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	<title>LINO RESENDE &#187; explicar</title>
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		<title>OS EFEITOS DA PAIXÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Durante muito tempo não houve explicação para a paixão, um estado que nos diferencia, que nos torna até irresponsáveis e que se nos leva, de um lado, a viver um mundo de sonhos, pode nos colocar, de outro, em um mundo de pesadelos.  Não pela paixão em si, mas pelas consequências que ele gera ou [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/os-efeitos-da-paixao/" title="Permanent link to OS EFEITOS DA PAIXÃO"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/06/amor.jpg" width="300" height="404" alt="Post image for OS EFEITOS DA PAIXÃO" /></a>
</p><p>Durante muito tempo não houve explicação para a paixão, um estado que nos diferencia, que nos torna até irresponsáveis e que se nos leva, de um lado, a viver um mundo de sonhos, pode nos colocar, de outro, em um mundo de pesadelos.  Não pela paixão em si, mas pelas consequências que ele gera ou provoca. O amor, ou a paixão, não era objeto da ciência, afinal não havia como medir sentimentos.</p>
<p>Bom, o amor ainda não é objeto da ciência, que não consegue explicar como ele acontece. Não sabe dizer como alguém se apaixona por outrem, como é consumido pela paixão, enlouquece, faz besteiras, banca a criança, perde o senso. Enfim, todos esses lugares comuns que acompanham a paixão e o amor desenfreado. Mas a ciência pode, sim, dizer como o corpo reage, como o sistema nervoso comanda as emoções e que reações a paixão provoca.</p>
<p>Será que com isso vão explicar a paixão? Não sei. O que sei &#8211; não por conhecimento próprio, é óbvio, mas por leituras &#8211; é que a partir de um encantamento o cérebro dispara uma série de comandos para o hipótálamo e ele começa a comandar a reação do corpo, produzindo a dopamina e nos colocando em estado de euforia, que nos torna capazes dos mais estranhos comportamentos, indo até o arrebatamento do sexo.</p>
<p>É o hipotálamo, diz-no a ciência, o responsável pelos comandamentos e reações a que a paixão nos leva. Se tomamos atitudes insensatas, é ele quem nos diz o que fazer. E funciona, aqui confirmando o ditado popular, como se fôssemos cegos. O amor, neste caso, cega mesmo. O ser racional que deveríamos ser se transforma em puramente emocional e para atender a esta necessidade o cérebro comanda e o corpo obedece, estabelecendo o encantamento.</p>
<p>Um dado curioso é que, confirmando o que dizia Vinícius, este não é um estado permanente, mas pode durar um bom tempo. Segundo os estudiosos, esse encatamento &#8211; ou será falta de razão? &#8211; que a paixão nos tras pode durar até mais de dois anos. É o período em que somos capazes de quase tudo para ficar com a pessoa amada, para satisfazê-la. É um período em que estamos totalmente subjugados.</p>
<p>Olhando a questão do lado científico, parece meio assustador que convivamos com a paixão. Se ela nos tira a razão, então não seria bom estar apaixonado. Se fôssemos seres simplesmente racionais, talvez isso fosse verdade. Como não o somos e a emoção representa uma boa parte do que somos e do que fazemos, é diferente e a paixão torna-se, pelo menos durante algum tempo, algo desejável, que todos gostaríamos de viver.</p>
<p>Como seres humanos, achamos este estado alterado bonito. E procuramos, homens e mulheres, chegar a ele, vivenciá-lo, até para, mais tarde, refletir sobre o que fizemos, reconhecendo que foi um grande amor, mas podendo concluir, também, que durante este tempo de enlevo, saímos da linha, fizemos coisas estranhas, comportamo-nos como bobos e sucumbimos à paixão.</p>
<p>Sim. Fazemos tudo isso. Mas quem é que pode atirar a primeira pedra dizendo que não está sujeito a esta paixão? Pode ser estranha, concordo. Nem por isso deixa de ser algo formidável nas nossas vidas. Viver uma paixão é quase tudo o que queremos, não é mesmo? E enquanto dura é mesmo muito bom. Então, vamos deixar um pouco de lado o comportamento racional e sucumbir à paixão, ao amor desenfreado, ao comportamento juvenil.</p>
