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	<title>LINO RESENDE &#187; Governo</title>
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		<title>O RISCO DO USO DO CELULAR</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/o-risco-do-uso-do-celular/" title="Permanent link to O RISCO DO USO DO CELULAR"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/11/celulares.jpg" width="300" height="637" alt="Post image for O RISCO DO USO DO CELULAR" /></a>
</p><p>Há poucos dias tomei conhecimento de que no mundo já há mais de 4,6 bilhões de telefones celulares e de que o número irá continuar crescendo e dentro de algum tempo mais podemos ter tantos celulares quantas pessoas existem na Terra. No Brasil, o Ministro Hélio Costa propôs a criação de um Bolsa Celular, que permitira, com subsídios governamentais, que os integrantes do Bolsa Família recebam um telefone. É, eles podem não ter o que comer, mas teriam um celular. Será que a substituição é boa? Mas nem o número, nem a nova bolsa governamental é o motivo deste artigo. Ele decorre de uma recente descoberta feita por psicólogos nos Estados Unidos.</p>
<p>O que eles descobriram? Que, na caminhada por uma rua, o celular pode representar uma ameaça para quem o utiliza e anda ao mesmo tempo em que conversa com outra pessoa, do outro lado. Os pesquisadores, liderados pelo professor Art Kramer, da Universidade de Illinois, fizeram simulações em uma rua virtual, com alguém caminhando e falando ao telefone, comparando o seu comportamento com pessoas que fazem isso, mas sem o uso do celular. Os riscos para os primeiros são muito maiores que para os segundos. A comparação foi feita, também, com quem estava ouvindo música e a conclusão é que este comportamento não chega a representar um risco. Mas falar ao celular, sim.</p>
<p>A explicação dada pelos pesquisadores é que, ao falarmos ao telefone o fazemos de forma tão automatizada que não prestamos atenção no que está acontecendo no entorno. Nas simulações, os usuários do celular tornaram-se menos cuidados ao atravessar a rua e ampliaram seus riscos. No caso da travessia de uma rua, por exemplo, que usa o celular leva mais tempo para cruzá-la &#8211; um quarto a mais, na verdade &#8211; o que o expõe a riscos. Quem ouve música, procede como quem não ouve ou não fala no celular, fazendo a travessia com maior segurança. De acordo com os especialistas, as conclusões da pesquisa apontam para um maior risco para os pedestres que andam e falam no celular.</p>
<p>Que falar ao celular enquando dirigimos aumenta o risco, já sabíamos. Mas que falar e andar também implica em perda de segurança é uma coisa nova. Fico imaginando, neste e em outros casos, o impacto que o celular tem nas nossas vidas. De certa forma, ele já matou o telefone fixo, conectou-nos ou nos tornou permanentemente conectados, inclusive neste mundo novo que é a Internet, que nos traz emails, notícias e, até, entretenimento. E se o seu número está aumentando será que isso significa que os riscos também? Estaria o aumento do número de celulares colocando em risco os humanos? Pelo que os pesquisadores concluíram, sim.</p>
<p>A pesquisa nos mostra um outro lado da questão, que é o impacto que as novas tecnologias provoca em nossas vidas. Quem hoje é capaz de viver sem um celular? Ele tornou-se indispensável, seja para os negócios, seja profissionalmente, seja para controlar filhos, falar com amigos, parentes ou, até, para demonstrar status. Sem dúvida esta tecnologia, que embora não seja assim tão nova, só agora espalhou-se pelo mundo, está fazendo com que ajamos de forma diferente, seja falando ao dirigir, andando e falando ou não percebendo o nosso entorno. Com maior ou menor risco, uma coisa é certa: o celular é um agente de mudança.</p>
<p>Se ele é bom ou não, só o tempo irá dizer. Mas desde já sabemos, graças aos pesquisadores dos Estados Unidos, que para os pedestres ele representa uma ameaça. (Via <a title="Eureka" href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2009-11/uoia-whc111609.php" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.eurekalert.org/pub_releases/2009-11/uoia-whc111609.php?referer=');">Eureka</a>, em inglês)</p>


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		<title>MUITO FORA DA REALIDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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O que fazer quando alguém que o devia representar não mais o representa? A resposta é simples: tirar-lhe a representação. E é exatamente isso que os eleitores que, na última eleição, votaram em José Sarney, um maranhense que se lançou de páraquedas no Amapá e lá comprou o seu mandato, querem fazer. E acredio que [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/muito-fora-da-realidade/" title="Permanent link to MUITO FORA DA REALIDADE"><img class="post_image aligncenter" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/fora.jpg" width="600" height="370" alt="Post image for MUITO FORA DA REALIDADE" /></a>
