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	<title>LINO RESENDE &#187; Ciência</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>JANELA QUEBRADA E SEM LEI</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/janela-quebrada-e-sem-lei/" title="Permanent link to JANELA QUEBRADA E SEM LEI"><img class="post_image alignleft" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/grafiti.jpg" width="300" height="662" alt="Post image for JANELA QUEBRADA E SEM LEI" /></a>
</p><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Pobreza e descuido podem significar o aumento do crime ou, simplesmente, de se ignorar a lei? Pode ser que não, mas graças à Teoria da Janela Quebrada, em voga nos Estados Unidos, este assunto está em discussão. A teoria diz – e é uma crença geral, já incarnada nas pessoas – que cuidar bem das coisas e dos bens acaba contribuindo para que a ordem seja mantida, evitando-se, por exemplo, que uma casa seja invadida. Se ela está bem cuidada, há um desestímulo à transgressão, mantendo-se, como consequência, a ordem.</p>
<p>Olhada de soslaio pela ciência, a tal teoria acha que, com um comportamento voltado para a manutenção das coisas dá-se à sociedade um sinal positivo. Dizem, até, que foi graças à adoção desta teoria que o volume de crimes em Nova York caiu nos anos 90, tornando-a novamente segura. Mas e os pesquisadores, o que dizem? Até no ano passado, eles ignoravam por completo a tal de teoria, julgando-a não científica e, portanto, sem valor.</p>
<p>Agora, graças à iniciativa de sociólogos holandeses, da Universidade de Groningen, as coisas estão mudando. Eles partiram para colocar a Teoria da Janela Quebrada em prática e o fizeram em três momentos diferentes. Primeiro, em um estacionamento de bicicletas. Eles escreveram bem grande na parede próxima: Não jogar lixo, mas não colocaram no local nenhum recipiente para receber o lixo. E colocaram panfletos de propaganda em cada uma das bicicletas paradas. Ao final, os pesquisadores constataram que ao retirarem a bicicleta do estacionamento, 67% dos que as usavam pegavam os panfletos e os carregavam, não os deixando no chão.</p>
<p>A mesma experiência foi refeita. Só que, desta vez, a parede do estacionamento foi toda ela grafitada. Ao final, do total de usuários – e de bicicletas – apenas 31% carregaram os panfletos para colocá-los no lixo em outro lugar. Em outro experimento, os pesquisadores colocaram uma nota de cinco euros dentro de um envelope em uma caixa de correio. A nota ficava visível para quem passasse próximo à caixa. Com ela limpa e bem conservada, apenas 13% dos passantes pegaram a nota. Quando a caixa foi toda grafitada, o número cresceu para 27%.</p>
<p>Ainda usando as bicicletas e o estacionamento, os cientistas colocaram uma cerca na principal entrada do local, avisaram que não se podia prender as bicicletas nela e pediam que o proprietário ou usuário andassem cerca de 200 metros para estacionar o seu “veículo”. Quando não havia nenhuma bicicleta presa à cerca, 73% das pessoas andaram a distância extra, aceitando o aviso de não prender nada na cerca. Quando já havia bicicletas presas nela, contrariando o aviso dado, apenas 18% o aceitaram.</p>
<p>O que isso significa? Sem extrapolar para outras cidades ou outros agrupamentos de pessoas os cientistas concluíram que vendo exemplos de “comportamentos inapropriados”, os residentes de Groningen tendiam a quebrar as regras. Aparentemente, o grafiti é uma indicação de que as coisas estão abandonadas e, por isso, não se precisa seguir as regras, mesmo havendo a recomendação de não se jogar lixo no chão. Ou, então, pode-se tranquilamente pegar o dinheiro que não é dele.</p>
<p>Se as coisas estão mais conservadas, bem cuidadas, confirma-se – pelo menos em parte – o que diz a Teoria da Janela Quebrada, com cada novo exemplo de comportamento antissocial estimulando as pessoas a se comportarem, também, de maneira errada, quebrando as regras de convivência e infringindo as regras estabelecidas. Pode-se concluir, pelo menos em relação ao universo pesquisado, que a aparência é importante para que as regras sejam seguidas.</p>
<p>O que fica claro, no final, é que se há – e muitas vezes, há – preconceito em relação àqueles que fogem do padrão social, ficou demonstrado que a Teoria da Janela Quebrada tem fundamento. Ao estimular o bom convívio social e o respeito às regras, acabamos influindo em como as outras pessoas se comportam. E no final, isso é bom para todos. (Via <a title="Wilson Quartely" href="http://www.wilsoncenter.org/index.cfm?fuseaction=wq.essay&amp;essay_id=503257" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.wilsoncenter.org/index.cfm?fuseaction=wq.essay_amp_essay_id=503257&amp;referer=');">Wilson Quartely</a>)</p>


