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	<title>LINO RESENDE &#187; homens</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>FIM DO DOMÍNIO MASCULINO</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Durante séculos a mulher teve um papel secundário na sociedade ocidental. A ela cabia cuidar da casa, criar filhos, não tendo uma atividade fora. Aos poucos, este panorama foi mudando e as mulheres conquistaram direitos, começando pela escolha de com quem queriam casar, passando pelo voto e, por fim, chegando à disputa dos empregos de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/fim-do-dominio-masculino/" title="Permanent link to FIM DO DOMÍNIO MASCULINO"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/igualdade.jpg" width="300" height="480" alt="Post image for FIM DO DOMÍNIO MASCULINO" /></a>
</p><p>Durante séculos a mulher teve um papel secundário na sociedade ocidental. A ela cabia cuidar da casa, criar filhos, não tendo uma atividade fora. Aos poucos, este panorama foi mudando e as mulheres conquistaram direitos, começando pela escolha de com quem queriam casar, passando pelo voto e, por fim, chegando à disputa dos empregos de igual para igual com os homens. Prova disso é que elas têm participação em todas as profissões e em alguma delas já se tornaram maioria.</p>
<p>A questão do espaço feminino sempre vem à baila nos meses de março, quando se comemora, no dia 08, o Dia Internacional da Mulher. Aproveita-se para dar um panorama do desenvolvimento feminino e chamar a atenção para alguns números ou distorções. É o caso, por exemplo, dos salários. Os delas, mesmo que tenham a mesma qualificação masculina, são menores. E também para o fato de terem, quase sempre, uma sobrejornada, em casa.</p>
<p>O avanço das mulheres pode ser confirmada por uma pesquisa feita pelo <a title="Datafolha" href="http://www.datafolha.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.datafolha.com.br?referer=');">Datafolha</a> em parceria com o <a title="Data Popular" href="http://www.datapopular.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.datapopular.com.br?referer=');">Data Popular</a> e divulgada pelo jornalista <a title="Gilberto Dimenstein" href="http://www.dimenstein.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dimenstein.com.br?referer=');">Gilberto Dimenstein</a> em seu comentário na rádio CBN. A pesquisa revelou que, no caso das classes C, D e E a participação econômica da mulher no orçamento familiar já quase se iguala ao do homem. Se a remuneração fosse idêntica para homens e mulheres, certamente a participação seria maior.</p>
<p>A participação das mulheres, quando se fala do lado econômico, na vida das famílias das chamadas classes A e B é menor. Mas isso não impede que, como as que estão nas classes C, D e E, elas ganhem menos. Aliás, esta é uma questão que tem preocupado <a title="Mara Luquet" href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mara-luquet/MARA-LUQUET.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mara-luquet/MARA-LUQUET.htm?referer=');">especialistas nos Estados Unidos</a>, já que constataram que, no final, aposentadas, as mulheres ganham ainda menos do que os homens aposentados. E todos nós sabemos que a aposentadoria traz uma redução bastante significativa nos ganhos, principalmente para os que estão mais acima na pirâmide social.</p>
<p>Apesar de os homens estarem perdendo espaço no mundo econômico, o que significa que as mulheres vem ocupando parte dele, não é só no Brasil que recebem uma remuneração pior. Isso ocorre também no primeiro mundo, o que pode demonstrar que se há uma ameaça ao domínio masculino, ele não foi ainda inteiramente derrubado. Mas com o avanço feminino, mais cedo ou mais tarde, este domínio irá diminuir e pode, mesmo, chegar ao fim, colocando homens e mulheres em pé de igualdade.</p>
<p>Abstraindo a data, hoje podemos dizer que, no Brasil e no mundo, todos os dias são dias das mulheres. É bom que haja uma data onde sua condição, o que fazem e como fazem fiquem sob os holofotes, mas as conquistas por elas feitas o foram no dia a dia, na disputa pelo mercado, na ampliação de sua influência econômica e no movimento que as levou do ambiente fechado dos lares para o aberto do mundo.</p>
