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	<title>LINO RESENDE &#187; corpo</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>EXPOSTOS EM TODOS OS LUGARES</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Condenado em algumas épocas, exaltados em outras, o sexo sempre esteve presente ao longo da história humana. Graças a ele, alianças e guerras foram feitas, mas ele sempre esteve mais restrito ao privado que ao público. O seu exercício sempre ficava do lado privado, com as pessoas adotando o que, há algum tempo, se chamava [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/expostos-em-todos-os-lugares/" title="Permanent link to EXPOSTOS EM TODOS OS LUGARES"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/erotica.jpg" width="400" height="616" alt="Post image for EXPOSTOS EM TODOS OS LUGARES" /></a>
</p><p>Condenado em algumas épocas, exaltados em outras, o sexo sempre esteve presente ao longo da história humana. Graças a ele, alianças e guerras foram feitas, mas ele sempre esteve mais restrito ao privado que ao público. O seu exercício sempre ficava do lado privado, com as pessoas adotando o que, há algum tempo, se chamava recato. Encarado de forma natural ou não, ele era muito mais praticado que discutido, pelo menos até agora.</p>
<p>A partir dos anos 60 do século passado, com a revolução cultural havida, as coisas começaram a mudar e o sexo, aos poucos, foi se tornando um assunto mais e mais público, explorado sobretudo pela propaganda que, aos poucos, foi erotizando os anúncios e transformando-o em meio de vender mais. A nudez, neste caso, foi apenas consequência, chamando a atenção para o corpo, sobretudo o feminino, exposto em cartazes, anúncios, outdoors, etc.</p>
<p>Hoje, esta exposição é mais evidente, indo da música, com as &#8220;musas&#8221; mostranso ou sugerindo cada vez mais, aos alimentos e aos chamados supérfluos. Neste novo mercado, o nu feminino ganhou mais e mais espaço, inclusive com os ensaios sensuais publicados em revistas físicas e virtuais, aqui no Brasil e lá fora. O fato é o que o nu apenas sugerido tornou-se explícito, inclusive com posições que até há alguns anos eram impensáveis.</p>
<p>Parece, pelo que li em A Tribuna, um jornal de Vitória, no Espírito Santo, que estamos chegando a um novo estágio e, nele, a moda é que pessoas comuns imitem as &#8220;estrelas&#8221; e façam ensaios sensuais. É de certa forma a repetição do &#8220;book&#8221; feito por adolescentes, que apareciam em poses sempre bonitas, bem produzidas e que as deixava e aos seus pais, cheios de orgulho.</p>
<p>O &#8220;book&#8221; agora e diferente. Nele, cenas eróticas, lingerie diáfana e corpos à mostra são a tônica, pelo menos a se crer no que afirmou o jornal. E pelo que disse, tudo feito para a própria apreciação, dentro da lógica de que Narciso acha feio o que não é espelho. Só que isso não se prende mais às adolescentes, não. Jovens mulheres também estão se expondo, mesmo que seja apenas para a apreciação de quem é mais próximo, mais íntimo.</p>
<p>O que me pergunto é, se não é para mostrar, para que serve? Fico imaginando que, dentro da evolução natural das coisas, dentro de pouco tempo teremos um novo meio de apresentação. Sempre que uma menina começar a ficar com um menino, pode lhe apresentar o seu &#8220;book&#8221;, mostrando-se &#8220;quase&#8221; inteira e antecipando o que ele poderá ter se o relacionamento ficar mais sério. É como colocar-se na vitrine, expondo-se e, a partir desta exposição, conseguindo atrair atenção.</p>
<p>Será que é isso mesmo? Esta é minha interpretação. E a sua, qual é? O que pode levar a uma jovem &#8211; uma mulher &#8211; a expor-se deste jeito? Acho que a mídia e a divulgação das chamada estrelas exercem um certo fascínio. Sem contar na glorificação do corpo, exposto em todos os lugares.</p>


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		<title>CAMINHANDO PARA O ARTIFICIAL</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Todo mecanismo, por melhor que seja construído, sofre desgaste. E não é diferente com o corpo humano. À medida que crescemos e envelhecemos, nosso corpo vai mudando, acompanhando o desenvolvido da própria idade, o que cria, para muitos, uma incerteza, uma sensação de perda que buscam consertar com cirurgia estética.
Aliás, a estética &#8211; inclusive o [...]


