Dos arquivos mensais:

dezembro 2008

UM 2009 CHEIO DE PAZ

12.26.2008

Que você e todos os seus tenham um 2009 cheio de alegria, com muita saúde, paz e prosperidade.
E que o ano que chega lhe proporcione tudo o que almeja.

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UM NATAL MUITO FELIZ!

12.24.2008

É este o meu desejo e o deste blog para todos os que por aqui passam e passaram durante o ano de 2008.
E que 2009 chegue, para todos nós, em ritmo de alegria. E que tenhamos saúde, paz e prosperidade.

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Um momento propício

12.22.2008

O ano está chegando ao fim e nos traz uma oportunidade de reflexão. Podemos, em primeiro lugar, olhar 2008 de ver como ele foi, se bom, se não tão bom. E olhar adiante, para 2009, antevendo o que nos espera, que desafios vamos enfrentar e que perspectivas temos. No meu caso, 2008 foi um ano bom, que significou muito trabalho, mas com ótimos resultados, inclusive no blog. De 2009, também espero o melhor, já começando-o com alguns desafios a cumprir. De tudo, no entanto, o que julgo mais importante é a ampliação dos relacionamentos, inclusive através do blog. Hoje, eles são fundamentais e é muito bom conhecer gente nova, interagir com ela. E você, como vê 2008? Ele foi bom? E como espera que seja 2009? Que novos desafios e esperanças o novo ano lhe traz? Vamos construir um painel deste e antecipar o que pode acontecer no próximo ano.

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Comendo para se alegrar

12.19.2008

Comida pode fazer bem. Mas também pode fazer mal. Se a olharmos do primeiro ângulo podemos afirmar, com base em pesquisas comprovadas, que existem alimentos que ajudam a combater a depressão, melhorando o astral das pessoas. E não se trata só de chocolate, não. No rol destas comidas estão, por exemplo, o alface, o espinafre, as uvas e o macarrão, hoje transformado em um prato universal. Ao lado de uma constatação científica, fica um outro aspecto: cabe a nós determinar como vamos encarar a comida. Podemos relembrar nossos antepassados que corriam atrás da deles, adaptando sua gética ao momento. Ou então procedermos como seres modernos e nos enchermos de fasta food e junk food e, com elas, ficarmos obesos e adquirir todos os problemas que daí decorrem. Ou podemos fazer outra opção, que é comer frugalmente, escolhendo alimentos mais saudáveis e ainda complementar tudo balançando o esqueleto, nem que seja em uma boa caminhada. A escolha é nossa. Ou não? Eu acho que sim, e já a fiz. E você, como encara a comida?

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Como é mesmo o nome?

12.17.2008

Como é o seu nome? Esta é uma pergunta comum, mas para alguns pode ter um significado especial. E a principal razão é, mesmo, o seu nome. É que em todo o Brasil existem muitos, mas muitos mesmos, nomes estranhos. E este é um assunto que tem sido tratado aqui no blog em algumas oportunidades e agora estou voltando a ele, relacionando, em ordem alfabética, uma série de nomes que comprova a preferência de alguns pais por nomes que, na verdade, são estranhíssimos. Esse estranhamento talvez se dê em razão de não termos um parâmetro de outros países, de outras línguas. Então, não podemos comparar o que existe no Brasil com o que existe, por exemplo, na China. Bom, se você está curioso dê uma olhada na lista, mas vá até o final. E depois de lê-la me diga: são muito estranhos ou não? E o que você faria se tivesse um nome assim?

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As notícias mais importantes

12.15.2008

O que os jornais publicam é importante? Lendo alguns dos jornais do Espírito Santo neste final de semana deparei-me com algumas notícias que achei interessantes e decidi comentar, aqui, no blog. E o fiz sob o olhar de um jornalista que já vivenciou a redação, mas também de um leitor que acompanha o que se noticia. Aproveitei, nos comentários, uma idéia da Yvonne, do Bloggente, que faz a sua “salada de fruta”, que chamei de “picadinho”. De outro lado, hoje começa a semana da blogagem coletiva sobre consumo consciente. Talvez seja a hora de aproveitarmos para ver o que compramos e se estas compras estão ajudando a manter ou a destruir o planeta. A chave, acho, é nos perguntarmos se precisamos do que pretendemos comprar. E adotar a postura de aproveitar tudo, evitando o desperdício.

