://linoresende.jor.br/o-retrato-do-meu-avo/" target="_blank">objeto de assunto</a> no blog. De certa forma, ele foi o meu espelho, onde me olhei para tomar uma série de ações ao longo da vida. Mas por que tudo isso agora? É que exatamente agora estou iniciando mais uma década, ainda bem longo da idade do meu avô, mas, espero, caminhando para ela.</p>
<p>A propósito de idade e de vida, nunca me imaginei com anos à frente, como seria a vida, o trabalho, a família. Não que não pensasse no futuro, pois pensei nele, e muito, agindo para a sua realização, inclusive em relação a família e filhos. Mas estive longe de imitar o meu Padrinho que, concluído o seu trabalho, optou por uma outra atividade que o gratificava, que era viajar, ver os netos, filhos, parentes e conhecer novos lugares. O gosto pela viagem, é verdade, eu tenho. E fui a lugares que meu avô sequer sonhou em conhecer. Fui mais longe que ele, não só imitei como superei os seus passos.</p>
<p>Mas em outros aspectos, estou longe dele. E fico, agora, imaginando como será o futuro, os caminhos que irei percorrer, as tarefas que irei cumprir e, sobretudo, se, como meu avô, chegarei com saúde e lucidez aos mais de 90 anos &#8211; na verdade, ele morreu dormindo aos 96. Graças ainda à mudança de idade, fico olhando para trás e vendo o que fiz. Não criei duas famílias, mas fui e sou responsável por uma e, no caso dos filhos, apliquei o que meu avô me dizia, que era prepará-los para viverem sua própria vida. Acho que nisto consegui sucesso.</p>
<p>Ao completar mais uma década e iniciar outra, tenho orgulho do que sou, do que fui e do que fiz. Fiz opções e tomei decisões que me trouxeram onde estou hoje. Certas ou erradas &#8211; e acho que foram certas &#8211; elas ajudaram a fazer o que sou hoje. E para elas, desde há muito, sempre tive o total apoio da família, a compreensão dos filhos, o suporte dos amigos. Acho que, olhando em perspectiva, isso me traz uma tranquilidade de, ao longo deste tempo, ter feito &#8211; ou pelo menos procurado fazer &#8211; o que acho correto.</p>
<p>Olhando o que fez e o que dizia o meu avô, hoje o entendo muito mais. O retrato que fiz dele, idealizado ou não, me ajudou na longa travessia feita até agora. Mas não foi só ele. O suporte recebido dos meus pais, o apoio da família, as amizades variadas, tudo contribuiu para me fazer o que sou hoje. A tudo só tenho de agradecer, afinal, tenho mais que muitos.</p>
<p>Ao completar mais um ano de vida e iniciar uma nova década, o melhor que tenho a dizer é Muito Obrigado. À vida, ao trabalho, à família e ao mundo que me permitiu ser o que sou. E que, certamente, me permitirá continuar para, talvez, amanhã, me enquadrar o retrato do meu avô.</p>


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		<title>Indagações, ciência e conhecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que nós sabemos? Se olharmos bem, a única coisa certa é que não sabemos nada. E o que sabemos muda a cada instante, principalmente se olhado do ponto de vista científico. Desse modo é muito mais seguro e confortável alicerçar-se em uma crença religiosa, que muda menos e traz mais certezas. Afinal, existe sempre um ser superior que é o responsável pela ação. O conhecimento traz dúvidas, incertezas, mas não deixa, também, de ser uma crença, às vezes fundamentado, outras nem tanto. Então, qual a opção a se fazer? Escolher a ciência ou a religião? Ou ficar com as duas, combinando o que é, em princípio, incompatível?