<p>No amor, vale tudo. E para atender à paixão, nos transformamos. E isso, pelo menos no momento de sua existência, é bom. Quem é que não concorda?</p>


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		<title>A nova face das religiões</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 16:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/a-nova-face-das-religioes/" title="Permanent link to A nova face das religiões"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/04/religio.jpg" width="549" height="200" alt="Post image for A nova face das religiões" /></a>
</p><p>Ninguém sabe ao certo quando surgiram, mas o fato é que as religiões vêem acompanhando o homem há muito, muito tempo. Servindo para aplacar os seus medos diante do que não pode explicar, ela pode fornecer explicação para o inexplicável, impulsionar ações, tornar alguém herói ou fazer com que, em nome de um ser superior, um líder &#8211; ou um povo &#8211; massacre outro. Constatar isso é muito simples e basta dar uma olhada na história. O fato incontestável é que as religiões acompanham o homem.</p>
<p>Hoje, até em virtude dos avanços tecnológicos, as religiões estão se portando de forma diferente. Em alguns casos, têm rádios, TVs, jornais, usando a mídia como fator de propagação do que pregam. Ou então podem usar a tecnologia para outros fins, transportando atos e fatos religiosos ao redor do mundo, como podem usar os principios religiosos para estabelecer guetos, fechar o mundo às pessoas e até para explorar a boa fé de quem, crendo, acha que deve se doar e ao que tem aos líderes que os orientam.</p>
<p>Enfim, a crença em uma entidade ou entidades superiores é parte da prática da maioria da população mundial. E o fiel, o crente, faz questão de demonstrar sua fé, expô-la de público, defender sua crença classificando-a como a única e certa e tentando convencer outros a adotá-la, abandonando a sua. Mas como é feito isso? Pode ser que vocês não tenham notado, mas as religiões estão, atualmente, cuidando de muito mais do que as almas de seus fiéis, preparando o seu caminho para um &#8220;paraíso&#8221; ou para chegarem ao nirvana. Elas investem em ações bem mundanas, oferecendo serviços que, embora possam ajudar o fiel, nada tem a ver com a crença em si.</p>
<p>E foi isso que a mídia capixaba mostrou. Em uma determinada crença, a igreja disponibiliza farmácias que têm os medicamentos mais procurados e que os vendem aos fiéis por preços bem abaixo dos praticados no mercado. Outra, oferece serviços psicológicos, com profissionais que acompanham as pessoas, as ouvem, as aconselhas, ajudando-as a resolver seus problemas. Uma terceira oferece vários cursos, inclusive sobre sexualidade e relações familiares, mostrando, do ponto de vista religioso, como elas devem ser e como o sexo deve ser praticado. Para atender àqueles que professam seus princípios, uma outra oferece serviços de aconselhamento. Mais uma que ouve as pessoas e seus problemas, ajudando-os na resolução, só que, neste caso, sem o acompanhamento psicológico.</p>
<p>Outro segmento religioso tem uma agência de emprego. Nele, os fiéis podem se inscrever para um posto de trabalho e empresas, principalmente da área da igreja, podem buscar mão de obra disponível, contratando-a. Abre-se, então, a oportunidade para o fiel e também para quem busca um empregado. Mas as igrejas &#8211; as várias confissões religiosas &#8211; não ficam só nisso, não. Uma delas oferece serviço de reforço escolar, ajuando às crianças e adolescentes que estão tendo dificuldades nos estudos, estejam matriculados em escolas confessionais, privadas ou em escolas públicas. Em outra, os fiéis podem aprender música e aprendendo-a podem utilizá-la na própria ingreja, que incentiva a formação de corais religiosos.</p>
<p>O que achei mais curioso, no entanto, foi uma igreja, voltada para a classe média, já que fica em um dos principais bairros da Grande Vitória &#8211; região que reúne os mais populosos municípios do Espírito Santo &#8211; que oferece estacionamento a quem a frequenta. E mais do que isso, tem sempre voluntários que ajudam a orientar o trânsito, arranjar uma vaga e depois vigiar os veículos, impedindo que sofram qualquer tipo de dano. Nela, só está faltando um estacionamento VIP, com motorista para estacionar o veículo para o fiel e, ao final da celebração religiosa, trazê-lo. oferecendo as mesmas facilidades de casas comerciais.</p>