</p><p>O que fazer quando alguém que o devia representar não mais o representa? A resposta é simples: tirar-lhe a representação. E é exatamente isso que os eleitores que, na última eleição, votaram em José Sarney, um maranhense que se lançou de páraquedas no Amapá e lá comprou o seu mandato, querem fazer. E acredio que o fariam, se pudessem. Só que, no sistema eleitoral hoje vigente, o eleitor pode escolher, mas não pode fazer com que o seu representante deixe de representá-lo, a não ser mediante uma nova eleição, em que não votaria nele e, portanto, não o elegeria. Não temos, infelizmente, o instituto do recall eleitoral que permitiria ao eleitor &#8220;deseleger&#8221; quem, após assumir o mandato, não se alinhasse ao que ele queria.</p>
<p>Esta questão surge, primeiro, em função dos seguidos escândalos e denúncias envolvendo o senador josé sarney &#8211; sim, em letras minúsculas &#8211; e a sua longa ocupação de importantes postos eletivos &#8211; e não eletivos &#8211; no Brasil. Sem voto, ele já foi presidente. Com voto, foi senador &#8211; de novo, em letras minúsculas &#8211; pelo Maranhão, Estado que vê como sua propriedade. E ampliando seu poder, baixou no Amapá, comprando apoio e censurando críticos, mas conseguindo se eleger e pensando que também se tornou dono do Estado. A ação do sr. sarney está, agora, sendo passada a limpo, mostrando que o &#8220;acadêmico&#8221; e &#8220;escritor&#8221;, o &#8220;homem cordial&#8221; e o &#8220;político sério&#8221;, imagens que sempre vendeu, escondem, na verdade, o que ele é: aético, corrupto, aproveitador, usuário de verbas públicas em proveito próprio.</p>
<p>Pode-se dizer que ele não é o único. É verdade. Infelizmente, existem outros, alguns dos quais ainda não foram expostos, como sarney está sendo. Isso, no entanto, não invalida que nos levantemos e, na blogosfera e fora dela, unamos nossas vozes para dizer &#8220;<strong>FORA SARNEY!</strong>&#8220;, em maiúsculas e com destaque. Acho que hoje, a não ser os asseclas do senador, não haverá no país ninguém que lhe dê apoio, afinal, ele ultrapassou todas as barreiras, desprezou todos os princípios éticos, mentiu, manipulou, usou o poder em seu favor e de seus apaniguados, tudo escondido sob um manto de seriedade. As aparências, agora, não existem mais. Também não existe o pedestal em que se colocou. Tal como os renan calheiros e collors da vida, sarney está exposto e sendo visto como realmente é.</p>
<p>O que vemos e o que o senador josé sarney encarna é o pior da política e dos políticos, aqueles que usam o povo em seu favor, aproveitando-se do voto e do eleitor para calgar postos, ganhar influência e usá-los em seu favor, de seus familiares, de suas empresas. E é exatamente o que sarney tem feito, apoiado por um partido que, como disse a cientista política Lúcia Hippolyto, transformou-se, junto com sarney e seus asseclas, em uma agremiação chantagista, que negocia tudo em troca de poder, de postos no governo. Lotearam o Governo &#8211; com a concordância do presidente &#8211; e usam-no em seu favor, não do eleitor que deveriam representar.</p>
<p>Graças a ações como a de sarney &#8211; e dos renans, dos collors, dos duques, dos salgados, etc. e tal &#8211; é que a política &#8211; que deveria ser escrita em maiúsculas &#8211; está tão desgastada, afastando as pessoas sérias, que lutam por mudanças, por melhorar o país e que têm, efetivamente, o desejo de contribuir para a vida pública. O que vemos é a indignação das pessoas com o que está acontecendo. Aqui, no mundo real, comportamentos como os de sarney e seus aliados não têm vez. Eles estão muito fora da realidade, vivendo outro mundo, criando uma utopia onde o que impera é o vale tudo.</p>
<p>Esta blogagem coletiva, proposta pelo DO, do <a title="DO" href="http://www.ramsessecxxi.blogger.com.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ramsessecxxi.blogger.com.br/?referer=');">Ramséssecxxi</a>, tem o objetivo, pelo menos no meu entender, de chamar mais ainda a atenção para o que fazem políticos como o sarney. E dizer que, daqui, da realidade, nós os condenamos, pois queremos uma política limpa, ética e transparente, que se alinhe ao desejo de quem vota e que deve, necessariamente, buscar o bem estar da maioria, não a proteção da família e afilhados. E é por tudo isso que na blogosfera hoje estamos dizendo alto e em bom som FORA SARNEY!. (Ilustrado pelo banner produzido pelo <a title="Fora Sarney!" href="http://www.apoiopopular.org/?page_id=20" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.apoiopopular.org/?page_id=20&amp;referer=');">Apoio Popular</a>)</p>


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		<title>PARECE INVENÇÃO, MAS NÃO É!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 16:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Sabe aquelas coisas que parecem mentira mas quando você vai conferir acaba descobrido que são verdadeiras? Pois é, descobri alguns fatos que, à primeira vista, parecem ser invenção de alguém mas que, na verdade, são históricos, comprovados. Portanto, podemos dizer que são verdadeiros. Isso, no entanto, não tira deles o rótulo de serem, no mínimo, [...]


