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	<title>LINO RESENDE &#187; ditadura</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>Pensando o impensável</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Todos sabem da minha ligação com o jornalismo, de um modo particular, e com a comunicação, de uma maneira geral. Passei boa parte da minha vida dentro de uma redação exercendo diversas tarefas e contribuindo, durante este período, para transformar o jornal A Gazeta, de Vitória, no Espírito Santo, em uma referência e no mais importante veículo de comunicação do Estado, o que, infelizmente, já não é mais.</p>
<p>Como jornalista &#8211; que é o que efetivamente sou &#8211; o exercício da informação e do jornalismo sempre tem minha atenção. E ela foi chamada para um artigo publicado por Clay Shirky, um especialista dos Estados Unidos no que podemos chamar de novos meios, ou seja, a internet. O que Shirky discute é a possibilidade de os jornais fazerem uma transição e sobrevivem a esta mudança.</p>
<p>Vivemos, acha ele, uma revolução. E como em todas as revoluções, nem os revolucionários podem prever o que vai acontecer. E é este o cenário para os jornais, o que Shirky chama de &#8220;cenário impensável&#8221;, traçando um paralelo com a mudança provocada pela invenção do tipo móvel por Gutenberg. Depois dele, o mundo não foi mais o mesmo, apesar das afirmações que as coisas não eram como pareciam ser.</p>
<p>Clay Shirky, especificamente em relação aos jornais, chama a atenção para esta transição que mudou o mundo e lembra que uma pequena invenção, o de tipos menores, possibilitando que os livros se tornassem portáteis, provocou uma revolução. Em relação à mídia impressa, ela não tem como concorer com a internet, o que leva à quebra do seu modelo de negócio, que é muito caro, exigindo grandes investimentos e tendo custos elevados.</p>
<p>É esta discussão, que acho importante e que Shirky conduz muito bem que está no seu artigo. Como o achei importante e pensei que o assunto poderia interessar a outras pessoas, jornalistas ou não &#8211; afinal, todos nós estamos sendo atingidos por esta revolução &#8211; é que solicitei e obtive autorização de Clay Shirky para traduzir o seu texto e colocá-lo à disposição dos que o queiram ler. Na barra lateral você verá um link que leva a um PDF do artigo &#8211; <a title="Jornais e pensando o impensável" href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/jornais-pensando.pdf" target="_blank"><em><strong>Jornais e pensando o impensável</strong></em></a> -, podendo lê-lo diretamente no navegador ou baixando-o para o imprimir e ler com toda calma.</p>
<p>Leiam o artigo. Acho que ele vai surpreender e permitir uma reflexão sobre as mudanças que estão ocorrendo nos negócios e no mundo a partir da criação de um novo meio de baixo custo e alta utilização. O que será dos jornais e da mídia impressa? Leia o artigo e conclua e, de quebra, veja o que Shirky diz a respeito do jornalismo e dos jornalistas.</p>
<p>Ao término do texto, antes de traduzi-lo, fiquei pensando se ele terá ou não razão. Reconheço, no entanto, que o que diz está efetivamente acontecendo. O que acontecerá? Eu, sinceramente, não sei. E se alguém souber, por favor, me conte. Acho, de outro lado, que os novos meios oferecem ótimas oportunidades &#8211; como é o caso dos blogs.</p>
<p>Leia o artigo. Na minha opinião ele é indispensável para entender o que está acontecendo à mídia impressa, de uma maneira geral, e aos jornais em particular. Vale a pena. Garanto.</p>
<p><strong>MAIS UM ANIVERSÁRIO</strong></p>
<p>Dentro de mais alguns dias este blog estará completando três anos de publicação. São, durante este tempo, quase que 800 artigos diferentes, com quase 13 mil comentários. Tanto em um quanto em outro caso &#8211; artigos e comentários &#8211; eles falam &#8211; o que é a proposta do blog &#8211; dos mais variados assuntos. Aniversário é tempo de presente, não é? E que vai ganhá-los são os frequentadores deste espaço.</p>
<p>O primeiro é o artigo do Clay Shirky sobre mídia impressa, jornais, jornalismo e internet. Vem por aí, também, uma mudança na página Academia. Nela, todos os textos serão disponibilizados em PDF e o espaço vai ganhar um reforço com a publicação do livro <strong>Mídia, Ditadura e Contra Hegemonia</strong>, resultado da minha dissertação de Mestrado em História Política.</p>
<p>Tem mais, mas ainda não vou contar.</p>


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		<title>Dando a volta por cima</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/militar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1463" title="Brasileiros confiam nos militares" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/militar.jpg" alt="" width="232" height="454" /></a>As pesquisas de opinião pública são ótimas para indicar o retrato de uma situação de momento. Com elas podemos saber, por exemplo, a preferência do brasileiro, indo da postura sexual à política. Podemos, também, saber quem é favorito para uma eleição e o que os eleitores mais desejam para os seus municípios.</p>
<p>Se estas pesquisas são públicas e publicadas, existem vários outros casos em que elas servem para indicar tendências e permitir que empresas e governos se antecipem, tomando iniciativas e iniciando ações que irão atender ao desejo da população, do público, do eleitor ou de um determinado segmento social. Podemos, ainda, ter um retrato do que o cidadão pensa de suas várias instituições.</p>
<p>E foi para saber o que o brasileiro pensa de algumas instituições que o Ibope, um dos mais reconhecidos institutos de pesquisa brasileiros, foi às ruas e ouviu os brasileiros. No final, um resultado que, pelo menos para mim, foi surpreendente. A instituição em que o brasileiro mais confia é nos militares. Fiquei surpreso por ter vivido na época em que os militares estavam à frente do país e da péssima imagem que tinham e que mantiveram por muito tempo.</p>
<p>A democracia, neste caso, parece que fez bem a eles. E os militares voltaram a ser admirados. Deram, assim, a volta por cima, recuperando a imagem. E conseguindo, nesta recuperação, ficar à frente de instituições como a mídia &#8211; meios de comunicação &#8211; e Igreja Católica. Um dado interessante, e que mostra o interesse que o tema desperta, é a confiança nos ambientalistas. Eles ocupam o quarto lugar, depois dos militares, da mídia e da Igreja.</p>
<p>Aparentemente, para as gerações mais novas, os militares não mais carregam a mancha de terem derrubado um Governo legítimo, o de João Goulart, e de terem, em alguns momentos, imposto o terror e a censura a todo o Brasil. O regime militar, a ditadura, ficou para trás. Tornou-se, na verdade, história. E ela acabou apagando o papel que os militares exerceram.</p>
<p>Em 20 anos, saíram da estigma para a estima. Sem dúvida, uma bela mudança, fruto, certamente, da mudança da mentalidade dos brasileiros. E do fato de termos toda uma geração que não viveu o regime militar, não viveu a censura, não viveu o medo. Fica, neste caso, o papel institucional dos militares. O que eles fizeram &#8211; e, faça-se justiça, não foram todos &#8211; virou história.</p>


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