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	<title>LINO RESENDE &#187; brasileiros</title>
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	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
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		<title>O MAR COMO INSPIRAÇÃO</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 12:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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Você gosta de poesia? Eu gosto. E tenho lido os poetas brasileiros, contemporâneos e antigos, mas admiro, também, a poesia de outras paragens, como a portuguesa, notadamente Fernando Pessoa, sem dúvida um dos maiores poetas da língua portuguesa. E ele, como sabemos, não era um, mas vários, pois produziu sobre vários nomes, com estilos e [...]


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<li><a href='http://linoresende.jor.br/uma-poesia-que-inspira/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Uma poesia que inspira'>Uma poesia que inspira</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://linoresende.jor.br/o-mar-como-inspiracao/" title="Permanent link to O MAR COMO INSPIRAÇÃO"><img class="post_image alignright" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/mar.jpg" width="300" height="458" alt="Post image for O MAR COMO INSPIRAÇÃO" /></a>
</p><p>Você gosta de poesia? Eu gosto. E tenho lido os poetas brasileiros, contemporâneos e antigos, mas admiro, também, a poesia de outras paragens, como a portuguesa, notadamente <a title="Fernando Pessoa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa?referer=');">Fernando Pessoa</a>, sem dúvida um dos maiores poetas da língua portuguesa. E ele, como sabemos, não era um, mas vários, pois produziu sobre vários nomes, com estilos e temáticas diferentes. E Portugal tem um outro poeta de que gosto, o <a title="José Régio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_R%C3%A9gio" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Jos_C3_A9_R_C3_A9gio?referer=');">José Régio</a>, cujo poema mais conhecido é o <a title="Canto Negro" href="http://www.astormentas.com/regio.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.astormentas.com/regio.htm?referer=');">Canto Negro</a>. Um país, no entanto, não se limita a dois poetas e, no caso de Portugal, isso fica claro pelos que antecederam os mais modernos, como <a title="Camões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Vaz_de_Cam%C3%B5es" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Lu_C3_ADs_Vaz_de_Cam_C3_B5es?referer=');">Camões</a>, autor dos <a title="Lusíadas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Lus%C3%ADadas" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Os_Lus_C3_ADadas?referer=');">Lusíadas</a>, considerado um dos mais importantes poemas épicos do mundo.</p>
<p>Pois foi em Portugal, <a title="Fui, vi, gostei. E recomendo!" href="http://linoresende.jor.br/fui-vi-gostei-e-recomendo/" target="_blank">onde estive há pouco tempo</a>, que descobri uma poeta com uma temática muito interessante, o mar. E essa descoberta se deu por um acaso, em uma visita ao <a title="Oceanário" href="http://www.oceanario.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.oceanario.pt/?referer=');">Oceanário</a>, um prédio futurista onde a vida marinha é mostrada ao vivo. Nele, percebi que em algumas áreas havia versos, sempre sobre o mar. Fiquei curioso, mas não havia nenhuma informação sobre quem os havia escrito. No final, já próximo da saída, deparei-me, então, com um poema inteiro, o Fundo do Mar. E acabei, também, descobrindo o nome da poeta, <a title="Sophia Andersen" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sofia_de_Melo_Breyner" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Sofia_de_Melo_Breyner?referer=');">Sophia de Mello Breyner Andersen</a>. Anotei o nome e decidi que iria procurar alguma coisa por ela publicado.</p>