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		<title>AMOR PARA PÔR FIM AO STRESS</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 15:15:30 +0000</pubDate>
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Uma das coisas mais fascinantes e, ao mesmo tempo, mais difíceis é o relacionamento entre pessoas, sejam elas conhecidas, amigas, casadas ou amantes. Por melhor que este relacionamento seja, chega um ponto em que pinta o stress, aumentando o volume de uma discussão e provocando desentendimentos, criando ressentimentos que, aos poucos, vão contribuindo para envenenar [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/amor-para-por-fim-ao-stress/" title="Permanent link to AMOR PARA PÔR FIM AO STRESS"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/07/love.jpg" width="350" height="406" alt="Love Potion, a opção do amor evita conflito entre os casais" /></a>
</p><p>Uma das coisas mais fascinantes e, ao mesmo tempo, mais difíceis é o relacionamento entre pessoas, sejam elas conhecidas, amigas, casadas ou amantes. Por melhor que este relacionamento seja, chega um ponto em que pinta o stress, aumentando o volume de uma discussão e provocando desentendimentos, criando ressentimentos que, aos poucos, vão contribuindo para envenenar a relação, tornando-a mais difícil e, eventualmente, levando-a ao fim.</p>
<p>As discussões entre casais, então, sempre têm um alto nível de stress. E como todos os outros aspectos do comportamento humano, ele começa a ser estudado pela ciência. O objetivo é encontrar meios que tornem estes embates menos estressantes ou, mesmo, evitem que eles ocorram, colocando a conversa em níveis lógicos e razoáveis. Neste sentido, uma cientista acaba de publicar um trabalho pioneiro que, usando a &#8220;poção do amor&#8221;, mostra que há formas, sim, de amenizar as discussões.</p>
<p>Publicada na Biological Psychiatry, o estudo foi feito com grupos de casais voluntários. Parte deles recebeu a &#8220;opção do amor&#8221; &#8211; cujo nome científico é Oxytocin &#8211; e a outra metade, um placebo, isto é, um composto inerte, sem nenhum efeito medicinal. O que a pesquisadora descobriu é que os casais que tomaram a &#8220;poção do amor&#8221; tiveram muito menor níveis de estresse. O que a medicação fez, na verdade, foi incrementar o lado positivo de quem o tomou, tornando mais fácil a abordagem de temas difíceis.</p>
<p>O que os pesquisadores estão considerando é que esté é apenas um primeiro passo em uma longa caminhada de uma área que hoje é muito pouco estudada. A autora da pesquisa, por exemplo, não aconselha que ninguém tome o Oxytocin e nem o apresenta como solução para os conflitos conjugais ou de relacionamento. Mas observa que, em laboratório, ele mostrou-se eficiente na melhoria do relacionamento durante uma discussão. As pesquisas neste novo campo continuarão e pode ser que, amanhã,  todos nós estejamos tomando a &#8220;poção do amor&#8221; e, com ela, evitando os conflitos do relacionamento humano.</p>
<p>O curioso de tudo é que quando se fala em poção de amor o sentido que se dá é outro. Ela seria usada não como um amenizador de conflitos, mas para fazer com que, de um e de outro lado, fiquemos perdidamente apaixonados. E a paixão, todos sabemos, é irracional, levando-nos a cometer loucuras. Definitivamente, o sentido original não é o de estimular a racionalidade, indo exatamente no sentido contrário, de se deixar ou se perder, tudo por amor. Este, no entanto, não é o sentido científico.</p>
<p>Se estamos, de um lado, fugindo da imagem tradicional da &#8220;poção do amor&#8221;, de outro estamos descobrindo que usando uma droga que é a sua base podemos melhorar os relacionamentos humanos. Talvez seja o início de um caminho que leve ao entendimento. E se não for sonhar muito, pode nos levar a uma convivência melhor com nossos semelhantes, evitando conflitos e fazendo com que vivamos em paz.</p>
<p>O que você acha? Será que a &#8220;poção do amor&#8221; é mesmo eficiente? E você a tomaria para evitar conflito com quem ama? Acho que, depois de comprovado seu efeito em definitivo, seria capaz de tomá-la.</p>


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		<title>SONHANDO COM AS ESTRELAS</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Será que somos os únicos? Será que um dia conseguiremos deixar este mundo natal e chegar em outros corpos celestes? Será que a humanidade está fadada a conquistar as estrelas?