<p>Todas estas ações representam, sem dúvida, uma nova face da religião. Ela deixou de cuidar apenas da alma. Passou a se preocupar com o corpo, com a mente, com a saúde e o bem estar do fiel. Com isso, além do caminho da salvação, passou a lhe oferecer uma série de &#8220;serviços&#8221;, de facilidades, ajudando-o e permitindo que, assim, possa exercer a sua fé sem se preocupar com os problemas do mundo, que a própria igreja ajuda a resolver.  É uma evolução? Não sei. Não tenho como julgar. Acho, no entanto, que as religiões, neste caso, estão suprindo um papel que é do Estado. Se ele não atua, elas o fazem em prol daquele que acredita nos seus princípios.</p>
<p>Qual será o próximo passo? Certamente as várias crenças continuarão a evoluir e, acredito, que a cada dia irão usar mais e mais o lado material, envolvendo-o com o religioso. É uma forma de conquistar coração e mente de quem a professa, integrando-o e, ao mesmo tempo, ajudando-o a se adaptar e a se enquadrar no mundo. Cria, então, o sentimento de pertencimento, fundamental para todo o grupo, e lhe dá um motivo a mais para continuar na crença que abraçou. Na verdade, como uma empresa, elas estão investindo nos seus &#8220;clientes&#8221;.</p>


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		<title>Vá ao médico, marido!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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<p>Seria bom, se fosse verdade. Como as mulheres, dependemos de muita gente, inclusive delas. Afinal, vivemos em um mundo de cooperação e não é por reafirmar que somos poderosos, que o seremos. A demonstração mais caba disso é o resultado de uma pesquisa que mostrou &#8211; não diria que a palavra é exatamente esta &#8211; que os homens têm medo de ir ao médico.</p>
<p>Ou melhor, vão à consulta quando as mulheres lhe dizem para que façam isso. Aqui, de acordo com os pesquisadores, ele desconhece os mais elementares princípios da prevenção. Veja-se o caso da próstata, por exemplo. Os homens são mais que resistentes ao exame e em um comparativo de acompanhamento ginecológico das mulheres, enquanto estas fazem cinco consultas, os homens fazem apenas uma relacionada a um dos problemas que mais os afligem.</p>
<p>A pesquisa &#8211; ou, melhor, um resumo dela &#8211; foi publicado no jornal <a title="A Tribuna" href="http://www.redetribuna.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.redetribuna.com.br?referer=');">A Tribuna</a>, de Vitória, Espírito Santo. O aspecto abordado, como já delienado antes, é da prevenção, não o curativo. Pode-se falar, aqui e também, da questão cardíaca, da falta de exercício, do consumo de álcool, do cigarro e de uma dieta exageradamente gorda. Com o volume de informação disponível, todos sabemos que isso nos faz mal.</p>
<p>Mas quem é que vai ao médico? A matéria mostra que o homem é resistente a isso. Diferente das mulheres, que procuram se prevenir. Nelas, indicam especialistas ouvidos pelo jornal, o hábito da prevenção é muito maior que nos homens. Elas se cuidam mais, olham mais a saúde, procuram prevenir problemas. Enquanto isso, nós&#8230;</p>
<p>Ao ler a matéria fiquei pensando que tipo de argumento as mulheres usam para impulsionar seus homens a irem aos médicos? Será que são explícitas e lhes dizem que, se não forem, vão dormir no sofá? Ou que, se não forem, nada de sexo? Ou ainda que nem pensar em sair com os amigos para tomar uma cervejinha?</p>
<p>Posso dizer que não estou neste grupo. Procuro manter-se avaliado, com acompanhamento dos especialistas e, nos últimos tempos, graças a eles mudei alguns hábitos, adotando as caminhadas e racionalizando a alimentação. Mas fiquei muito curioso para saber.</p>
<p>Será que as mulheres podem me explicar o que fazem?</p>


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