<p>As mulheres conquistaram o seu espaço. E continuam avançando, o que irá significar, sem dúvida, o fim do domínio masculino. Quando isso ocorrer, homens e mulheres estarão em pé de igualdade, participando da economia, constituindo famílias, criando-as e gerindo-as. Talvez neste momento tenhamos uma sociedade melhor, que expando o reconhecimento não só às mulheres, mas às minorias, aos diferentes. Mais tolerantes, as mulheres podem ajudar a nos tornar melhores.</p>


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		<title>CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 13:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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O sexo, todos nós sabemos, sempre envolve uma parte física, de contato, de estimulação. Começa, como muitos gostam de lembrar, pelos preparativos que funcionam como estímulo ao que vem depois, concretizando-se o ato. O que não sabíamos e que os cientistas comecam a revelar é que é no cérebro que o sexo se desenvolve, pelo [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/cerebro-estimulo-e-sexualidade/" title="Permanent link to CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/cerebro.jpg" width="300" height="547" alt="Post image for CÉREBRO, ESTÍMULO E SEXUALIDADE" /></a>
</p><p>O sexo, todos nós sabemos, sempre envolve uma parte física, de contato, de estimulação. Começa, como muitos gostam de lembrar, pelos preparativos que funcionam como estímulo ao que vem depois, concretizando-se o ato. O que não sabíamos e que os cientistas comecam a revelar é que é no cérebro que o sexo se desenvolve, pelo menos no que se refere ao seu resultado, que é o prazer a que chegam os dois parceiros. A questão posta é que, ao contrário da crença generalizada, não há o tal do Ponto G, zonas erógenas que tocadas estimulariam o sexo, tornando-o ainda mais prazeiroso.</p>
<p>Se não há Ponto G, o que fazer? Dizem os cientistas que o prazer conquistado por homens e mulheres na prática do sexo não ocorre em razão de zonas erógenas, mas no cérebro. E exemplificam o fato com a capacidade humana de ter um orgasmo &#8211; tanto homens quanto mulheres &#8211; sem qualquer tipo de estimulação física. Neste caso, quem está no controle é o cérebro e é nele que, de forma efetivam, o sexo ocorre, proporcionando prazer ou desapontamento.</p>
<p>O curioso dessa nova abordagem é que, de imediato, ela provocou reações dos machistas de plantão. A partir do anúncio dos pesquisadores, de ser o cérebro também um órgão sexual, os jornais impressos correram para ouvir os tais &#8220;amantes&#8221; superlativos ou pretensamente superlativos. E o que eles disseram? Que a ciência está errada e que o Ponto G existe. O treinador e ex-jogador de futebol Renato Gaúcho foi mais longe e se dispôs a mostrar aos cientistas onde se encontram não um, mas vários pontos G nas mulheres.</p>
<p>Para os jornais foi uma matéria de oportunidade que revela o conhecimento especializados &#8211; pelo menos eles acham que sim &#8211; que alguns homens julgam ter sobre sexo e forma de estimulá-lo. Pelo que li, em nenhum momento os cientistas disseram que o estímulo físico não funciona, mas observaram que ele não é essencial para o sexo, já que, como tantas outras, esta é, também, uma atividde cerebral. O prazer, quando existe, é físico sim, mas ele pode vir até sem nenhum contato corporal. E citam os exemplos dos sonhos eróticos.</p>
<p>Latin lover, o brasileiro &#8211; e talvez outros latinos &#8211; acha que é, na cama e em relação ao sexo, o suprassumo do conhecimento. Desconhecem, por causa deste convencimento, que muitas mulheres fingem orgasmo, deixando ao homem a impressão de que são o máximo, quando na verdade estão participando de um ato que tem uma só via. Eles são, neste caso, o máximo. Ou pelo menos se acham assim. E as mulheres, o que acham deles? Com a palavra o sexo feminino.</p>
<p>O que os cientistas estão descobrindo é que também em relação ao sexo o cérebro exerce um importante papel, tomando o controle dos estímulos e trazendo o prazer buscado no contato corporal. Este é mais um passo nas várias descobertas sobre as funções do cérebro humano. Sabemos, pelo que a ciência nos diz, que ele é uma maravilha. Mas ainda estamos longe de descobrir tudo o que ele faz, do que é capaz. O que virá em seguida? Temos de esperar para saber.</p>