Estas são algumas das perguntas que nós, humanos, nos temos feito ao longo dos tempos. Aos poucos, fomos descobrindo algumas das respostas e uma delas nos [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/sonhando-com-as-estrelas/" title="Permanent link to SONHANDO COM AS ESTRELAS"><img class="post_image alignleft remove_bottom_margin" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2009/07/lua.jpg" width="300" height="534" alt="Post image for SONHANDO COM AS ESTRELAS" /></a>
</p><p>Será que somos os únicos? Será que um dia conseguiremos deixar este mundo natal e chegar em outros corpos celestes? Será que a humanidade está fadada a conquistar as estrelas?</p>
<p>Estas são algumas das perguntas que nós, humanos, nos temos feito ao longo dos tempos. Aos poucos, fomos descobrindo algumas das respostas e uma delas nos foi dada há 40 anos quando o astronauta Neil Armstrong pôs o seu pé na lua. Como ele próprio disse, foi um grande passo para a humanidade. Pela primeira vez o homem colocava os pés em um outro corpo celeste, mostrando que era possível, sim, deixar a terra e caminhar em direção ao sonho maior, de chegar às estrelas.</p>
<p>Ainda hoje descreditada por alguns &#8211; uma pequena minoria, é verdade &#8211; o pouso na lua serviu, mais, a propósito políticos, na disputa entre os Estados Unidos e a então União Soviética. Do lado científico, provou que era possível deixar a Terra, ir a um outro corpo celeste e voltar à nossa casa, o que nos punha a possibilidade de, um dia, podermos migrar deste planeta azul em que vivemos, no caso de uma necessidade. O pouco na lua incendiou a imaginação de todos, tornando ainda mais presente o sonho com as estrelas.</p>
<p>Hoje, dia 20 de julho, fazem 40 anos que Neil Armstrong deu os primeiros passos no satélite da Terra, fincou a bandeira do seu país, fez uma pequena caminhada, colheu material para análise, retornou ao módulo lunar e à sua origem. O passo, do ponto de vista científico, foi gigante, principalmente se considerarmos os recursos técnicos da época, como os computadores. O da Apolo, que levou os astronautas à lua, não tinha memória, de verdade, já que se comparado com os dias atuais sua capacidade de armazenamento era idêntica a dos atuais relógios de pulso.</p>
<p>Neste ponto de vista foi uma aventura incrível, impulsionada por uma disputa política que colocou duas partes do mundo em uma corrida espacial. O feito, um orgulho para o Ocidente que, no final, tinha batido os comunistas, levou a novos planos, de enviar uma nave tripulada a Marte e a de fazer novos pousos na lua, já pensando em estabelecer lá uma colônia de humanos. E depois da lua, viria Marte e, depois, as estrelas, chegando a outros locais da Via Láctea.</p>
<p>No final, o sonho foi só um sonho. O programa espacial, de um e de outro lado, acabou implodido pelo seu alto custo e, com a queda da União Soviética e dominância do capitalismo, ele não mais surtia o efeito de propaganda de antes. Os custos acabaram com os pousos lunares e com os projetos de irmos adiante. Os vôos espaciais ainda persistem, mas estão restritos à órbita da Terra, não voltados para as estrelas, como eram na época da corrida espacial.,</p>
<p>Ao celebrar os 40 anos do primeiro pouso lunar, podemos reconhecer que foi, efetivamente, um grande feito, um passo gigante da ciência que contribuiu para incendiar a imaginação humana, tornando mais próximo e mais real a possibilidade de chegarmos às estrelas. O marco ficou, mas o caminho do espaço, mesmo com uma volta à lua ou a chegada a Marte parece mais distante. Afinal, o mundo criou novas necessidades e é preciso atendê-las antes de nos aventurarmos no espaço.</p>
<p>Os programas espaciais caminham a passos bem mais lentos do que na época da chegada à lua. Temos mais possibilidades, melhores técnicas, equipamentos mais modernos, mas falta, sobretudo, recursos, que são demandados em grande volume. Os vôos espaciais continuam, mas falta algo de espetacular, como a chegada do homem à lua para, de novo, incendiar a nossa imaginação. E de novo nos colocar, não só no sonho, mas realmente no caminho das estrelas.</p>
<p>Até que isso acontece, o sonho persiste. Aliás, ele é tão velho quando a própria humanidade e, não tenho dúvida, irá continuar.</p>


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