<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O paradoxo do emprego</title>
	<atom:link href="http://linoresende.jor.br/o-paradoxo-do-emprego/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://linoresende.jor.br/o-paradoxo-do-emprego/</link>
	<description>Variações em torno de vários temas em uma visão particular</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Mar 2010 02:07:12 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Chuvinha</title>
		<link>http://linoresende.jor.br/o-paradoxo-do-emprego/comment-page-1/#comment-10327</link>
		<dc:creator>Chuvinha</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 18:56:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.linoresende.com.br/blog/o-paradoxo-do-emprego/#comment-10327</guid>
		<description>Concordo plenamente, Lino. Para mim há empreho, o que falta é qualificação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente, Lino. Para mim há empreho, o que falta é qualificação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tina</title>
		<link>http://linoresende.jor.br/o-paradoxo-do-emprego/comment-page-1/#comment-10326</link>
		<dc:creator>Tina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:50:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.linoresende.com.br/blog/o-paradoxo-do-emprego/#comment-10326</guid>
		<description>Oi Lino!

Eu colocaria mais uma classe no rol dos excluídos: as pessoas com mais de 45 / 50 anos, que mesmo com excelente nível não conseguem colocação porque já &quot;passaram&quot; da idade...

Ótimo post, parabéns.

beijos e bom fim de semana,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Lino!</p>
<p>Eu colocaria mais uma classe no rol dos excluídos: as pessoas com mais de 45 / 50 anos, que mesmo com excelente nível não conseguem colocação porque já &#8220;passaram&#8221; da idade&#8230;</p>
<p>Ótimo post, parabéns.</p>
<p>beijos e bom fim de semana,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: SAM</title>
		<link>http://linoresende.jor.br/o-paradoxo-do-emprego/comment-page-1/#comment-10325</link>
		<dc:creator>SAM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:09:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.linoresende.com.br/blog/o-paradoxo-do-emprego/#comment-10325</guid>
		<description>Acho que a questão consegue ser ainda mais complexa, pois a globalização não pode ser culpada pela taxa de desemprego.

Na minha ótica é o contrário que ocorre: a globalização permitiria a possibilidade de que um desempregado num ponto do planeta obtivesse possibilidades de trabalho noutro ponto. Que uma pessoa/recurso humano especializado num campo pudesse conseguir trabalho noutro local do mundo aonde a sua especialização escasseia deveria ser uma virtude da globalização.

No entanto, os líderes, achando que protegem aos seus, na realidade apenas limitam os benefícios do mundo global, criando leis de imigração absurdos e indignantes.

Veja-se o caso de uma pessoa que viveu no Brasil por longos anos da infância e que com o fim da formação superior quer voltar: pode não conseguir porque as leis brasileiras de imigração estrangulam essa possibilidade -- a não ser que seja um empresário capitalista para quem as leis são totalmente distintas: então, temos um conjunto de imigrantes que investem os seus dinheiros e trazem consigo os seus recursos (humanos e financeiros) do país de origem e temos as pessoas normais, como você e eu, que temos que sucumbir a impossibilidade de ser uma mão-de-obra especializada e de utilidade peremptória para o país pelo simples fato de não ser nacional dele: que sucumba no seu país no desemprego, mas que nem pense em sair dele para trabalhar (legalmente).

Esse é o absurdo! A globalização não pode ser a culpada, mas a má-gestão dos líderes...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que a questão consegue ser ainda mais complexa, pois a globalização não pode ser culpada pela taxa de desemprego.</p>
<p>Na minha ótica é o contrário que ocorre: a globalização permitiria a possibilidade de que um desempregado num ponto do planeta obtivesse possibilidades de trabalho noutro ponto. Que uma pessoa/recurso humano especializado num campo pudesse conseguir trabalho noutro local do mundo aonde a sua especialização escasseia deveria ser uma virtude da globalização.</p>
<p>No entanto, os líderes, achando que protegem aos seus, na realidade apenas limitam os benefícios do mundo global, criando leis de imigração absurdos e indignantes.</p>
<p>Veja-se o caso de uma pessoa que viveu no Brasil por longos anos da infância e que com o fim da formação superior quer voltar: pode não conseguir porque as leis brasileiras de imigração estrangulam essa possibilidade &#8212; a não ser que seja um empresário capitalista para quem as leis são totalmente distintas: então, temos um conjunto de imigrantes que investem os seus dinheiros e trazem consigo os seus recursos (humanos e financeiros) do país de origem e temos as pessoas normais, como você e eu, que temos que sucumbir a impossibilidade de ser uma mão-de-obra especializada e de utilidade peremptória para o país pelo simples fato de não ser nacional dele: que sucumba no seu país no desemprego, mas que nem pense em sair dele para trabalhar (legalmente).</p>
<p>Esse é o absurdo! A globalização não pode ser a culpada, mas a má-gestão dos líderes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