<p>Se gosto de poesia, também sou aficcionado por livros. E estando no berço onde o português e parte de nossa cultura nasceu, não poderia deixar de ir a mais do que uma, olhar, ver o que estava sendo publicado, comparando com o que temos aqui. E foi em uma dessas visitas &#8211; um descanso para as caminhadas por Lisboa &#8211; que acabei descobrindo uma antologia da Shopia. Advinhem sobre o que ela é? Exatamente sobre o mar. E nela, o poema que havia sido reproduzido no Oceanário. Um ótimo poema, no meu entender. E é por isso que o deixo, aqui, para a sua apreciação:</p>
<p>FUNDO DO MAR</p>
<p>No fundo do mar há brancos pavores,</p>
<p>Onde as plantas são animais</p>
<p>E os animais são flores</p>
<p>Mundo silencioso que não atinge</p>
<p>A agitação das ondas.</p>
<p>Abrem-se rindo conchas redondas,</p>
<p>Baloiça o cavalo-marinho.</p>
<p>Um polvo avança</p>
<p>No desalinho.</p>
<p>Dos seus mil braços,</p>
<p>Uma flor dança.</p>
<p>Sem ruído vibram os espaços.</p>
<p>Sobre a areia o tempo poisa</p>
<p>Leve como um lenço.</p>
<p>Mas por mais bela que seja cada coisa</p>
<p>Tem um monstro em si suspenso.</p>
<p>Esta e outras poesias sobre o mar estão em Mar, de Shopia de Mello Breyner Andersen. A antologia foi organizada pela filha dela, Mária Andersen de Souza Tavares, está na sétima edição e foi publicada pela Editorial Caminho, de Portugal. Se você gosta de poesia, é uma ótima leitura. Recomendo.</p>


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		<title>Razões para (não) se exercitar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lino Resende</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1474" title="Razões para (não) se exercitar" src="http://linoresende.jor.br/wp-content/uploads/2008/06/fitness.jpg" alt="" width="215" height="431" /></a>No Brasil, a piada de português é comum. Nelas, nossos patrícios são, sempre, menos inteligentes. Dizem que em Portugal é inverso e nós, brasileiros, é que somos motivo de piadas. De um e de outro lado, o humor é usado e, embora às vezes possa ser pesado, acaba não prejudicando o bom relacionamento entre brasileiros e portuguêses.</p>
<p>Não envolvendo humor, uma das coisas que todos sabemos é que exercício faz bem. Uma caminhada diária, uma corrida moderada, frequentar a academia e se exercitar só faz bem. E isso é tão verdade aqui, no Brasil, como em Portugal. Também o é em outros países. Daí a recomendação de que nos exercitemos, evitando a obesidade, considerada uma epidemia mundial.</p>
<p>Mas o que tem a ver os portugueses com tudo isso? É simples. Vem de lá, da terrinha, algumas observações muito bem humoradas sobre exercícios físicos. Nelas, há no mínimo criatividade. Confira-as:</p>
<ul>
<li>Está provado que por minuto de exercício, aumenta-se o nosso tempo de vida em um minuto. Isso permite-nos que aos 85 anos possamos ficar mais 5 meses num lar de terceira idade pagando 200 contos por mês.</li>
<li>A minha avó começou a andar cinco quilômetros por dia quando tinha 60 anos. Agora tem 97 anos e não fazemos a menor idéia onde é que ela está.</li>
<li>A única razão por que voltei a fazer exercício, foi para voltar a ouvir respiração ofegante<br />
Inscrevi-me num ginásio o ano passado, gastei cerca de 40 contos. Não perdi nem um quilo. Parece que é preciso ir lá.</li>
<li>Eu tenho que me exercitar logo de manhã, antes que o meu cérebro perceba o que eu estou a fazer.</li>
<li>Gosto de longos passeios, especialmente quando são dados por pessoas que me chateiam.</li>
<li>Tenho ancas flácidas, mas felizmente o meu estômago esconde-as.</li>
<li>A vantagem de nos exercitarmos diariamente é que se morre mais saudável.</li>
<li>Se vai percorrer um país a pé, escolha um país pequeno.</li>
<li>Eu não me exercito porque faz o gelo saltar do meu copo.</li>
</ul>
<p>E então, o que achou? Eu as achei interessante e, por isso, é que as estou publicando. Ri bastante delas e espero que aconteça o mesmo com vocês. Mas que elas sirvam de inspiração para que, todos nós, continuemos com os exercícios físicos.</p>
<p>Afinal, todos nós precisamos de boa saúde.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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