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		<title>ME DIGA, QUAL É A SUA HISTÓRIA?</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 14:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Qual é mesmo a sua história? Certamente, em algum momento, você já ouviu esta pergunta e ficou pensando no que dizer. Curioso que a gente não pensa em que tudo que fazemos e que falamos são histórias. Olhe o ontem, por exemplo. O que foi que aconteceu? Certamente você se lembrará dos detalhes. Mas será [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/me-diga-qual-e-a-sua-historia/" title="Permanent link to ME DIGA, QUAL É A SUA HISTÓRIA?"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/12/hist.jpg" width="300" height="457" alt="Post image for ME DIGA, QUAL É A SUA HISTÓRIA?" /></a>
</p><p>Qual é mesmo a sua história? Certamente, em algum momento, você já ouviu esta pergunta e ficou pensando no que dizer. Curioso que a gente não pensa em que tudo que fazemos e que falamos são histórias. Olhe o ontem, por exemplo. O que foi que aconteceu? Certamente você se lembrará dos detalhes. Mas será que foi assim mesmo? Peça a outra pessoa para contar e verá que muitos detalhes são diferentes, pois cada um tem uma visão única do que acontece, seja com ele próprio, seja com aqueles que estão à sua volta, em casa, no trabalho, divertindo-se, enfim, em tudo.</p>
<p>Somos o que somos por causa de nossas histórias, pois mais simples que sejam. Há algum tempo havia a percepção de que o homem era o único animal inteligente no planeta. Hoje, ninguém tem dúvidas de que outrs animais são tão inteligentes quanto nós os somos. Veja o caso dos golfinhos, que têm &#8211; como os humanos &#8211; uma linguagem sofisticada, uma comunicação que pode mapear o que estão fazendo, indicando caminhos e mostrando onde está a comida. Ou o caso dos chimpanzés, capazes de aprender e de usar novas técnicas para conseguir o que querem.</p>
<p>Sim, a inteligência não é uma exclusividade dos humanos. Mas o que nos diferencia, mesmo, destes animais é que temos história. Um golfinho não sabe &#8211; pelo menos os cientistas ainda não descobriram &#8211; o que lhe aconteceu ontem. E os chimpanzés, por mais perspicazes que sejam, não sabem contar uma boa história, fazer rir, despertar o interesse ou simplesmente reclamar que está cansado, que precisa trabalhar menos e ganhar mais. Você já havia pensando nisso?</p>
<p>Há, relacionado ao fato de estarmos sempre a contar histórias, uma outra implicação: estamos falando sempre do que já aconteceu. O agora, quando o vivemos, será passado dentro de muito pouco tempo. E é deste passado, do que aconteceu, que falamos. Na verdade, afirmam os especialistas, nós construímos o passado, vivendo o presente e sonhando com o futuro. Deste, almejamos que nos aconteça o melhor, mas nunca sabemos, de forma efetiva, o que vai ocorrer. É o que fizemos, como o fizemos que nos molda. Onde eu estudei? O que estudei? Com quem estudei? Fui bom aluno? Fiz bons amigos?</p>
<p>As perguntas, normalmente, estão sempre direcionadas ao passado. É verdade que também constantemente nos perguntamos o que faremos amanhã. Podemos programar tarefas, antever o que pretendemos fazer, mas não podemos garantir que será feito. O futuro ainda vai acontecer e, dele, só temos o desejo que aconteça. Com o passado, é diferente. Ele já aconteceu, faz parte de nossas vidas e, por isso, podemos contar as histórias que o envolve. E sejam elas muito boas, que nos trazem ótimas lembranças, ou o pior mico que já pagamos. É isso &#8211; o bom e o ruim, as boas e más histórias &#8211; que nos define.</p>
<p>Há ainda uma outra questão a respeito de nossas histórias. É delas que derivam literatura, teatro,  cinema e televisão. Todos contam histórias. E nós os chamamos de ficção por contarem algo que, em princípio, não aconteceu &#8220;de verdade&#8221;. Neles, a ficção confunde-se com o real, transformando fatos em histórias e histórias em fatos. Um exemplo? Os realities shows. O que deveria ser um show mostrando a realidade não passa de um grande ensaio, com diretores determinando comportamentos e o que cada um fará. É uma encenação, uma história. Exatamente como é história o que nos aconteceu ontem.</p>
<p>Agora, pense: O que na sua vida é real? Será que a sua história não tem muito de ficção? Sim, tem. Mas isso não importa, pois faz parte da natureza humana fantasiar, até como forma de amainar a realidade. Como dizia Lacan, ninguém é capaz de ver a realidade. O que vemos são flashes dela. O resto, preenchemos com histórias, as nossas histórias. E são elas, como já afirmado, que nos fazem o que somos. Nós, na verdade, nos construímos. E isto é um fato.</p>
<p>Então, me diga qual é a sua história?</p>


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