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Memória da minha infância

12.12.2008

Ainda hoje, no interior do Espírito Santo, grupo de pessoas reúne-se para ouvir e participar de uma manifestação cultural e folclórica que, ano após ano, se repete: a Folia dos Reis. No Estado há, até, um festival que mostra uma das coisas mais típicas do Brasil e que ocorre em Minas, Rio e São Paulo, também. A folia faz parte de minha infância e juventude e tudo o que vivenciei me voltou a memória em um sábado, quando ouvi novamente a música, a identifiquei e fui ver a apresentação de uma folia em uma feira de pequenos produtores rurais capixabas. De tradição portuguesa, a folia é um folguedo referência e reverência ao nascimento de Cristo. Do lado pagão, arrecada dinheiro e o utiliza, ao final dos 12 dias de andança, para uma festa. Como outras tradições do folclore, ela já não está tão presente, mas é preservada por quem participa. Cada um deles tem o compromisso de participar por sete anos seguidos. E com isso acabam passando a tradição para filhos e quem está próximo. Ver de novo uma folia foi bom. Lembrei minha infância e me revi, da varanda de minha casa, assistindo sua apresentação.

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É MEU DIREITO!

12.10.2008

Quantos, nas mais vastas regiões do mundo, podem dizer, alto e em bom som, que é o seu direito! Hoje, se o fazem, devem e muito à Declaração Universal dos Direitos Humanos, que está fazendo 60 anos, tornou-se uma referência, um parâmetro, mas que nem de longe é cumprida. Vier em liberdade,poder expressar sua opinião, ter emprego, segurança, estabilidade, educação e muito mais é o que a Declaração prega. Conquistamos muito, mas existe ainda um longo caminho a ser percorrido. E a ele chamo de utopia. E como Martin Luther King afirmo que precisamos sonhar, ver que é possível conquistar, ampliar os Direitos Humanos e ampliar a cobertura da Declaração. Esta blogagem prova que isso é possível e que muitos têm o mesmo sonho. E como todos sabemos, juntos podemos realizar muito mais.

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Esqueça, lembrar pra quê?

12.08.2008

O que você lembra? O que esquece? O esquecer preocupa você? Pois saiba que lembrar e esquecer são processos naturais, que nós não comandamos, mas que fica a critério do nosso cérebor. E dizem os especialista que o esquecer tem uma função de nos ajudar, de evitar problema, de não nos deixar sobrecarregados. Esquecer faz bem. E se o lembrar às vezes dói, existem alguns exercícios que podem estimular o cérebro a armazenar informações: ler, mudar a rotina, fazer resumos, lembrar amigos da infância e seus rostos. Viram, este resumo tem um propósito. Mas não esquente se não se lembrar de algo que julga ou julgava importante, a memória não reflete o real, mas é uma reconstrução dele. Então, não esquente, mas lembre-se que na quarta-feira, dia 10, tem a blogagem coletiva sobre Direitos Humanos e você está convidado (a) a participar. E se possível, ajude na sua divulgação.

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Entre a seriedade e a brincadeira

12.05.2008

Você é séria? Ou brincalhão? Tem gente que é muito séria, não brinca. E tem outras que brincam muito, se divertem e divertem os outros. Onde estará o equilíbrio? Acho que a diversão faz parte da vida, mesmo no trabalho e quando a ele nos dedicamos. É sempre bom tirar um tempo para uma piada, uma brincadeira, um belo sorriso ou mesmo uma gargalhada, que descontrai e melhora o astral. Brincar faz parte da vida, embora muitas pessoas mau humoradas não pensem assim. De bom humor tenho um exemplo próximo, um amigo que não perde a oportunidade de se divertir e divertir os outros. E com isso, vive bem. Por que todos não somos assim? Certamente, as coisas seriam melhores. Ou não? O que você acha?

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O sonho do bom emprego

12.03.2008

Quem não sonha com um bom emprego? Ou em ver o filho ou a filha ocupando uma bela posição? Acho que todos nós. Só que conseguir um bom lugar, ter um bom salário está a cada dia mais difícil. Mas não é isso o que a mídia vende e uma indústria milionária impulsiona. Para elas, os empregos existem aos montes e é fácil conseguir um. Basta, em um caso, acreditar no que está sendo oferecido e, no outro, pagar para uma preparação. A realidade, no entanto, é outra. E o que vemos são milhares disputando um único lugar e ficando de fora, na fila, na esperança. O emprego como existia antigamente sumiu. Hoje, as coisas são difíceis e é vencendo as dificuldades e ralando muito que conseguimos, no final, a posição que sonhamos. Então, talvez, possamos atender ao desejo de nossos pais. O meu, por exemplo, queria que fosse bancário, mas terminei jornalista. E você, tem o emprego do sonho?

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