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/correto-mas-surpreendente/' rel='bookmark' title='Permanent Link: CORRETO, MAS SURPREENDENTE'>CORRETO, MAS SURPREENDENTE</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/parece-invencao-mas-nao-e/" title="Permanent link to PARECE INVENÇÃO, MAS NÃO É!"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/joana.jpg" width="246" height="503" alt="Post image for PARECE INVENÇÃO, MAS NÃO É!" /></a>
</p><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Sabe aquelas coisas que parecem mentira mas quando você vai conferir acaba descobrido que são verdadeiras? Pois é, descobri alguns fatos que, à primeira vista, parecem ser invenção de alguém mas que, na verdade, são históricos, comprovados. Portanto, podemos dizer que são verdadeiros. Isso, no entanto, não tira deles o rótulo de serem, no mínimo, engraçados.</p>
<p>É o caso, por exemplo, de a Grã Bretanha e suas colônias, no século XVII terem um ano de 354 dias, somente. É que o Governo britânico de então adotou o calendário Gregoriano ao invés do Juliano, que todos usavam e que têm, como sabemos, 365 dias. Com isso, os ingleses tinham 11 dias a menos no mês de setembro. Mais tarde, as coisas mudaram e os dias foram restituídos com a adoção do calendário juliano.</p>
<p>Outro caso? A guerra dos 100 anos, que colocou em choque a França contra outros países na verdade durou 116 anos. E foi nesta guerra que apareceu Joana D´Arc (na ilustração), que liderou os exércitos franceses à vitória contra os ingleses. Ela também é que determinou quem, na verdade, era o verdadeiro rei da França.</p>
<p>Veja mais alguns fatos curiosos, mas verdadeiros:</p>
<ul>
<li>Os números arábicos, que todos nós usamos, não foram inventados pelos árabes, mas por matemáticos indianos. Eles foram modificados e transferidos para a parte árabe do Norte da África, de onde acabaram chegando à Europa e, depois, se tansformaram em padrão.</li>
<li>Depois da Guerra Civil que colocou Norte contra o Sul nos Estados Unidos, de 33 a 50% de toda a moeda em circulação no país era falsificada.</li>
<li>Já na idade das luzes, em 1892 a Itália elevou a idade mínima das mulheres para o casamento para 12 anos de idade. Antes, o limite não existia.</li>
<li>A guerra mais curta de todos os tempos foi travada em 1896 entre Zanzibar e a Grã Bretanha. Ela durou somente 45 minutos.</li>
<li>Apesar da natureza terrível do evento, o Grande Fogo, ocorrido em Londres em 1666, acabou por destruir mais de 13 mil diferentes casas, mas provocou a morte de apenas oito pessoas.</li>
<li>As primeiras toaletes públicas pagas foi criada por Vespasiano, em Roma, em 74 AD. Sem dinheiro para a guerra, ele encontrou uma maneira de conseguir recursos construindo as toaletes e cobrando pelo seu uso. Desta iniciativa é que surgiu o dito: Dinheiro não tem cheiro.</li>
<li>Daniel Boone, um dos mais populares caracteres do Velho Oeste – que realmente existiu – nunca, na verdade, usou aquele boné de pele de animal. Na verdade, ele detestava esse tipo de coisa e usava um chapéu de feltro.</li>
<li>O primeiro contraceptivo da história é do Egito antigo. As mulheres usavam um supositório vaginal feito de substâncias ácidas e lubrificado com mel ou óleo, evitando, com isso, a gravidez.</li>
<li>Na Segunda Guerra Mundial, as primeiras bombas lançadas pelos aliados sobre Berlim, a capital da Alemanha, acabou matando somente elefantes no zoo local.</li>
</ul>
<p>Gostou? São interessantes, não é mesmo? Só que, se não as soubéssemos, isso não faria nenhuma diferença para o nosso conhecimento ou nossa vida. Podemos classificar as informações dentro do rótulo “cultura inútil”, mas podemos desfilá-las em uma conversa, mostrando quão letrados e informados somos, fazendo boa figura diante dos nossos conhecidos.</p>
<p>A história, mesmo a oficial, é cheia de fatos curiosos. Se a olharmos de perto veremos que muitas coisas poderiam ser classificadas como mito ou como invenções, mas aconteceram mesmo. É o caso da relação acima. E você, sabe de algum fato interessante que seja histórico? Conte-o aqui! (Via <a title="Listserve" href="http://listverse.com" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/listverse.com?referer=');">Listserve</a>)</p>
<p><strong>UMA PEQUENA MUDANÇA</strong></p>
<p>Há algum tempo, desde que comecei a não escrever todos os dias, este blog &#8211; pelo menos é a regra &#8211; recebe três posts por semana, sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. Foi um jeito que arranjei de conciliar o trabalho, que estava me assoberbando, com a manutenção do blog. Desde então, tenho dedicado menos atenção a este espaço, o que lamento. Mas o trabalho, aquele que fornece o leite das crianças, tem prioridade.</p>
<p>E é ainda em busca de uma adaptação a este ritmo de trabalho que estou, mais uma vez, mudando. A mudança é apenas de dias, com os artigos sendo publicados às terças, quintas e sábados. No final, o intervalo é o mesmo entre um e outro assunto falado. Com isso, espero ter mais tempo para o blog, dando-lhe uma maior atenção. Significa, ainda, que estou buscando a reativação das visitas, do intercâmbio, essencial para a blogosfera.</p>


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