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>De onde viemos? A pergunta tem uma resposta fácil para muitos. São os que atribuem o nascimento e desenvolvimento da vida na terra a uma entidade superior, não a um processo de evolução. Ao lado da primeira pergunta vem sempre uma outra, questionando como evoluímos e uma terceira, que indaga ao que nos destinamos. São questões que sempre perpassaram a existência humana e que continuam despertando os mais diferentes comportamentos.</p>
<p>Deixemos o lado religioso, que no meu entender não cabe discutir, e olhemos o lado da ciência. O que na verdade nós sabemos? Se olharmos a primeira questão, muito pouco. O que há é pura especulação e muitas vezes teoria conflitante. Uma, por exemplo, fala do surgimento da vida na terra ou muito próximo dela. Outra, nas profundezas do mar. Estarão certas? Ou estarão erradas? Não dá para afirmar. São teorias, bem construídas mas que não podem ser provadas, a menos que o homem consiga recriar a sopa original que permitiu o aparecimento da vida.</p>
<p>Nesta perspectiva e após milhares de anos de pesquisas sérias temos mais indagações que certezas. Por exemplo: qual é a idade da terra? Ou por que algo como o oxigênio, que pode ser mortal, transformou-se em essencial para a vida terrena? Se o lado físico da ciência, por assim dizer, nos causa tantas dúvidas, o que dizer do que não é sólido, que não pode ser testado?</p>
<p>É o caso do surgimento do universo. Será que foi como diz a Bíblia? Ou existe uma explicação científica? Sim, ela existe. Mas não pode ser testada. Então, acaba se transformando em mais uma crença. Aliás, este é o ponto fulcral da questão: a ciência, como a religião, é um conjunto de crenças. Os cientistas crêem que detêm o conhecimento e que podem explicar os vários fenômenos que nos cercam.</p>
<p>E a partir das crenças alinham explicações, algumas testáveis, outras não. E quanto acontece de testes dizerem coisas que contrariam um experimento anterior? E olha que a ciência está cheia disso, com um dia alguém dizendo que chocolate faz mal e, no outro, que faz bem. Um diz que exercícios são benéficos, outro que podem causar problemas. A não ser nas poucas coisas em que concorda, a ciência pode, também, ser contraditória.</p>
<p>E nós, diante de tudo isso, como ficamos? Temos de eleger crença e definir se cremos no conhecimento, naquilo que a ciência aponta como sendo verdade, ou optamos por crer que uma força superior impulsiona o mundo. Às vezes podemos, até, combinar as duas coisas que, para alguns, são excludentes O fato é que vivemos das dúvidas, sejam olhando puramente do lado científico ou mesmo do religioso.</p>
<p>Fé, já disse alguém, é a capacidade de se crer no que não se vê. Esta é a base de toda crença e fundamenta as religiões. Mas, se olharmos bem, é também a base do conhecimento científico. Ele parte de uma crença e constrói, com base em fatos, um conhecimento, que ganha o status de verdade científica. Pelo menos até ser contestada e derrubada por outra verdade.</p>
<p>Neste universo de indagações, onde a única certeza é que nada é permanente e que tudo muda, a crença religiosa pelo menos pode dar maior estabilidade às pessoas. Crendo no que não vêm, conseguem segurança para suas convicções e ações de vida. Quem opta pela ciência traz sempre uma indagação no final de qualquer afirmativa.</p>
<p>Podemos dizer que o conhecimento, aqui entendido como conhecimento científico, provoca sempre uma dúvida, pois é do cerne da ciência indagar, contestar, procurar o novo, buscar erros, apontar acertos e, com isso, contribuir para a mudança. Vivemos, então, entre a estabilidade da crença religiosa e a mudança da científica. E tanto em um quanto em outro caso a única coisa que sabemos é que nada sabemos.</p>


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		<title>Razões para (não) se exercitar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil, a piada de português é comum. Nelas, nossos patrícios são, sempre, menos inteligentes. Dizem que em Portugal é inverso e nós, brasileiros, é que somos motivo de piadas. De um e de outro lado, o humor é usado e, embora às vezes possa ser pesado, acaba não prejudicando o bom relacionamento entre brasileiros [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1474" title="Razões para (não) se exercitar" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg" alt="" width="215" height="431" /></a>No Brasil, a piada de português é comum. Nelas, nossos patrícios são, sempre, menos inteligentes. Dizem que em Portugal é inverso e nós, brasileiros, é que somos motivo de piadas. De um e de outro lado, o humor é usado e, embora às vezes possa ser pesado, acaba não prejudicando o bom relacionamento entre brasileiros e portuguêses.</p>
<p>Não envolvendo humor, uma das coisas que todos sabemos é que exercício faz bem. Uma caminhada diária, uma corrida moderada, frequentar a academia e se exercitar só faz bem. E isso é tão verdade aqui, no Brasil, como em Portugal. Também o é em outros países. Daí a recomendação de que nos exercitemos, evitando a obesidade, considerada uma epidemia mundial.</p>
<p>Mas o que tem a ver os portugueses com tudo isso? É simples. Vem de lá, da terrinha, algumas observações muito bem humoradas sobre exercícios físicos. Nelas, há no mínimo criatividade. Confira-as:</p>
<ul>
<li>Está provado que por minuto de exercício, aumenta-se o nosso tempo de vida em um minuto. Isso permite-nos que aos 85 anos possamos ficar mais 5 meses num lar de terceira idade pagando 200 contos por mês.</li>
<li>A minha avó começou a andar cinco quilômetros por dia quando tinha 60 anos. Agora tem 97 anos e não fazemos a menor idéia onde é que ela está.</li>
<li>A única razão por que voltei a fazer exercício, foi para voltar a ouvir respiração ofegante<br />
Inscrevi-me num ginásio o ano passado, gastei cerca de 40 contos. Não perdi nem um quilo. Parece que é preciso ir lá.</li>
<li>Eu tenho que me exercitar logo de manhã, antes que o meu cérebro perceba o que eu estou a fazer.</li>
<li>Gosto de longos passeios, especialmente quando são dados por pessoas que me chateiam.</li>
<li>Tenho ancas flácidas, mas felizmente o meu estômago esconde-as.</li>
<li>A vantagem de nos exercitarmos diariamente é que se morre mais saudável.</li>
<li>Se vai percorrer um país a pé, escolha um país pequeno.</li>
<li>Eu não me exercito porque faz o gelo saltar do meu copo.</li>
</ul>
<p>E então, o que achou? Eu as achei interessante e, por isso, é que as estou publicando. Ri bastante delas e espero que aconteça o mesmo com vocês. Mas que elas sirvam de inspiração para que, todos nós, continuemos com os exercícios físicos.</p>
<p>Afinal, todos nós precisamos de boa saúde.</p>


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