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</p><p>Todo mecanismo, por melhor que seja construído, sofre desgaste. E não é diferente com o corpo humano. À medida que crescemos e envelhecemos, nosso corpo vai mudando, acompanhando o desenvolvido da própria idade, o que cria, para muitos, uma incerteza, uma sensação de perda que buscam consertar com cirurgia estética.</p>
<p>Aliás, a estética &#8211; inclusive o seu lado cirúrgico &#8211; tornou-se a maior indústria da medicina. Já vi casos em que médicos trocaram de especialiadade, deixando de ser cardiologista para ser cirurgião plástico sob o argumento que este tipo de procedimento é o que dá dinheiro. E já vi, também, pessoas &#8211; sobretudo, mas não somente  mulheres &#8211; engrandecendo um ou outro profissional que &#8220;cuidou&#8221; dela e corrigiu os &#8220;defeitos&#8221; que a natureza lhe impôs.</p>
<p>A chamada cirurgia estética ou cosmética é hoje uma realidade. Basta ver o movimento em consultórios de especialistas e, mesmo, em clínicas voltadas para este tipo de atendimento. E na busca da beleza, do corpo perfeito, de consertar ou fixar o que a natureza mudou, as pessoas correm o risco inerente a qualquer cirurgia. Quando ela é feita por cirurgiões renomados e em hospitaias de ponta, estes riscos são menores. Mas muitas vezes elas ocorrem em pequenas clínicas, mal aparelhadas e que colocam um risco adicional em uma operação.</p>
<p>Em princípio, sou contra cirurgia estética. Acho que isso artificializa quem a faz. Vejo isso claramente e acho que, somente olhando para alguém, sobretudo se tiver uma determinada idade, dá pra ver o efeito das cirurgias estéticas, começando por um rosto esticado, sem nenhuma ruga. Ora, ninguém pode se livrar, de modo natural, dos efeitos da natureza e quando corrige esta ação, o resultado está, literalmente, na cara.</p>
<p>Não sei como é em outros países, mas em relação ao Brasil, o que tenho lido é que vem gente do mundo inteiro para &#8220;se reparar&#8221; aqui. Com isso, a cirurgia estética cresceu e virou, mesmo, uma indústria, inclusive oferecendo financiamentos de longo prazo para quem quer a ela se submeter. Criou-se o mito da eterna juventude, conseguida mediante o bisturi de um cirurgião.</p>
<p>E consolidou-se a idéia de que podemos repor, de modo artificial, o que a natureza ou não nos deu ou nos retirou, como é o caso dos seios e de outras partes destacadas do corpo. Se retira de um lado e coloca do outro, o resultado é que estamos, mais e mais, caminhando para o artificial, substituindo o que a natureza nos deu por silicone, espichamento de pele, correção de nariz e orelhas, lipoaspiração, etc.</p>
<p>O que estamos presenciando é a artificialização das pessoas. E isso está ocorrendo em todos os segmentos &#8211; jovens, adultos, homens e mulheres. Ficou muito fácil &#8211; embora não seja nada barato &#8211; corrigir o que consideramos pequenas imperfeições mediante o uso do bisturi. E em alguns casos, a cirurgia estética substitui o esforço, como é o caso do emagrecimento mediante lipoaspiração. Fazendo-a, nos livramos do sacrifício dos exercícios físicos ou de uma alimentação mais balanceada.</p>
<p>Olho esta questão de modo crítico. E pessoalmente, sou contra este tipo de procedimento. Não o adotaria para mim, nem recomendaria a ninguém. Mas reconheço que é difícil, sobretudo no lado feminino, remar contra a maré. E é por isso que criamos uma &#8220;indústria&#8221; que promete beleza eterna. Será? O que você acha?</p>


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		<title>OS EFEITOS DA PAIXÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Durante muito tempo não houve explicação para a paixão, um estado que nos diferencia, que nos torna até irresponsáveis e que se nos leva, de um lado, a viver um mundo de sonhos, pode nos colocar, de outro, em um mundo de pesadelos.  Não pela paixão em si, mas pelas consequências que ele gera ou [...]


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</p><p>Durante muito tempo não houve explicação para a paixão, um estado que nos diferencia, que nos torna até irresponsáveis e que se nos leva, de um lado, a viver um mundo de sonhos, pode nos colocar, de outro, em um mundo de pesadelos.  Não pela paixão em si, mas pelas consequências que ele gera ou provoca. O amor, ou a paixão, não era objeto da ciência, afinal não havia como medir sentimentos.</p>
<p>Bom, o amor ainda não é objeto da ciência, que não consegue explicar como ele acontece. Não sabe dizer como alguém se apaixona por outrem, como é consumido pela paixão, enlouquece, faz besteiras, banca a criança, perde o senso. Enfim, todos esses lugares comuns que acompanham a paixão e o amor desenfreado. Mas a ciência pode, sim, dizer como o corpo reage, como o sistema nervoso comanda as emoções e que reações a paixão provoca.</p>
<p>Será que com isso vão explicar a paixão? Não sei. O que sei &#8211; não por conhecimento próprio, é óbvio, mas por leituras &#8211; é que a partir de um encantamento o cérebro dispara uma série de comandos para o hipótálamo e ele começa a comandar a reação do corpo, produzindo a dopamina e nos colocando em estado de euforia, que nos torna capazes dos mais estranhos comportamentos, indo até o arrebatamento do sexo.</p>
<p>É o hipotálamo, diz-no a ciência, o responsável pelos comandamentos e reações a que a paixão nos leva. Se tomamos atitudes insensatas, é ele quem nos diz o que fazer. E funciona, aqui confirmando o ditado popular, como se fôssemos cegos. O amor, neste caso, cega mesmo. O ser racional que deveríamos ser se transforma em puramente emocional e para atender a esta necessidade o cérebro comanda e o corpo obedece, estabelecendo o encantamento.</p>
<p>Um dado curioso é que, confirmando o que dizia Vinícius, este não é um estado permanente, mas pode durar um bom tempo. Segundo os estudiosos, esse encatamento &#8211; ou será falta de razão? &#8211; que a paixão nos tras pode durar até mais de dois anos. É o período em que somos capazes de quase tudo para ficar com a pessoa amada, para satisfazê-la. É um período em que estamos totalmente subjugados.</p>
<p>Olhando a questão do lado científico, parece meio assustador que convivamos com a paixão. Se ela nos tira a razão, então não seria bom estar apaixonado. Se fôssemos seres simplesmente racionais, talvez isso fosse verdade. Como não o somos e a emoção representa uma boa parte do que somos e do que fazemos, é diferente e a paixão torna-se, pelo menos durante algum tempo, algo desejável, que todos gostaríamos de viver.</p>
<p>Como seres humanos, achamos este estado alterado bonito. E procuramos, homens e mulheres, chegar a ele, vivenciá-lo, até para, mais tarde, refletir sobre o que fizemos, reconhecendo que foi um grande amor, mas podendo concluir, também, que durante este tempo de enlevo, saímos da linha, fizemos coisas estranhas, comportamo-nos como bobos e sucumbimos à paixão.</p>
<p>Sim. Fazemos tudo isso. Mas quem é que pode atirar a primeira pedra dizendo que não está sujeito a esta paixão? Pode ser estranha, concordo. Nem por isso deixa de ser algo formidável nas nossas vidas. Viver uma paixão é quase tudo o que queremos, não é mesmo? E enquanto dura é mesmo muito bom. Então, vamos deixar um pouco de lado o comportamento racional e sucumbir à paixão, ao amor desenfreado, ao comportamento juvenil.</p>
<p>No amor, vale tudo. E para atender à paixão, nos transformamos. E isso, pelo menos no momento de sua existência, é bom. Quem é que não concorda?</p>


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